Este blog disponibiliza os projetos de estágio dos alunos do 4° ano matutino do curso de geografia da Universidade Estadual de Londrina (UEL) no ano letivo de 2011 aplicados em instituições de ensino fundamental e médio da cidade de Londrina. E tem como objetivo divulgar planos de aulas em diveros temas de ensino de geografia, com a finalidade de servir de um material de pesquisa para professores e estagiarios de geografia de todo o Brasil.
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domingo, 31 de julho de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
Planos de aula 7ª Série - América Latina.
Aula 1 – 01/06/2011
Tema: Apresentação sobre o estágio; América Latina – Regionalização e formação.
Objetivos Específicos
Definição do contrato de trabalho;
Compreender as principais características da formação do espaço geográfico dos países da América Latina.
Valorizar o processo histórico como origem da atual realidade.
Conteúdos
- Proposta do contrato de trabalho.
- Regionalização da América.
- Como a colonização interferiu no desenvolvimento do espaço latino-americano.
Procedimentos Metodológicos
Abertura (5 min) – Cumprimento e chamada.
Introdução (20 min) – Apresentação do trabalho que será realizado com a turma durante todo o estágio, contrato de trabalho e apresentação do tema a ser trabalhado na aula.
Interpretação (10 min) – Exposição dialogada do conteúdo a ser trabalhado.
- Relação da regionalização do mundo com a América – como se deu a regionalização da América.
- Conceitos Gerais – Localização; Regionalização; Formas de Colonização na América.
- Conceitos específicos – A localização da América e os países que a formam; sua regionalização em América Latina e América Anglo-saxônica; diferentes colonizações na América Latina.
- Recursos Didáticos – Livro didático para os alunos acompanharem o conteúdo e mapa mundi, a fim de mostrar a localização da América Latina e os seus países formadores.
Aplicação (5 min) - Exemplos – Colônia de exploração = Brasil; Colônia de povoamento = América anglo-saxônica.
Conclusão (5 min) – Recapitulação dos principais pontos da aula. Verificação da aprendizagem. Responder a dúvidas.
Avaliação
Avaliação informal da aprendizagem através de questões orais.
Referências
BOLIGIAN, L; GARCIA, W; MARTINEZ, R; ALVES, A. Geografia: Espaço e Vivência. 8ºano. São Paulo: Atual, 2009.
Aula 2 – 03/06/2011
Tema: América Latina – Quadro natural.
Objetivos Específicos
Compreender a riqueza da diversidade natural do espaço da América Latina.
Compreender as transformações do espaço latino no decorrer do tempo.
Perceber o relevo e a hidrografia como fenômenos atuantes no seu cotidiano.
Conteúdos
- O quadro natural da América Latina – Relevo e Hidrografia.
- A formação da Cordilheira dos Andes.
- A hidrografia da América Latina – Principais redes hidrográficas.
Procedimentos Metodológicos
Abertura (5 min) – Cumprimento e chamada.
Introdução (5 min) – Recapitulação do que foi trabalhado na aula anterior e apresentação do tema a ser trabalhado na aula.
Interpretação (20 min) – Exposição do conteúdo a ser trabalhado.
- Conceitos Gerais – O relevo da América Latina; A cordilheira dos Andes e as placas tectônicas; principais bacias hidrográficas.
- Conceitos específicos – A formação do relevo da América Latina; principais unidades do relevo; a cordilheira dos Andes formada a partir da tectônica de placas; os principais rios latino-americanos e sua localização.
- Recursos Didáticos – Livro didático para os alunos acompanharem o conteúdo. Mapas para que visualizem a cordilheira dos Andes e a hidrografia.
Aplicação (10 min) – Construção coletiva do conhecimento (participação do aluno).
Conclusão (8 min) – Recapitulação dos principais pontos da aula. Verificação da aprendizagem.
Avaliação
Avaliação informal da aprendizagem através de questões orais.
Referências
BOLIGIAN, L; GARCIA, W; MARTINEZ, R; ALVES, A. Geografia: Espaço e Vivência. 8ºano. São Paulo: Atual, 2009.
Aula 3 – 06/06/2011
Tema: América Latina – Clima e Vegetação.
Objetivos Específicos
Identificar os principais tipos de clima no continente.
Relacionar o clima ao tipo de vegetação.
Ler e interpretar imagens de satélite.
Utilizar sites para a previsão do tempo em sua cidade.
Conteúdos
- O clima da América Latina.
- A vegetação da América Latina.
Procedimentos Metodológicos
Abertura (5 min) – Cumprimento e chamada.
Introdução (5 min) – Recapitulação do conteúdo trabalhado na última aula e apresentação do tema a ser trabalhado na aula.
Interpretação (10 min) – Exposição do conteúdo a ser trabalhado.
- Conceitos Gerais – O clima da América Latina.
- Conceitos específicos – Principais massas de ar que atuam na América Latina; como a localização geográfica da América Latina influencia seu clima; domínios climáticos da América Latina e sua vegetação.
- Recursos Didáticos – Livro didático para os alunos acompanharem o conteúdo; mapas de massas de ar e imagens de satélite a fim de visualizarem a espacialização do clima.
Aplicação (20 min) – Construção coletiva do conhecimento (participação do aluno); leitura e interpretação de mapas e imagens de satélite.
Conclusão (10 min) – Ensinar aos alunos como ver a previsão do tempo pela internet através do site do INPE.
Avaliação
Avaliação informal da aprendizagem através de questões orais e de atividade relacionada às massas de ar.
Referências
BOLIGIAN, L; GARCIA, W; MARTINEZ, R; ALVES, A. Geografia: Espaço e Vivência. 8ºano. São Paulo: Atual, 2009.
INPE. Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. Disponível em.
Anexo
Atividade sobre massas de ar
1) Cite 3 massas de ar que atuam sobre o Brasil e faça um destaque para a massa de ar que atua sobre Londrina.
2) Explique por que a Massa Equatorial Continental é úmida.
3) Explique o funcionamento de dois tipos de chuva.
4) Que fatores naturais proporcionam à América Latina uma grande diversidade de tipos climáticos?
5) A partir da leitura da imagem de satélite a seguir, explique as condições climáticas de hoje.
* Pegar a imagem de satélite do dia.
Aula 4 – 07/06/11
Tema: América Latina.
Objetivos Específicos
Fixar os conteúdos ministrados a partir da resolução de exercícios.
Conteúdos
- Regionalização e formação da América Latina.
- Quadro natural – Relevo e Hidrografia.
- Clima e vegetação.
Procedimentos Metodológicos
Abertura (5 min) – Cumprimento e chamada.
Introdução (5 min) – Apresentação da proposta de atividade a ser realizada na aula.
Aplicação (35 min) – Proposta de atividade a ser realizada em sala através de ditado; auxílio à resolução da atividade pelos alunos.
Avaliação
Questões escritas.
Referências
BOLIGIAN, L; GARCIA, W; MARTINEZ, R; ALVES, A. Geografia: Espaço e Vivência. 8ºano. São Paulo: Atual, 2009.
Anexo
Questões referentes ao conteúdo trabalhado.
1) Quais foram os tipos de colonização existentes nas Américas? Por quem elas foras colonizadas?
2) Escreva um pequeno texto sobre a relação desenvolvimento econômico X ocupação do espaço. (mínimo 7 linhas)
3) Classificar um país como latino-americano ou anglo-saxônico é suficiente para sabermos quais são as suas principais características? Por quê?
4) Que outras regionalizações podem ser empregadas à América? Cite pelo menos 3 escreva o critério utilizado.
5) Como foi formada a Cordilheira dos Andes?
6) Quais são as principais redes hidrográficas da América Latina?
7) Por que existem vários domínios climáticos na América Latina?
8) Quais são as massas de ar atuantes na América do Sul?
9) Cite exemplos de situações em que a altitude e o relevo influenciam no cotidiano das pessoas.
10) Por que a Condilheira dos Andes é essencial para a América do Sul?
Aula 5 – 08/06/11
Tema: América Latina.
Objetivos Específicos
Fixar os conteúdos ministrados a partir da correção dos exercícios.
Conteúdos
- Regionalização e formação da América Latina.
- Quadro natural – Relevo e Hidrografia.
- Clima e vegetação.
Procedimentos Metodológicos
Abertura (5 min) – Cumprimento e chamada.
Introdução (5 min) – Apresentação da proposta de aula.
Aplicação (35 min) – Correção e visto das atividades propostas na última aula.
Recursos didáticos – Quadro negro e giz.
Conclusão – Respostas às dúvidas.
Avaliação
Participação do aluno na correção das atividades.
Referências
BOLIGIAN, L; GARCIA, W; MARTINEZ, R; ALVES, A. Geografia: Espaço e Vivência. 8ºano. São Paulo: Atual, 2009.
Aula 6 – 10/06/11
Tema: O espaço agrário na América Latina.
Objetivos Específicos
Compreender o que é o espaço agrário.
Conhecer características gerais sobre a organização atual do espaço agrário da América Latina.
Conteúdos
- O que é o espaço agrário.
- Como a colonização interferiu no desenvolvimento do espaço latino-americano – mineração e agricultura.
- A mineração na atualidade.
Procedimentos Metodológicos
Abertura (5 min) – Cumprimento e chamada.
Introdução (2 min) – Apresentação do tema a ser trabalhado na aula.
Interpretação (15 min) – Exposição do conteúdo a ser trabalhado.
- Conceitos Gerais – O que é o espaço agrário; mineração.
- Conceitos específicos – O espaço agrário; a mineração no passado; a mineração na atualidade.
- Recursos Didáticos – Livro didático para os alunos acompanharem o conteúdo; texto complementar para reflexão dos alunos.
Aplicação (15 min) – Leitura de texto complementar para reflexão.
Conclusão (10 min) – Recapitulação dos principais pontos da aula. Verificação da aprendizagem.
Avaliação
Avaliação informal da aprendizagem através de questões orais e a partir da reflexão dos alunos sobre o texto complementar.
Referências
BOLIGIAN, L; GARCIA, W; MARTINEZ, R; ALVES, A. Geografia: Espaço e Vivência. 8ºano. São Paulo: Atual, 2009.
RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro. São Paulo: Companhia das Letras, 2006. In: BOLIGIAN, L; GARCIA, W; MARTINEZ, R; ALVES, A. Geografia: Espaço e Vivência. 8ºano. São Paulo: Atual, 2009.
Anexo
Texto complementar
As Opostas Visões
Os índios perceberam a chegada do europeu como um conhecimento a chegada do europeu como um acontecimento espantoso, só assimilável em sua visão mítica do mundo. Seriam gente de seu deus sol, o criador – Maíra -, que vinha milagrosamente sobre as ondas do mar grosso. Não havia como interpretar seus desígnios, tanto podiam ser ferozes como pacíficos, espoliadores ou doadores.
Provavelmente seriam pessoas generosas, achavam os índios. Mesmo porque, no seu mundo, mais belo era dar do que receber. Ali, ninguém jamais espoliara ninguém e a pessoa alguma se negava louvor por sua bravura e criatividade. Visivelmente, os recém-chegados, saídos do mar, eram feios, fétidos e infectos. Não havia como negá-lo. É certo que, depois do banho e da comida, melhoraram de aspecto e de modos. Maiores terão sido, provavelmente, as esperanças do que os temores daqueles primeiros índios. Tanto assim é que muitos deles embarcaram confiantes nas primeiras naus, crendo que seriam levados a Terras sem Males, morada de Maíra. Tanto que o índio passou a ser, depois do pau-brasil, a principal mercadoria de exportação para a metrópole.
Pouco mais tarde, essa visão idílica se dissipa. Nos anos seguintes, anula-se e reverte-se no seu contrário: os índios começam a ver a hecatombe que caíra sobre eles. Maíra, seu deus, estaria morto? Como explicar que o povo predileto sofresse tamanhas provações? Tão espantosas e terríveis eram elas que, para muitos índios, melhor fora morrer do que viver.
Mais tarde, com a destruição das bases da vida social indígena, a negação de todos os seus valores, o despojo, o cativeiro, muitíssimos índios deitavam em suas redes e se deixavam morrer, como só eles têm o poder de fazer. Morriam de tristeza, certos de que todo o futuro possível seria a negação mais horrível do passado, uma vida indigna de ser vivida por gente verdadeira.
RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.
Aula 7 – 13/06/11
Tema: O espaço agrário da América Latina.
Objetivos Específicos
Entender como as exportações influenciam na organização do espaço agrário latino-americano.
Perceber os contrastes existente nesse espaço agrário.
Conteúdos
- Monoculturas de exportação.
- Contrastes no espaço agrário latino-americano.
- O sistema agro-exportador.
Procedimentos Metodológicos
Abertura (5 min) – Cumprimento e chamada.
Introdução (2 min) – Recapitulação do conteúdo trabalhado na aula anterior e apresentação do tema a ser trabalhado na aula.
Interpretação (15 min) – Exposição do conteúdo a ser trabalhado.
- Conceitos Gerais – Monoculturas de exportação; contrastes no espaço agrário latino-americano; o sistema agro-exportador.
- Conceitos específicos – A exploração da terra; tecnologia no campo; concentração fundiária; a dependência do sistema agro-exportador.
- Recursos Didáticos – Livro didático para os alunos acompanharem o conteúdo.
Aplicação (15 min) – Construção coletiva do conhecimento (participação do aluno); leitura e interpretação de gráficos.
Conclusão (10 min) – Recapitulação dos principais pontos da aula. Verificação da aprendizagem.
Avaliação
Avaliação informal da aprendizagem através de questões orais.
Referências
BOLIGIAN, L; GARCIA, W; MARTINEZ, R; ALVES, A. Geografia: Espaço e Vivência. 8ºano. São Paulo: Atual, 2009.
Aula 8 – 14/06/11
Tema: O espaço agrário na América Latina.
Objetivos Específicos
Entender como as atividades no espaço agrário contribuíram para formar uma pluralidade cultural na América Latina.
Respeitar a diversidade étnico-cultural.
Conteúdos
- A formação étnico-cultural na América Latina.
- A produção agrícola da América Latina.
Procedimentos Metodológicos
Abertura (5 min) – Cumprimento e chamada.
Introdução (2 min) – Recapitulação do conteúdo trabalhado na aula anterior e apresentação do tema a ser trabalhado na aula.
Interpretação (15 min) – Exposição do conteúdo a ser trabalhado.
- Conceitos Gerais – A diversidade étnico-cultural da América Latina; a produção agrícola da América Latina.
- Conceitos específicos – A formação étnico-cultural da América Latina; composição étnico-cultural dos países latinos; a diversas produções da América Latina.
- Recursos Didáticos – Livro didático para os alunos acompanharem o conteúdo; texto complementar para melhor compreensão do assunto; imagens para melhor compreensão da modernização do campo.
Aplicação (15 min) – Construção coletiva do conhecimento (participação do aluno); leitura do texto complementar.
Conclusão (10 min) – Recapitulação dos principais pontos da aula. Verificação da aprendizagem.
Avaliação
Questões orais.
Referências
BETHELL, Leslic (org.) História da América Latina após 1930: economia e sociedade. São Paulo: Edusp; Brasília: Fundação Alexandre de Gusmão, 2005. In: BOLIGIAN, L; GARCIA, W; MARTINEZ, R; ALVES, A. Geografia: Espaço e Vivência. 8ºano. São Paulo: Atual, 2009.
Anexo
Texto complementar
Etnicidade e origem nacional
A América Latina tem uma rica diversidade étnica e cultural, em que muitos membros da população têm uma história de assimilação e miscigenação de grupos étnicos e raciais. Existe, na América Latina, um alto grau de ambivalência no que se refere a raça e etnicidade, sendo que muitos fatores diferenciais associados à raça são atribuídos, em vez disso, à classe social e econômica. Estatisticamente, as categorias étnicas e raciais são indefiníveis e difíceis de medir, ou porque as linhas que separam as categorias foram apagadas por causa da assimilação e da mestiçagem, ou porque suas associações à classe ocasionam informações ambíguas, particularmente quando se baseia na declaração do indivíduo a quem é dada a informação, ou dos próprios pesquisadores que consideram a raça em termos de classe. Por essa razão, nas estatísticas demográficas da América Latina, existe pouca informação abrangente sobre diferenças raciais e étnicas.
Até 1930, quatro grandes grupos tinham contribuído para a conformação étnica e racial da região. A população indígena autóctone incluía grupos que tinham desenvolvido uma agricultura organizada e sistemas urbanos da Mesoamérica pré-colombiana e na região andina. Seu número era relativamente grande no século XV, mas a conquista, as doenças e as duríssimas condições de vida reduziram-no drasticamente, nos dois primeiros séculos do domínio colonial espanhol. No entanto, essas populações voltaram a crescer a partir do século XVIII e representaram componentes importantes da população do México, da América Central e dos países andinos. Um segundo grupo eram os crioulos (criollos em espanhol), formado pelos nativos da América Latina que descendiam dos primeiros conquistadores espanhóis e portugueses e que, no fim da era colonial, controlavam a riqueza e o poder político da região. O terceiro grupo era formado pelos descendentes de escravos africanos que tinham sido importados, do século XVII ao XIX, para trabalhar nas lavouras, principalmente nas do Brasil e do Caribe, onde constituíam parcela importante da população. Os últimos a chegar foram os imigrantes, principalmente do sul e leste europeus, mas também do sul e leste asiáticos, os quais ocorreram em resposta à demanda de mão de obra gerada pela expansão das exportações ocorrida na região depois de 1850. Seus descendentes constituem um importante componente das populações da Argentina, Uruguai, Cuba e Sul do Brasil e, em menor grau, das do Chile, Venezuela, Costa Rica e alguns países do Caribe. [...]
BETHELL, Leslic (org.) História da América Latina após 1930: economia e sociedade. São Paulo: Edusp; Brasília: Fundação Alexandre de Gusmão, 2005.
Imagens sobre a modernização do campo
Aula 9 – 15/06/11
Tema: O espaço agrário na América Latina.
Objetivos Específicos
Entender a concentração fundiária dos países latino-americanos.
Compreender a questão da terra e reforma agrária na América Latina.
Criar uma posição em relação ao tema.
Conteúdos
- A concentração fundiária na América Latina.
- A questão da terra e da reforma agrária na América Latina.
Procedimentos Metodológicos
Abertura (5 min) – Cumprimento e chamada.
Introdução (2 min) – Recapitulação do conteúdo trabalhado na aula anterior e apresentação do tema a ser trabalhado na aula.
Interpretação (15 min) – Exposição do conteúdo a ser trabalhado.
- Conceitos Gerais – concentração fundiária; reforma agrária.
- Conceitos específicos – A concentração fundiária da América Latina; a questão da terra e a reforma agrária na América Latina.
- Recursos Didáticos – Livro didático para os alunos acompanharem o conteúdo.
Aplicação (15 min) – Construção coletiva do conhecimento (participação do aluno).
Conclusão (10 min) – Recapitulação dos principais pontos da aula. Verificação da aprendizagem.
Avaliação
Avaliação informal com questões orais.
Referências
BOLIGIAN, L; GARCIA, W; MARTINEZ, R; ALVES, A. Geografia: Espaço e Vivência. 8ºano. São Paulo: Atual, 2009.
Anexo
Mapas temáticos
Fotos
Aula 10 – 17/06/11
Tema: O espaço agrário na América Latina.
Objetivos Específicos
Entender a concentração fundiária dos países latino-americanos.
Compreender a questão da terra e reforma agrária na América Latina.
Criar uma posição em relação ao tema.
Conteúdos
- A concentração fundiária na América Latina.
- A questão da terra e da reforma agrária na América Latina.
Procedimentos Metodológicos
Abertura (5 min) – Cumprimento e chamada.
Introdução (5 min) – Recapitulação do conteúdo trabalhado na aula anterior.
Interpretação (15 min) – Exposição da proposta de trabalho em grupo (debate) a ser realizado no dia 21 de junho.
- Recursos Didáticos – Textos e mapas complementares que servirão de apoio aos alunos no debate.
Aplicação (15 min) – Leitura de textos e interpretação de mapas para dar suporte aos alunos no debate.
Conclusão (10 min) – Recapitulação dos principais pontos da aula. Solicitação de pesquisa sobre o tema proposto, para a próxima aula.
Avaliação
Avaliação informal com questões orais.
Referências
Anexo – Textos complementares.
Aula 11 – 20/06/11
Tema: O espaço agrário na América Latina.
Objetivos Específicos
Entender a concentração fundiária dos países latino-americanos.
Compreender a questão da terra e reforma agrária na América Latina.
Criar uma posição em relação ao tema.
Conteúdos
- A concentração fundiária na América Latina.
- A questão da terra e da reforma agrária na América Latina.
Procedimentos Metodológicos
Abertura (5 min) – Cumprimento e chamada.
Introdução (5 min) – Recapitulação do conteúdo trabalhado na aula anterior.
Interpretação (15 min) – Levantamento das pesquisas realizadas pelos alunos.
- Recursos Didáticos – textos, fotos, imagens e jornais trazidos pelos alunos.
Aplicação (15 min) – Análise e interpretação dos materiais trazidos pelos alunos.
Conclusão (10 min) – Respostas às dúvidas.
Avaliação
Entrega das pesquisas.
Aula 12 – 21/06/11
Tema: O espaço agrário na América Latina.
Objetivos Específicos
Debater com os colegas a questão da terra e da reforma agrária, pautados no conhecimento científico.
Conteúdos
- A concentração fundiária na América Latina.
- A questão da terra e da reforma agrária na América Latina.
Procedimentos Metodológicos
Abertura (5 min) – Arrumação da disposição das carteiras na sala de aula e posicionamento dos alunos.
Introdução (2 min) – Chamada.
Trabalho em grupo: Debate
- Abertura (3 min)
- Debate aberto (30 min)
- Veredito com argumentação (10 min)
Avaliação
Participação e disciplina dos alunos perante a atividade proposta.
Aula 13 – 22/06/11
Tema: Encerramento do estágio.
Objetivos Específicos
Dar a sua opinião sobre o trabalho desenvolvido no decorrer das 13 aulas.
Procedimentos Metodológicos
Abertura (5 min) – Cumprimento e chamada.
Introdução (2 min) – Explicação sobre a dinâmica da aula.
- (30 min) Bate-papo com os alunos sobre o aproveitamento das aulas e principalmente sobre o trabalho em grupo realizado na aula anterior.
- (10 min) Falar sobre a importância da escola e do conhecimento para a vida dos alunos.
Conclusão (3 min) - Encerramento do trabalho.
Tema: Apresentação sobre o estágio; América Latina – Regionalização e formação.
Objetivos Específicos
Definição do contrato de trabalho;
Compreender as principais características da formação do espaço geográfico dos países da América Latina.
Valorizar o processo histórico como origem da atual realidade.
Conteúdos
- Proposta do contrato de trabalho.
- Regionalização da América.
- Como a colonização interferiu no desenvolvimento do espaço latino-americano.
Procedimentos Metodológicos
Abertura (5 min) – Cumprimento e chamada.
Introdução (20 min) – Apresentação do trabalho que será realizado com a turma durante todo o estágio, contrato de trabalho e apresentação do tema a ser trabalhado na aula.
Interpretação (10 min) – Exposição dialogada do conteúdo a ser trabalhado.
- Relação da regionalização do mundo com a América – como se deu a regionalização da América.
- Conceitos Gerais – Localização; Regionalização; Formas de Colonização na América.
- Conceitos específicos – A localização da América e os países que a formam; sua regionalização em América Latina e América Anglo-saxônica; diferentes colonizações na América Latina.
- Recursos Didáticos – Livro didático para os alunos acompanharem o conteúdo e mapa mundi, a fim de mostrar a localização da América Latina e os seus países formadores.
Aplicação (5 min) - Exemplos – Colônia de exploração = Brasil; Colônia de povoamento = América anglo-saxônica.
Conclusão (5 min) – Recapitulação dos principais pontos da aula. Verificação da aprendizagem. Responder a dúvidas.
Avaliação
Avaliação informal da aprendizagem através de questões orais.
Referências
BOLIGIAN, L; GARCIA, W; MARTINEZ, R; ALVES, A. Geografia: Espaço e Vivência. 8ºano. São Paulo: Atual, 2009.
Aula 2 – 03/06/2011
Tema: América Latina – Quadro natural.
Objetivos Específicos
Compreender a riqueza da diversidade natural do espaço da América Latina.
Compreender as transformações do espaço latino no decorrer do tempo.
Perceber o relevo e a hidrografia como fenômenos atuantes no seu cotidiano.
Conteúdos
- O quadro natural da América Latina – Relevo e Hidrografia.
- A formação da Cordilheira dos Andes.
- A hidrografia da América Latina – Principais redes hidrográficas.
Procedimentos Metodológicos
Abertura (5 min) – Cumprimento e chamada.
Introdução (5 min) – Recapitulação do que foi trabalhado na aula anterior e apresentação do tema a ser trabalhado na aula.
Interpretação (20 min) – Exposição do conteúdo a ser trabalhado.
- Conceitos Gerais – O relevo da América Latina; A cordilheira dos Andes e as placas tectônicas; principais bacias hidrográficas.
- Conceitos específicos – A formação do relevo da América Latina; principais unidades do relevo; a cordilheira dos Andes formada a partir da tectônica de placas; os principais rios latino-americanos e sua localização.
- Recursos Didáticos – Livro didático para os alunos acompanharem o conteúdo. Mapas para que visualizem a cordilheira dos Andes e a hidrografia.
Aplicação (10 min) – Construção coletiva do conhecimento (participação do aluno).
Conclusão (8 min) – Recapitulação dos principais pontos da aula. Verificação da aprendizagem.
Avaliação
Avaliação informal da aprendizagem através de questões orais.
Referências
BOLIGIAN, L; GARCIA, W; MARTINEZ, R; ALVES, A. Geografia: Espaço e Vivência. 8ºano. São Paulo: Atual, 2009.
Aula 3 – 06/06/2011
Tema: América Latina – Clima e Vegetação.
Objetivos Específicos
Identificar os principais tipos de clima no continente.
Relacionar o clima ao tipo de vegetação.
Ler e interpretar imagens de satélite.
Utilizar sites para a previsão do tempo em sua cidade.
Conteúdos
- O clima da América Latina.
- A vegetação da América Latina.
Procedimentos Metodológicos
Abertura (5 min) – Cumprimento e chamada.
Introdução (5 min) – Recapitulação do conteúdo trabalhado na última aula e apresentação do tema a ser trabalhado na aula.
Interpretação (10 min) – Exposição do conteúdo a ser trabalhado.
- Conceitos Gerais – O clima da América Latina.
- Conceitos específicos – Principais massas de ar que atuam na América Latina; como a localização geográfica da América Latina influencia seu clima; domínios climáticos da América Latina e sua vegetação.
- Recursos Didáticos – Livro didático para os alunos acompanharem o conteúdo; mapas de massas de ar e imagens de satélite a fim de visualizarem a espacialização do clima.
Aplicação (20 min) – Construção coletiva do conhecimento (participação do aluno); leitura e interpretação de mapas e imagens de satélite.
Conclusão (10 min) – Ensinar aos alunos como ver a previsão do tempo pela internet através do site do INPE.
Avaliação
Avaliação informal da aprendizagem através de questões orais e de atividade relacionada às massas de ar.
Referências
BOLIGIAN, L; GARCIA, W; MARTINEZ, R; ALVES, A. Geografia: Espaço e Vivência. 8ºano. São Paulo: Atual, 2009.
INPE. Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. Disponível em
Anexo
Atividade sobre massas de ar
1) Cite 3 massas de ar que atuam sobre o Brasil e faça um destaque para a massa de ar que atua sobre Londrina.
2) Explique por que a Massa Equatorial Continental é úmida.
3) Explique o funcionamento de dois tipos de chuva.
4) Que fatores naturais proporcionam à América Latina uma grande diversidade de tipos climáticos?
5) A partir da leitura da imagem de satélite a seguir, explique as condições climáticas de hoje.
* Pegar a imagem de satélite do dia.
Aula 4 – 07/06/11
Tema: América Latina.
Objetivos Específicos
Fixar os conteúdos ministrados a partir da resolução de exercícios.
Conteúdos
- Regionalização e formação da América Latina.
- Quadro natural – Relevo e Hidrografia.
- Clima e vegetação.
Procedimentos Metodológicos
Abertura (5 min) – Cumprimento e chamada.
Introdução (5 min) – Apresentação da proposta de atividade a ser realizada na aula.
Aplicação (35 min) – Proposta de atividade a ser realizada em sala através de ditado; auxílio à resolução da atividade pelos alunos.
Avaliação
Questões escritas.
Referências
BOLIGIAN, L; GARCIA, W; MARTINEZ, R; ALVES, A. Geografia: Espaço e Vivência. 8ºano. São Paulo: Atual, 2009.
Anexo
Questões referentes ao conteúdo trabalhado.
1) Quais foram os tipos de colonização existentes nas Américas? Por quem elas foras colonizadas?
2) Escreva um pequeno texto sobre a relação desenvolvimento econômico X ocupação do espaço. (mínimo 7 linhas)
3) Classificar um país como latino-americano ou anglo-saxônico é suficiente para sabermos quais são as suas principais características? Por quê?
4) Que outras regionalizações podem ser empregadas à América? Cite pelo menos 3 escreva o critério utilizado.
5) Como foi formada a Cordilheira dos Andes?
6) Quais são as principais redes hidrográficas da América Latina?
7) Por que existem vários domínios climáticos na América Latina?
8) Quais são as massas de ar atuantes na América do Sul?
9) Cite exemplos de situações em que a altitude e o relevo influenciam no cotidiano das pessoas.
10) Por que a Condilheira dos Andes é essencial para a América do Sul?
Aula 5 – 08/06/11
Tema: América Latina.
Objetivos Específicos
Fixar os conteúdos ministrados a partir da correção dos exercícios.
Conteúdos
- Regionalização e formação da América Latina.
- Quadro natural – Relevo e Hidrografia.
- Clima e vegetação.
Procedimentos Metodológicos
Abertura (5 min) – Cumprimento e chamada.
Introdução (5 min) – Apresentação da proposta de aula.
Aplicação (35 min) – Correção e visto das atividades propostas na última aula.
Recursos didáticos – Quadro negro e giz.
Conclusão – Respostas às dúvidas.
Avaliação
Participação do aluno na correção das atividades.
Referências
BOLIGIAN, L; GARCIA, W; MARTINEZ, R; ALVES, A. Geografia: Espaço e Vivência. 8ºano. São Paulo: Atual, 2009.
Aula 6 – 10/06/11
Tema: O espaço agrário na América Latina.
Objetivos Específicos
Compreender o que é o espaço agrário.
Conhecer características gerais sobre a organização atual do espaço agrário da América Latina.
Conteúdos
- O que é o espaço agrário.
- Como a colonização interferiu no desenvolvimento do espaço latino-americano – mineração e agricultura.
- A mineração na atualidade.
Procedimentos Metodológicos
Abertura (5 min) – Cumprimento e chamada.
Introdução (2 min) – Apresentação do tema a ser trabalhado na aula.
Interpretação (15 min) – Exposição do conteúdo a ser trabalhado.
- Conceitos Gerais – O que é o espaço agrário; mineração.
- Conceitos específicos – O espaço agrário; a mineração no passado; a mineração na atualidade.
- Recursos Didáticos – Livro didático para os alunos acompanharem o conteúdo; texto complementar para reflexão dos alunos.
Aplicação (15 min) – Leitura de texto complementar para reflexão.
Conclusão (10 min) – Recapitulação dos principais pontos da aula. Verificação da aprendizagem.
Avaliação
Avaliação informal da aprendizagem através de questões orais e a partir da reflexão dos alunos sobre o texto complementar.
Referências
BOLIGIAN, L; GARCIA, W; MARTINEZ, R; ALVES, A. Geografia: Espaço e Vivência. 8ºano. São Paulo: Atual, 2009.
RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro. São Paulo: Companhia das Letras, 2006. In: BOLIGIAN, L; GARCIA, W; MARTINEZ, R; ALVES, A. Geografia: Espaço e Vivência. 8ºano. São Paulo: Atual, 2009.
Anexo
Texto complementar
As Opostas Visões
Os índios perceberam a chegada do europeu como um conhecimento a chegada do europeu como um acontecimento espantoso, só assimilável em sua visão mítica do mundo. Seriam gente de seu deus sol, o criador – Maíra -, que vinha milagrosamente sobre as ondas do mar grosso. Não havia como interpretar seus desígnios, tanto podiam ser ferozes como pacíficos, espoliadores ou doadores.
Provavelmente seriam pessoas generosas, achavam os índios. Mesmo porque, no seu mundo, mais belo era dar do que receber. Ali, ninguém jamais espoliara ninguém e a pessoa alguma se negava louvor por sua bravura e criatividade. Visivelmente, os recém-chegados, saídos do mar, eram feios, fétidos e infectos. Não havia como negá-lo. É certo que, depois do banho e da comida, melhoraram de aspecto e de modos. Maiores terão sido, provavelmente, as esperanças do que os temores daqueles primeiros índios. Tanto assim é que muitos deles embarcaram confiantes nas primeiras naus, crendo que seriam levados a Terras sem Males, morada de Maíra. Tanto que o índio passou a ser, depois do pau-brasil, a principal mercadoria de exportação para a metrópole.
Pouco mais tarde, essa visão idílica se dissipa. Nos anos seguintes, anula-se e reverte-se no seu contrário: os índios começam a ver a hecatombe que caíra sobre eles. Maíra, seu deus, estaria morto? Como explicar que o povo predileto sofresse tamanhas provações? Tão espantosas e terríveis eram elas que, para muitos índios, melhor fora morrer do que viver.
Mais tarde, com a destruição das bases da vida social indígena, a negação de todos os seus valores, o despojo, o cativeiro, muitíssimos índios deitavam em suas redes e se deixavam morrer, como só eles têm o poder de fazer. Morriam de tristeza, certos de que todo o futuro possível seria a negação mais horrível do passado, uma vida indigna de ser vivida por gente verdadeira.
RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.
Aula 7 – 13/06/11
Tema: O espaço agrário da América Latina.
Objetivos Específicos
Entender como as exportações influenciam na organização do espaço agrário latino-americano.
Perceber os contrastes existente nesse espaço agrário.
Conteúdos
- Monoculturas de exportação.
- Contrastes no espaço agrário latino-americano.
- O sistema agro-exportador.
Procedimentos Metodológicos
Abertura (5 min) – Cumprimento e chamada.
Introdução (2 min) – Recapitulação do conteúdo trabalhado na aula anterior e apresentação do tema a ser trabalhado na aula.
Interpretação (15 min) – Exposição do conteúdo a ser trabalhado.
- Conceitos Gerais – Monoculturas de exportação; contrastes no espaço agrário latino-americano; o sistema agro-exportador.
- Conceitos específicos – A exploração da terra; tecnologia no campo; concentração fundiária; a dependência do sistema agro-exportador.
- Recursos Didáticos – Livro didático para os alunos acompanharem o conteúdo.
Aplicação (15 min) – Construção coletiva do conhecimento (participação do aluno); leitura e interpretação de gráficos.
Conclusão (10 min) – Recapitulação dos principais pontos da aula. Verificação da aprendizagem.
Avaliação
Avaliação informal da aprendizagem através de questões orais.
Referências
BOLIGIAN, L; GARCIA, W; MARTINEZ, R; ALVES, A. Geografia: Espaço e Vivência. 8ºano. São Paulo: Atual, 2009.
Aula 8 – 14/06/11
Tema: O espaço agrário na América Latina.
Objetivos Específicos
Entender como as atividades no espaço agrário contribuíram para formar uma pluralidade cultural na América Latina.
Respeitar a diversidade étnico-cultural.
Conteúdos
- A formação étnico-cultural na América Latina.
- A produção agrícola da América Latina.
Procedimentos Metodológicos
Abertura (5 min) – Cumprimento e chamada.
Introdução (2 min) – Recapitulação do conteúdo trabalhado na aula anterior e apresentação do tema a ser trabalhado na aula.
Interpretação (15 min) – Exposição do conteúdo a ser trabalhado.
- Conceitos Gerais – A diversidade étnico-cultural da América Latina; a produção agrícola da América Latina.
- Conceitos específicos – A formação étnico-cultural da América Latina; composição étnico-cultural dos países latinos; a diversas produções da América Latina.
- Recursos Didáticos – Livro didático para os alunos acompanharem o conteúdo; texto complementar para melhor compreensão do assunto; imagens para melhor compreensão da modernização do campo.
Aplicação (15 min) – Construção coletiva do conhecimento (participação do aluno); leitura do texto complementar.
Conclusão (10 min) – Recapitulação dos principais pontos da aula. Verificação da aprendizagem.
Avaliação
Questões orais.
Referências
BETHELL, Leslic (org.) História da América Latina após 1930: economia e sociedade. São Paulo: Edusp; Brasília: Fundação Alexandre de Gusmão, 2005. In: BOLIGIAN, L; GARCIA, W; MARTINEZ, R; ALVES, A. Geografia: Espaço e Vivência. 8ºano. São Paulo: Atual, 2009.
Anexo
Texto complementar
Etnicidade e origem nacional
A América Latina tem uma rica diversidade étnica e cultural, em que muitos membros da população têm uma história de assimilação e miscigenação de grupos étnicos e raciais. Existe, na América Latina, um alto grau de ambivalência no que se refere a raça e etnicidade, sendo que muitos fatores diferenciais associados à raça são atribuídos, em vez disso, à classe social e econômica. Estatisticamente, as categorias étnicas e raciais são indefiníveis e difíceis de medir, ou porque as linhas que separam as categorias foram apagadas por causa da assimilação e da mestiçagem, ou porque suas associações à classe ocasionam informações ambíguas, particularmente quando se baseia na declaração do indivíduo a quem é dada a informação, ou dos próprios pesquisadores que consideram a raça em termos de classe. Por essa razão, nas estatísticas demográficas da América Latina, existe pouca informação abrangente sobre diferenças raciais e étnicas.
Até 1930, quatro grandes grupos tinham contribuído para a conformação étnica e racial da região. A população indígena autóctone incluía grupos que tinham desenvolvido uma agricultura organizada e sistemas urbanos da Mesoamérica pré-colombiana e na região andina. Seu número era relativamente grande no século XV, mas a conquista, as doenças e as duríssimas condições de vida reduziram-no drasticamente, nos dois primeiros séculos do domínio colonial espanhol. No entanto, essas populações voltaram a crescer a partir do século XVIII e representaram componentes importantes da população do México, da América Central e dos países andinos. Um segundo grupo eram os crioulos (criollos em espanhol), formado pelos nativos da América Latina que descendiam dos primeiros conquistadores espanhóis e portugueses e que, no fim da era colonial, controlavam a riqueza e o poder político da região. O terceiro grupo era formado pelos descendentes de escravos africanos que tinham sido importados, do século XVII ao XIX, para trabalhar nas lavouras, principalmente nas do Brasil e do Caribe, onde constituíam parcela importante da população. Os últimos a chegar foram os imigrantes, principalmente do sul e leste europeus, mas também do sul e leste asiáticos, os quais ocorreram em resposta à demanda de mão de obra gerada pela expansão das exportações ocorrida na região depois de 1850. Seus descendentes constituem um importante componente das populações da Argentina, Uruguai, Cuba e Sul do Brasil e, em menor grau, das do Chile, Venezuela, Costa Rica e alguns países do Caribe. [...]
BETHELL, Leslic (org.) História da América Latina após 1930: economia e sociedade. São Paulo: Edusp; Brasília: Fundação Alexandre de Gusmão, 2005.
Imagens sobre a modernização do campo
Aula 9 – 15/06/11
Tema: O espaço agrário na América Latina.
Objetivos Específicos
Entender a concentração fundiária dos países latino-americanos.
Compreender a questão da terra e reforma agrária na América Latina.
Criar uma posição em relação ao tema.
Conteúdos
- A concentração fundiária na América Latina.
- A questão da terra e da reforma agrária na América Latina.
Procedimentos Metodológicos
Abertura (5 min) – Cumprimento e chamada.
Introdução (2 min) – Recapitulação do conteúdo trabalhado na aula anterior e apresentação do tema a ser trabalhado na aula.
Interpretação (15 min) – Exposição do conteúdo a ser trabalhado.
- Conceitos Gerais – concentração fundiária; reforma agrária.
- Conceitos específicos – A concentração fundiária da América Latina; a questão da terra e a reforma agrária na América Latina.
- Recursos Didáticos – Livro didático para os alunos acompanharem o conteúdo.
Aplicação (15 min) – Construção coletiva do conhecimento (participação do aluno).
Conclusão (10 min) – Recapitulação dos principais pontos da aula. Verificação da aprendizagem.
Avaliação
Avaliação informal com questões orais.
Referências
BOLIGIAN, L; GARCIA, W; MARTINEZ, R; ALVES, A. Geografia: Espaço e Vivência. 8ºano. São Paulo: Atual, 2009.
Anexo
Mapas temáticos
Fotos
Aula 10 – 17/06/11
Tema: O espaço agrário na América Latina.
Objetivos Específicos
Entender a concentração fundiária dos países latino-americanos.
Compreender a questão da terra e reforma agrária na América Latina.
Criar uma posição em relação ao tema.
Conteúdos
- A concentração fundiária na América Latina.
- A questão da terra e da reforma agrária na América Latina.
Procedimentos Metodológicos
Abertura (5 min) – Cumprimento e chamada.
Introdução (5 min) – Recapitulação do conteúdo trabalhado na aula anterior.
Interpretação (15 min) – Exposição da proposta de trabalho em grupo (debate) a ser realizado no dia 21 de junho.
- Recursos Didáticos – Textos e mapas complementares que servirão de apoio aos alunos no debate.
Aplicação (15 min) – Leitura de textos e interpretação de mapas para dar suporte aos alunos no debate.
Conclusão (10 min) – Recapitulação dos principais pontos da aula. Solicitação de pesquisa sobre o tema proposto, para a próxima aula.
Avaliação
Avaliação informal com questões orais.
Referências
Anexo – Textos complementares.
Aula 11 – 20/06/11
Tema: O espaço agrário na América Latina.
Objetivos Específicos
Entender a concentração fundiária dos países latino-americanos.
Compreender a questão da terra e reforma agrária na América Latina.
Criar uma posição em relação ao tema.
Conteúdos
- A concentração fundiária na América Latina.
- A questão da terra e da reforma agrária na América Latina.
Procedimentos Metodológicos
Abertura (5 min) – Cumprimento e chamada.
Introdução (5 min) – Recapitulação do conteúdo trabalhado na aula anterior.
Interpretação (15 min) – Levantamento das pesquisas realizadas pelos alunos.
- Recursos Didáticos – textos, fotos, imagens e jornais trazidos pelos alunos.
Aplicação (15 min) – Análise e interpretação dos materiais trazidos pelos alunos.
Conclusão (10 min) – Respostas às dúvidas.
Avaliação
Entrega das pesquisas.
Aula 12 – 21/06/11
Tema: O espaço agrário na América Latina.
Objetivos Específicos
Debater com os colegas a questão da terra e da reforma agrária, pautados no conhecimento científico.
Conteúdos
- A concentração fundiária na América Latina.
- A questão da terra e da reforma agrária na América Latina.
Procedimentos Metodológicos
Abertura (5 min) – Arrumação da disposição das carteiras na sala de aula e posicionamento dos alunos.
Introdução (2 min) – Chamada.
Trabalho em grupo: Debate
- Abertura (3 min)
- Debate aberto (30 min)
- Veredito com argumentação (10 min)
Avaliação
Participação e disciplina dos alunos perante a atividade proposta.
Aula 13 – 22/06/11
Tema: Encerramento do estágio.
Objetivos Específicos
Dar a sua opinião sobre o trabalho desenvolvido no decorrer das 13 aulas.
Procedimentos Metodológicos
Abertura (5 min) – Cumprimento e chamada.
Introdução (2 min) – Explicação sobre a dinâmica da aula.
- (30 min) Bate-papo com os alunos sobre o aproveitamento das aulas e principalmente sobre o trabalho em grupo realizado na aula anterior.
- (10 min) Falar sobre a importância da escola e do conhecimento para a vida dos alunos.
Conclusão (3 min) - Encerramento do trabalho.
América: aspectos naturais
Plano de aula 8
1) Tema da aula: América: aspectos naturais Estagiário responsável: Pedro Höfig data da aula: 24/06/11
2) Objetivos específicos:
Conhecer os tipos de clima do continente americano e os fatores que influem em sua ocorrência; identificar as paisagens vegetais encontradas no continente americano e sua relação com os tipos de clima.
3) Conteúdos:
A ação do relevo, as massas de ar e as correntes marítimas na configuração dos climas e paisagens vegetais no continente americano: clima polar e tundra, clima frio e taiga, clima frio de montanha e a vegetação de altitude, clima temperado e a floresta temperada, clima subtropical e a mata das araucárias, clima tropical e a floresta tropical, clima equatorial e a floresta tropical, clima semiárido e a caatinga, clima árido e o deserto. Destaque para o clima local e sua influência no cotidiano do aluno.
1) Recursos didáticos:
2) Estudo dirigido, livros, mapa, quadro-de-giz.
5) Procedimentos metodológicos:
Chamada: 5 minutos.
Questionamentos buscando saber o conhecimento prévio dos alunos sobre o tema e aula expositiva: 15 minutos.
Questões página 90 (execução e correção): 25 minutos.
Conclusão: pontos mais importantes, sanar dúvidas e apontar a próxima aula: 5 minutos.
6) Avaliação:
Questões página 90:
1) Uma característica marcante do continente americano é a diversidade climática. Aponte alguns dos fatores que possibilitam a existência dessa diversidade.
2) Observe o mapa e responda.
A) Qual o nome da região do continente americano que está representada no mapa?
b) Que países formam essa região do continente americano?
3) Observe o esquema a seguir.
a) Como a latitude e a altitude interferem nas características do clima de uma região?
b) Em quais níveis de altitude e de latitude são encontradas as condições mais adequadas para o desenvolvimento de florestas tropicais? Justifique sua resposta.
5) A maior bacia hidrográfica da América do Sul e do mundo é a do rio Amazonas. Entretanto, a bacia que concentra a maioria das usinas hidrelétricas é a bacia Platina. Apresente as razões que explicam esse fato.
7) Auto-avaliação:
8) Referências:
LUCCI, E. A.; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 8º ano. São Paulo: Saraiva, 2010.
MAGNOLI, D. Estudos de geografia: 8º ano. São Paulo: Atual, 2008.
SAMPAIO, F. dos S.; SILVA, V. A. da. Para viver juntos: geografia 8º ano. São Paulo: Edições SM, 2009.
Avaliação dos conteúdos sobre o universo e o planeta Terra
1) Tema da aula Avaliação dos conteúdos sobre o universo e o planeta Terra Estagiário Responsável Glauco Marighella Ferreira da Silva Data 09/06/2011
2) Objetivos específicos
Avaliar a aprendizagem dos alunos
3) Conteúdo
O universo, a via-láctea
o Sistema Solar
Exploração do espaço e vida na Terra
Os movimentos do planeta Terra e a Lua
Incidência solar e clima terrestre
4) Recursos didáticos
Lousa.
5) Procedimentos metodológicos
Chamada: 5 min
Entrega da avaliação para os presentes: 3 min
Explicação da avaliação: 2 min
Tempo para responderem as questões: 35 min
Conforme forem terminando os alunos devem copiar um mapa que acharem interessante.
Recolhimento da avaliação: 5 min
6) Avaliação
7) Auto-avaliação
8) Referências
SAMPAIO, F. S. Para viver juntos: Geografia, 6º ano: ensino fundamental. São Paulo: Edições SM, 2009.
LUCCI, E. A; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 6º ano. São Paulo: Saraiva, 2010. 22 ed.
DEMÉTRIO, M. Estudos de Geografia, 6º ano. São Paulo: Atual, 2008.
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O universo, a via-láctea
O universo, a via-láctea
1) Tema da aula O universo, a via-láctea Estagiário Responsável Glauco Marighella Ferreira da Silva Data 01/06/2011
2) Objetivos específicos
Situar o aluno no espaço, dando introdução para entender o planeta Terra e a dinâmica do universo e do espaço vivido.
3) Conteúdo
Formação do universo,
Constituição do universo,
Formas universais.
4) Recursos didáticos
Lousa, livro didático, vídeos, imagens.
5) Procedimentos metodológicos
Apresentação do professor e contrato de trabalho: 10 min.
Introdução ao conteúdo: 5 min
Explicação sobre o início do universo, Big Bang e expansão: 5 min.
Vídeo sobre Big Bang 5 min
Explicação sobre a formação da Via-Láctea: 10 min
Vídeo e imagens. 5 min
Exercícios propostos no livro e pelo professor. 10 min
6) Avaliação
Exercícios do livro didático e exercícios propostos pelo professor.
Atividade para casa: Observação do céu à noite
Questões:
1) Segundo as teorias científicas, como o universo foi criado?
2) Se fossemos representar o Universo em um desenho, e quiséssemos desenhar o planeta Terra, de que tamanho ele seria?
3) Qual a diferença entre uma estrela e um planeta?
4) Quais são os principais corpos celestes?
5) Do que é constituído a Via-Láctea?
6) O homem pode viajar por toda a Via-Láctea? Por quê?
7) O que aconteceu no Big Bang?
8) Como você acha que o universo foi criado?
7) Auto-avaliação
8) Referências
SAMPAIO, F. S. Para viver juntos: Geografia, 6º ano: ensino fundamental. São Paulo: Edições SM, 2009.
LUCCI, E. A; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 6º ano. São Paulo: Saraiva, 2010. 22 ed.
DEMÉTRIO, M. Estudos de Geografia, 6º ano. São Paulo: Atual, 2008.
9) Anexos
Galáxias
Galáxias
Via Láctea
Cometa Halley
Estrelas cadentes
Queda de meteoro
Lua
Asteróides
Vídeo
http://www.youtube.com/watch?v=rfkyGKN39qo&feature=related
Vídeo demonstra o Big Bang e a expansão do universo e como ele foi comprovado pelos diversos cientistas que estudam essa expansão.
Plano de aula 2
1) Tema da aula o Sistema Solar, Estagiário Responsável Glauco Marighella Ferreira da Silva Data 01/06/2011
2) Objetivos específicos
Elaborar uma concepção de sistema solar para possibilitar o estudo do planeta Terra, que podem ser verificados no seu cotidiano.
3) Conteúdo
O sistema solar e os planetas,
Relativização com a Terra e a diferença deles com o nosso planeta.
4) Recursos didáticos
Lousa, livro didático, vídeos, imagens e atividade lúdica demonstrando os movimentos dos planetas em volta do Sol.
5) Procedimentos metodológicos
Chamada: 5 min
Retomada do tema sobre formação do universo para fazer a ponte com o sistema Solar e correção dos exercícios: 10 min
Formação do Sistema Solar: 5 min
Explicação sobre o Sistema Solar (quando e como se formou, além das disposição dos planetas) e os planetas que o compõem (destacando suas características): 5 min
Comparação do planeta Terra com os outros planetas: 5 min
Atividade interativa sobre o Sistema Solar : 10 min
Execução e correção dos exercícios do livro e propostos pelo professor: 10 min
Atividade para casa.
6) Avaliação
Exercícios
Atividade para casa
Questões:
1) Construa uma ilustração do sistema Solar.
2) O que é o Sistema Solar?
3) Qual o maior astro do sistema Solar? Qual sua importância para o ser humano?
4) O que são planetas interiores e exteriores?
5) A distância dos planetas em relação ao Sol interfere na temperatura dos planetas e a velocidade de rotação. Coloque em os planetas em ordem crescente de temperatura e de velocidade de rotação: Mercúrio; Terra; Netuno.
6) O que são satélites naturais? Cite 2 planetas que tem esses astros em órbita.
7) O que são anéis e quais planetas têm essas formações?
7) Auto-avaliação
8) Referências
SAMPAIO, F. S. Para viver juntos: Geografia, 6º ano: ensino fundamental. São Paulo: Edições SM, 2009.
LUCCI, E. A; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 6º ano. São Paulo: Saraiva, 2010. 22 ed.
DEMÉTRIO, M. Estudos de Geografia, 6º ano. São Paulo: Atual, 2008.
9) Anexos
Vídeos
http://www.youtube.com/watch?v=vvjMv6P78kA
Luas do Sistema
Sistema Solar
Escala
Plano de aula 3
1) Tema da aula Exploração do espaço e vida na Terra Estagiário Responsável Glauco Marighella Ferreira da Silva Data 02/06/2011
2) Objetivos específicos
Entender os fatores que possibilitam a vida na Terra como nós a conhecemos e demonstrar os avanços tecnológicos que possibilitaram a exploração do universo e da Terra e suas implicações para a vida cotidiana.
3) Conteúdo
Fatores para a vida em nosso planeta
Exploração espacial
Espaço
Lua
Marte
Vida extraterrestre
Avanços tecnológicos
4) Recursos didáticos
Sinésio, Vídeo, fotos, imagens espaciais.
5) Procedimentos metodológicos
Chamada: 5 min
Retomada do tema e correção dos exercícios: 10 min
Apresentação do Sinésio: 20 min
Vídeo para exemplificar as considerações Imagens obtidas do espaço:
5 min
Discussão sobre avanços tecnológicos gerados por essa exploração para a vida cotidiana: 5 min
Diferenciação dos planetas expostos por Sinésio e os fatores que possibilitam a vida na Terra: 5 min
Exercícios para casa.
6) Avaliação
Questões para ser recolhido semana para a próxima aula:
1. Que instrumentos podem ser utilizados para observação espacial?
2. Por que a vida na Terra é possível?
3. Por que Plutão é considerado um planeta anão?
4. O que é o sistema Solar?
5. É possível existir vida como nós conhecemos no sistema Solar? E No Universo?
6. Que avanços tecnológicos a Corrida Espacial possibilitou para o nosso dia a dia?
7. O que é a Estação Espacial Internacional?
8. O que o Brasil desenvolveu para explorar o espaço e a Terra?
9. Para quê servem os satélites artificiais?
7) Auto-avaliação
8) Referências
SAMPAIO, F. S. Para viver juntos: Geografia, 6º ano: ensino fundamental. São Paulo: Edições SM, 2009.
LUCCI, E. A; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 6º ano. São Paulo: Saraiva, 2010. 22 ed.
DEMÉTRIO, M. Estudos de Geografia, 6º ano. São Paulo: Atual, 2008.
9) Anexos
Estação Espacial Internacional
Filme
Alienígena
OVINI
GPS
Plano de Aula 4
1) Tema da aula Os movimentos do planeta Terra e a Lua Estagiário Responsável Glauco Marighella Ferreira da Silva Data 08/06/2011
2) Objetivos Específicos
Construir com o aluno as concepções de movimentos do planeta Terra e da Lua, demonstrando a importância da interação entre os dois corpos para a vida na Terra.
3) Conteúdo
Inclinação do eixo,
Rotação e translação da Terra e da Lua,
Eclipse,
Movimento aparente do Sol
Sucessão de dias e noites,
Influência da Lua no planeta Terra e sua influência na vida cotidiana.
4) Recursos didáticos
Lousa, livro didático, vídeos, imagens e atividade em grupo.
5) Procedimentos metodológicos
Chamada e Recolhimento da atividade da aula anterior: 5 min.
Retomada do tema anterior como base para a próxima aula e correção dos exercícios: 10 min.
Apresentação do conteúdo e do objetivo da aula: 5 min.
Exposição sobre os movimentos do planeta e da Lua, eclipse e sua influência na vida: 10 min.
Vídeo: 5 min.
Sucessão de dias e noites e movimento aparente do sol: 5 min.
Atividade em grupo sobre os movimentos demonstrados e avaliação da aprendizagem: 10 min.
Atividade para casa.
6) Avaliação
Participação da atividade em grupo
Atividade para casa
Questões:
1. O que são os movimentos de Rotação e Translação da Terra e como eles influenciam no tempo e no clima?
2. Qual a influência da Lua no planeta?
3. O que são os eclipses?
4. Por que acontecem os dias e as noites?
5. Explique o movimento aparente do Sol.
7) Auto-avaliação
8) Referências
SAMPAIO, F. S. Para viver juntos: Geografia, 6º ano: ensino fundamental. São Paulo: Edições SM, 2009.
LUCCI, E. A; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 6º ano. São Paulo: Saraiva, 2010. 22 ed.
DEMÉTRIO, M. Estudos de Geografia, 6º ano. São Paulo: Atual, 2008.
9) Anexos
Movimentos da Terra
http://www.youtube.com/watch?v=qc1rzryczdw
Vídeo demonstrando os movimentos da Terra de rotação e translação
Eclipse Hawaii 2007
http://www.youtube.com/watch?v=2dk--lPAi04&feature=related
Eclipse Austrália, 2002.
http://www.youtube.com/watch?v=VGMotGL875M&feature=related
Fases da Lua
http://www.youtube.com/watch?v=gM0RIZDZ7e8&feature=related
Como se dá as diferentes fases da Lua.
Marés
http://www.youtube.com/watch?v=clZnxlzGv-4
Os efeitos das marés no planeta Terra.
Barco Encalhado
Plano de aula 5
1) Tema da aula Incidência solar e clima terrestre Estagiário Responsável Glauco Marighella Ferreira da Silva Data 08/06/2011
2) Objetivos específicos
Demonstrar como as incidências dos raios solares causam efeitos diferentes em cada região e como isso influência nas paisagens e no clima do globo. Relacionando com o dia a dia dos alunos através de exemplos por eles expostos.
3) Conteúdo
Zonas térmicas,
Estações do ano
Paisagens
4) Recursos didáticos
Lousa, livro didático, vídeos, imagens.
5) Procedimentos metodológicos
Chamada: 5 min
Retomada do tema e correção dos exercícios: 10 min
Incidência solar (como se dá devido a inclinação do eixo e exposição direta nas estações do ano): 5 min
Zonas térmicas: 5 min
Influência no dia a dia: 5 min
Diferenciação das paisagens: 5 min
Exercícios propostos no livro e pelo professor: 15 min
Propostas de trabalho para casa
6) Avaliação
Exercícios
Avaliação para casa: trazer uma imagem de cada estação do ano.
Questões:
1. Por que ocorrem diferentes zonas térmicas no planeta Terra?
2. Como se caracteriza cada estação do ano?
3. Como as estações influenciam na sua vida cotidiana?
4. Quais os melhores meses para ir à praia?
5. Quais são as zonas térmicas do planeta Terra? Em qual Londrina está situada?
6. Por que as áreas próximas a linha do Equador o clima não é bem definido? E por que os pólos são predominantemente mais frios?
7. Segundo o estudado, em qual cidade estaria mais frio em julho: Londrina ou Manaus?
7) Auto-avaliação
8) Referências
SAMPAIO, F. S. Para viver juntos: Geografia, 6º ano: ensino fundamental. São Paulo: Edições SM, 2009.
LUCCI, E. A; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 6º ano. São Paulo: Saraiva, 2010. 22 ed.
DEMÉTRIO, M. Estudos de Geografia, 6º ano. São Paulo: Atual, 2008.
9) Anexos
Estações do ano
http://www.youtube.com/watch?v=6K0oUtBkJpk
http://blogmail.com.br/estacoes-do-ano-no-brasil/
Estações
http://www.escolakids.com/estacoes-do-ano.htm
Estações do ano
http://geografiam.wordpress.com/posts/
Zonas Térmicas
Plano de aula 6
1) Tema da aula Avaliação dos conteúdos sobre o universo e o planeta Terra Estagiário Responsável Glauco Marighella Ferreira da Silva Data 09/06/2011
2) Objetivos específicos
Avaliar a aprendizagem dos alunos
3) Conteúdo
O universo, a via-láctea
o Sistema Solar
Exploração do espaço e vida na Terra
Os movimentos do planeta Terra e a Lua
Incidência solar e clima terrestre
4) Recursos didáticos
Lousa.
5) Procedimentos metodológicos
Chamada: 5 min
Entrega da avaliação para os presentes: 3 min
Explicação da avaliação: 2 min
Tempo para responderem as questões: 35 min
Conforme forem terminando os alunos devem copiar um mapa que acharem interessante.
Recolhimento da avaliação: 5 min
6) Avaliação
7) Auto-avaliação
8) Referências
SAMPAIO, F. S. Para viver juntos: Geografia, 6º ano: ensino fundamental. São Paulo: Edições SM, 2009.
LUCCI, E. A; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 6º ano. São Paulo: Saraiva, 2010. 22 ed.
DEMÉTRIO, M. Estudos de Geografia, 6º ano. São Paulo: Atual, 2008.
9) Anexos
Plano de aula 7
1) Tema da aula Fuso-horário Estagiário Responsável Glauco Marighella Ferreira da Silva Data 15/06/2011
2) Objetivos específicos
Compreender a divisão do planeta em fuso e como isso se reflete no dia a dia.
3) Conteúdo
Fuso-horário
4) Recursos didáticos
Lousa, livro didático, vídeos, imagens, globo
5) Procedimentos metodológicos
Chamada: 5 min
Entrega da Avaliação e correção: 15 min
Introdução sobre fuso horário: 5 min
Discussão sobre a implicação no dia a dia...: 5 min
Explicação sobre fuso-horário (como ele elaborado e sua distribuição no mundo e no Brasil): 10 min
Exercícios propostos no livro e pelo professor: 10 min
Proposta de trabalhos para casa
Entrega de projeto de trabalho valendo nota
6) Avaliação
Exercícios
Questões:
Trabalho para casa:
• Elaborar um Mapa-Múndi localizando um país de cada continente e estabelecer o horário em cada um deles utilizando o fuso-horário.
7) Auto-avaliação
8) Referências
SAMPAIO, F. S. Para viver juntos: Geografia, 6º ano: ensino fundamental. São Paulo: Edições SM, 2009.
LUCCI, E. A; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 6º ano. São Paulo: Saraiva, 2010. 22 ed.
DEMÉTRIO, M. Estudos de Geografia, 6º ano. São Paulo: Atual, 2008.
9) Anexos
Notícia:
http://www.youtube.com/watch?v=e4HpBjJrvdc
O vídeo demonstra um problema gerado pelo fuso horário, ilustrando para os alunos como se dá o fuso horário em uma região diferente.
Plano de aula 8
1) Tema da aula O planeta Terra: litosfera e estrutura Estagiário Responsável Glauco Marighella Ferreira da Silva Data 15/06/2011
2) Objetivos específicos
Construir com o aluno os diferentes ambientes encontrados na litosfera terrestre, interligando os meios bióticos e abióticos.
3) Conteúdo
A Terra e seus ambientes
A estrutura da Terra
A litosfera e biosfera
4) Recursos didáticos
Lousa, livro didático, vídeos, imagens.
5) Procedimentos metodológicos
Chamada: 5 min
Explicação sobre a constituição interna da Terra: 5 min
As diferentes esferas do planeta: 10 min
Atividade: jogo sobre as esferas: 15 min
Recolhimento da atividade: 5 min
Exercícios propostos no livro e pelo professor: 10 min
Exercícios para casa
6) Avaliação
Exercícios
Atividade em sala.
Atividade para casa
Questões:
1. O que é a litosfera? Para quais esferas a litosfera dá sustentação?
2. Explique cada uma das esferas. Qual a importância delas para a vida na Terra?
3. Por que o limite exterior da atmosfera não pode ser precisamente determinado?
4. Existe alguma interação entre as diferentes esferas?
5. Qual são as camadas estruturantes da Terra?
6. Em qual camada nós vivemos?
7. Desenhe em seu caderno as diferentes esferas junto com as camadas do planeta Terra.
8. Como o ser humano tem alterado cada uma dessas esferas?
7) Auto-avaliação
8) Referências
SAMPAIO, F. S. Para viver juntos: Geografia, 6º ano: ensino fundamental. São Paulo: Edições SM, 2009.
LUCCI, E. A; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 6º ano. São Paulo: Saraiva, 2010. 22 ed.
DEMÉTRIO, M. Estudos de Geografia, 6º ano. São Paulo: Atual, 2008.
9) Anexos
Estrutura do Planeta Terra
Esferas
Todas juntas.
Plano de aula 9
1) Tema da aula As rochas e os recursos naturais Estagiário Responsável Glauco Marighella Ferreira da Silva Data 16/09/2011
2) Objetivos específicos
Construir as noções de tipos de rochas e recursos naturais essenciais para a humanidade.
3) Conteúdo
Tipos de rochas
Definição de recurso natural
Recursos renováveis
Recursos não-renováveis
4) Recursos didáticos
Lousa, livro didático, vídeos, imagens, amostras.
5) Procedimentos metodológicos
Chamada: 5 min
Retomada do tema litosfera e correção dos exercícios: 10 min
Explanação sobre os tipos de rochas (rochas sedimentares, magmáticas e metamórficas e onde são encontradas): 10 min
Visualização de amostras dos tipos de rochas: 5 min
Definindo recursos naturais: 5 min
Atividade: separação de recursos renováveis e não renováveis: 15 min
Exercícios para casa
6) Avaliação
Atividade em sala de aula
Lição para casa
Questões:
1. Quais são os tipos de rocha? Cite um exemplo de cada e diga o seu uso no dia a dia.
2. O que são recursos naturais?
3. O que são recursos renováveis e não renováveis? Cite dois exemplos de cada e como são usados no dia a dia.
4. Como é formado o petróleo? Cite um derivado utilizado no dia a dia.
5. Onde estão as principais reservas de petróleo?
6. Por que a mídia nos diz que é importante utilizar recursos renováveis?
7. Qual a diferença entre elementos da natureza e recursos naturais?
8. Qual a rocha mais comum na região de Londrina?
9. Complete as frases com o tipo de rocha adequado:
• As rochas _______ formam-se pela acumulação de sedimentos.
• Os arenito são tipos de rochas _______
• As _____ foram as primeiras rochas a se formarem no planeta Terra.
• O granito é uma rocha magmática transformada em rocha ______.
7) Auto-avaliação
8) Referências
SAMPAIO, F. S. Para viver juntos: Geografia, 6º ano: ensino fundamental. São Paulo: Edições SM, 2009.
LUCCI, E. A; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 6º ano. São Paulo: Saraiva, 2010. 22 ed.
DEMÉTRIO, M. Estudos de Geografia, 6º ano. São Paulo: Atual, 2008.
9) Anexos
Energias renováveis e não renováveis
http://www.youtube.com/watch?v=H2xdqm-pa7M&feature=related
Plano de aula 10
1) Tema da aula Recursos naturais: distribuição e uso Estagiário Responsável Glauco Marighella Ferreira da Silva Data 22/06/2011
2) Objetivos específicos
Demonstrar a desigualdade de distribuição dos recursos e sua importância para a sociedade.
3) Conteúdo
Distribuição dos recursos
Exploração
Uso dos recursos e sua importância
4) Recursos didáticos
Lousa, livro didático, vídeos, imagens.
5) Procedimentos metodológicos
Chamada: 5 min
Retomada da aula anterior e correção dos exercícios: 10 min
Distribuição dos diversos recursos minerais pelo mundo (concentração e importância): 10 min
Mapas e vídeos: 5 min
Exploração dos recursos: 5 min
Usos dos recursos: 10 min
Exercícios propostos pelo livro e pelo professor: 5 min
Atividade para casa
6) Avaliação
Atividade em sala de aula
Lição para casa
Exercícios
Questões:
1. Como se distribuem os recursos pelo mundo?
2. Por que é vantagem ter muitos recursos no território?
3. Como e para que são explorados os recursos naturais?
4. Exemplifique um conflito gerado pelo controle dos recursos naturais.
5. Cite um problema gerado pela exploração dos recursos naturais.
6. Qual são os principais recursos do Brasil? Onde eles se localizam?
7. Cite um recurso essencial para toda a vida na Terra e que não é valorizado como os minérios e combustíveis.
8. Qual a importância da reciclagem?
9. Em sua opinião, como deveríamos obter os recursos necessários para nossa sociedade?
7) Auto-avaliação
8) Referências
SAMPAIO, F. S. Para viver juntos: Geografia, 6º ano: ensino fundamental. São Paulo: Edições SM, 2009.
LUCCI, E. A; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 6º ano. São Paulo: Saraiva, 2010. 22 ed.
DEMÉTRIO, M. Estudos de Geografia, 6º ano. São Paulo: Atual, 2008.
9) Anexos
Mina de diamante- África do Sul
http://fomedemundo.blogspot.com/2008_06_01_archive.html
Mina de diamante – África do Sul
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=28424
Recursos Minerais
http://www.educativa.org.br/servicos/mad-a5-14.htm
Distribuição mundial dos recursos minerais
http://www.brasilescola.com/geografia/recursos-energeticos-fosseis.htm
Exploração de petróleo
Plano de aula 11
1) Tema da aula Solos e Erosão Estagiário Responsável Glauco Marighella Ferreira da Silva Data 22/06/2011
2) Objetivos específicos
Construir as noções de solo, seu uso e como o mau uso causa sua destruição.
3) Conteúdo
Solo
Erosão
Processos erosivos no Brasil
4) Recursos didáticos
Lousa, livro didático, vídeos, imagens, amostras.
5) Procedimentos metodológicos
Chamada: 5 min
Correção dos exercícios: 5 min
Os tipos de solo: 5 min
Exibição de amostras: 5 min
Erosão no Brasil e Londrina: 5 min
Mau uso do Solo: 5 min
Diagnóstico do Brasil de mau uso do solo: 5 min
Discussão sobre erosão em Londrina: 5 min
Exercícios do livro e propostos pelo professor: 10 min
Atividade para casa
6) Avaliação
Exercícios em sala
Questões:
1. Quais são os principais tipos de solo?
2. Qual é o tipo predominante na cidade de Londrina?
3. Por que existem diferentes tipos de solo? Por que o mesmo material de origem pode gerar solos diferentes?
4. Como podemos melhorar a produtividade do solo?
5. Como são formados os solos?
6. O que é a fertilidade natural dos solos?
7. Qual solo é mais suscetível a erosão: argiloso ou arenoso. Por quê?
8. Como podemos evitar a erosão?
9. Por que a erosão é prejudicial?
10. No Brasil, qual região é a mais suscetível a erosão?
Atividade para casa
7) Auto-avaliação
8) Referências
SAMPAIO, F. S. Para viver juntos: Geografia, 6º ano: ensino fundamental. São Paulo: Edições SM, 2009.
LUCCI, E. A; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 6º ano. São Paulo: Saraiva, 2010. 22 ed.
DEMÉTRIO, M. Estudos de Geografia, 6º ano. São Paulo: Atual, 2008.
9) Anexos
http://educar.sc.usp.br/ciencias/recursos/solo.html
Evolução dos solos
http://mundogeo.com/blog/2009/05/15/instituto-agronomico-e-embrapa-lancam-novos-mapas-de-solos-do-parana/
Solos do Paraná
http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Algodao/AlgodaoIrrigado_2ed/solos.html
Perfis do solo
http://www.uel.br/revistas/atlasambiental/NATURAL/SOLOS.htm
Solos Londrina
Tabela 12 - Tipos de solo em Km2
Tipo de Solo km2
Nitossolos 140,50
Latossolos 97,92
Chernossolos e Neossolos 7,10
Total das Classes 245,52
Área Londrina
http://blogdosargentotavares.blogspot.com/2010_09_01_archive.html
Erosão no interior de São Paulo
http://360graus.terra.com.br/extremoss/default.asp?did=10552&action=galeria
Erosão no rio Paraná
http://canaldaqui.com.br/noticias/?tag=erosao
Destruição da pista pela erosão
http://www.rc.unesp.br/igce/aplicada/ead/introducao/pag02a.html
Contenção de erosão
http://ondas3.blogs.sapo.pt/1030677.html
Erosão pelo mar no Rio de Janeiro.
Plano de aula 12
1) Tema da aula Experiência com Solo Estagiário Responsável Glauco Marighella Ferreira da Silva Data 29/06/2011
2) Objetivos específicos
Ilustrar as erosões e permitir a reflexão sobre o tema
3) Conteúdo
Erosão e seus efeitos para o meio
4) Recursos didáticos
Experiência do Projeto Solos na escola
5) Procedimentos metodológicos
Chamada: 5 min
Correção dos exercícios: 5 min
Construção e execução do experimento: 10 min
Discussão sobre o experimento: 15 min
Exercícios propostos pelo livro e pelo professor: 15 min
Atividade para casa
6) Avaliação
Exercícios
Atividade para casa
7) Auto-avaliação
8) Referências
SAMPAIO, F. S. Para viver juntos: Geografia, 6º ano: ensino fundamental. São Paulo: Edições SM, 2009.
LUCCI, E. A; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 6º ano. São Paulo: Saraiva, 2010. 22 ed.
DEMÉTRIO, M. Estudos de Geografia, 6º ano. São Paulo: Atual, 2008.
9) Anexos
EXPERIMENTOTECA DE SOLOS
EROSÃO EÓLICA E HÍDRICA DO SOLO
1) Maria Harumi Yoshioka (Acadêmica do Curso de Engenharia Florestal/UFPR)
2) Marcelo Ricardo de Lima (Prof. Doutor do DSEA/UFPR)
3) ATENÇÃO: Copyright © 2005 - Departamento de Solos e Engenharia Agrícola. Esta experiência foi organizada no
4) âmbito Projeto de Extensão Universitária Solo na Escola. Não é permitida a reprodução parcial ou total deste material
5) para fins comerciais sem a autorização expressa do Departamento de Solos e Engenharia Agrícola da UFPR. Esta
6) experiência pode ser livremente utilizada pelo professor em sala de aula para auxiliar o ensino de solos nos níveis
7) fundamental e médio. Os alunos também podem utilizar estas experiências em feiras de ciências com a orientação de
8) seus respectivos professores. As experiências são bem ilustradas para facilitar a execução. No entanto, caso tenha
9) dúvidas, entre em contato com a equipe do Projeto Solo na Escola. Caso você tenha utilizado alguma destas
10) experiências por gentileza nos informe. Críticas e sugestões também são bem vindas. Entre em contato através do site
11) www.escola.agrarias.ufpr.br ou do e-mail solonaescola@ufpr.br.
12) Informações sobre as licenças de uso das obras disponibilizadas pelo Projeto Solo na Escola/UFPR: É permitido:
13) COPIAR, DISTRIBUIR, EXIBIR, e EXECUTAR as obras. Sob as seguintes condições: Você deve dar crédito ao autor
14) original da forma especificada pelo autor ou licenciante. Você não pode utilizar esta obra com finalidades comerciais.
15) Para cada novo uso ou distribuição, você deve deixar clara para outros os termos da licença desta obra.
16) 1. PÚBLICO ALVO: à partir do terceiro ciclo do ensino fundamental.
17) 2. OBJETIVOS
18) * Demonstrar alguns tipos de erosão (eólica e hídrica);
19) * Discutir os fatores que causam a erosão;
20) * Discutir os efeitos da erosão do solo;
21) * Discutir algumas práticas de controle e combate da erosão e sua importância para as atividades
22) agrosilvipastoris.
23) 3. MATERIAIS
24) * Duas bandejas plásticas pequenas;
25) * Duas bandejas média ou grande;
26) * Faca;
27) * Pá de jardinagem;
28) * Pá cortadeira;
29) * Amostra de solo seca e o mínimo de torrões possível (o suficiente para preencher a bandeja);
30) * Água;
31) * Borrifa dor de água;
32) * Canudinho de refrigerante;
33) * Regador.
34) ? Materiais para uma bandeja alternativa
35) * Caixa de leite;
36) * Tesoura;
37) * Fita crepe.
38) Experimentoteca de Solos – Projeto Solo na Escola – Departamento de Solos e Engenharia Agrícola da UFPR
39) ? Procedimentos para a montagem
40) 1. Soltar as quatro pontas da caixa de leite;
41) 2. Cortar a bandeja com o auxílio da tesoura em sentido longitudinal; ATENÇÃO: sempre com a
42) supervisão de um adulto quando os alunos estiverem manuseando este ou outros instrumentos de
43) corte);
44) 3. Colar com a fita crepe todas as pontas cortadas (pois fazem uma dobradura) e montar a caixa.
45) Experimentoteca de Solos – Projeto Solo na Escola – Departamento de Solos e Engenharia Agrícola da UFPR
46) 4. PROCEDIMENTOS
47) 1. Coletar um quadrado de grama com o solo do tamanho da bandeja que será utilizada com o auxílio
48) da faca, da pá de jardinagem e da pá cortadeira (pode ser um pouco trabalhoso);
49) 2. Colocar em uma bandeja plástica pequena ou na bandeja alternativa;
50) 3. Preencher a outra bandeja plástica pequena ou bandeja alternativa com a amostra de solo seca
51) (evite usá-lo com muitos torrões pois poderá interferir nos resultados);
52) 4. Pegar o canudinho (manter a outra extremidade do canudinho distante do solo em cerca de 5 cm) e
53) assoprar sobre o solo seco da bandeja sem a cobertura vegetal. Observar o que acontece e discutir;
54) Experimentoteca de Solos – Projeto Solo na Escola – Departamento de Solos e Engenharia Agrícola da UFPR
55) 5. Pegar o canudinho (manter a outra extremidade do canudinho distante do solo cerca de 5 cm) e
56) assoprar sobre a bandeja que possui a cobertura vegetal (grama). Observar o que acontece e
57) discutir;
58) 6. Encher o regador com água;
59) 7. Inclinar (cerca de 30 à 45º) ambas as bandejas, apoiando em algum objeto ou solicitando o auxílio
60) de algum aluno (FIGURA 01); (antes de inclinar a bandeja com o solo seco sem a cobertura vegetal,
61) borrife um pouco de água para que se umedeça este solo e evite de ser derramado);
62) 8. Colocar uma bandeja média ou grande embaixo de cada uma das bandejas ou caixa de leite com o
63) solo (para que receba a água escorrida) (FIGURA 01);
64) 9. Regar a água com o regador na bandeja ou caixa de leite com cobertura vegetal (grama) até que
65) comece a escorrer na outra bandeja (média ou grande) (FIGURA 01). Observar a cor da água
66) escorrida;
67) Canudinho
68) Experimentoteca de Solos – Projeto Solo na Escola – Departamento de Solos e Engenharia Agrícola da UFPR
69) Aspecto
70) da água
71) escorrida
72) Experimentoteca de Solos – Projeto Solo na Escola – Departamento de Solos e Engenharia Agrícola da UFPR
73) 10. Regar a água com o regador na bandeja ou caixa de leite sem a cobertura vegetal (somente com o
74) solo) até que comece a escorrer na outra bandeja (média ou grande) (FIGURA 01). Observar a cor
75) da água escorrida;
76) Experimentoteca de Solos – Projeto Solo na Escola – Departamento de Solos e Engenharia Agrícola da UFPR
77) 11. Anotar e discutir todos os resultados.
78) FIGURA 01 – Montagem do experimento (para ambas as amostras)
79) 5. QUESTÕES E SUGESTÕES DE ATIVIDADES
80) Sugere-se a utilização das perguntas abaixo antes de se iniciar o experimento, para que os alunos
81) possam formular hipóteses do que irá acontecer, para depois, confrontar com os resultados obtidos após o
82) experimento.
83) a) Quando se assoprar através do canudinho sobre ambos os solos, o que irá acontecer com cada
84) uma das amostras? Tente explicar o que poderá acontecer.
85) b) Quando se regar com água a amostra com cobertura vegetal, qual será aspecto e coloração da
86) água escorrida? Tente explicar o que poderá acontecer.
87) c) Quando se regar com água a amostra sem a cobertura vegetal, qual será o aspecto e coloração da
88) água escorrida? Tente explicar o que poderá acontecer.
89) Aspecto
90) da água
91) escorrida
92) Experimentoteca de Solos – Projeto Solo na Escola – Departamento de Solos e Engenharia Agrícola da UFPR
93) d) A cobertura vegetal será benéfica ou não para se evitar perdas por erosão? Tente explicar sua
94) resposta.
95) e) O que se poderá fazer para controlar a erosão? Tente explicar a resposta.
96) f) O que se poderá fazer para combater a erosão? Tente explicar a resposta.
97) As perguntas sugeridas para os alunos responderem após a obtenção dos resultados são:
98) a) O que aconteceu quando se assoprou através do canudinho sobre ambas as amostras de solo?
99) Tente explicar o que houve.
100) b) Após regar com água a amostra com cobertura vegetal, qual é o aspecto e coloração da água
101) escorrida? Tente explicar o que houve.
102) c) Após regar com água a amostra sem a cobertura vegetal, qual é o aspecto e coloração da água
103) escorrida? Tente explicar o que houve.
104) d) A cobertura vegetal é benéfica ou não para se evitar perdas por erosão? Explique sua resposta.
105) e) O que se pode fazer para controlar a erosão? Tente explicar a resposta.
106) f) O que se pode fazer para combater a erosão? Tente explicar a resposta.
Plano de aula 13
1) Tema da aula Provão Estagiário Responsável Glauco Marighella Ferreira da Silva Data 29/06/2011
2) Objetivos específicos
Recuperação de nota dos alunos
3) Conteúdo
Todo o primeiro bimestre
4) Recursos didáticos
Lousa
5) Procedimentos metodológicos
Chamada
Aplicação
Recolhimento
6) Avaliação
Prova
7) Auto-avaliação
8) Referências
SAMPAIO, F. S. Para viver juntos: Geografia, 6º ano: ensino fundamental. São Paulo: Edições SM, 2009.
LUCCI, E. A; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 6º ano. São Paulo: Saraiva, 2010. 22 ed.
DEMÉTRIO, M. Estudos de Geografia, 6º ano. São Paulo: Atual, 2008.
9) Anexos
Plano de aula 14
1) Tema da aula Avaliação do desempenho Estagiário Responsável Glauco Marighella Ferreira da Silva Data 30/06/2011
2) Objetivos específicos
Verificar o que os alunos acharam das aulas lecionadas
3) Conteúdo
Tudo o que foi discutido em sala
4) Recursos didáticos
5) Procedimentos metodológicos
Chamada
Explanação sobre a experiência
Abertura para a fala dos alunos
Conclusão
6) Avaliação
7) Auto-avaliação
8) Referências
9) Anexos
PLANOS DE AULA 7ª SÉRIE A – COLÉGIO ESTADUAL PROFESSOR PAULO FREIRE
Plano de aula 1
1) Tema da aula:
Globalização a transformação do espaço geográfico mundial. Estagiário responsável: Pedro Höfig data da aula: 2/06/2011
2) Objetivos específicos:
Identificar características das fases do capitalismo e conhecer algumas das características do capitalismo globalizado, destacando a influência de tal processo no cotidiano dos alunos.
3) Conteúdos:
O que é globalização: o neoliberalismo econômico e os organismos reguladores; tecnologia e conhecimento na globalização: a primeira e a segunda revolução industrial.
4) Recursos didáticos:
Estudo dirigido, livros, mapa, quadro-de-giz, textos e TV pen-drive.
5) Procedimentos metodológicos:
Apresentação aos alunos e chamada: 5 min.
Atividade para conhecer os alunos: escrever em uma folha separada que cidade gostaria de conhecer e o por que: 15 min.
Exposição do tema da aula e averiguação do conhecimento prévio dos alunos através de perguntas orais a respeito do tema, como por exemplo: o que eles entendem por globalização e o que já ouviram falar ou leram a respeito do tema (conversa): 10 min.
Vídeo de duração de 7 minutos e questionamentos sobre a relação com a globalização: 15 minutos.
Aula expositiva relacionando tudo que foi abordado até então, baseando-se no livro didático, explicando o que é a globalização e a tecnologia MTCI e conhecimento na globalização através de exemplos próximos dos alunos: 20 minutos.
Exercícios página 57: 15 minutos.
Correção dos exercícios, síntese da aula e apontamentos da próxima aula: 20 minutos.
6) Avaliação:
Participação na aula nos questionamentos realizados e execução dos exercícios propostos:
1) Você já viu contêineres semelhantes aos da fotografia?
2) Que tipo de mercadoria você supões que os contêineres carregam?
3) Você conhece algum porto que receba grandes navios cargueiros? Qual?
4) Você já reparou que consumimos bens e mercadorias produzidas em outros países? Você pode citar exemplos?
7) Auto-avaliação:
8) Referências:
PISSEON IMPOSSIBLE – VÍDEO – Disponível em < http://geografiaparatodos.com.br/index.php?pag=videos> Acesso 12 maio 2011.
SAMPAIO, F. dos S.; SILVA, V. A. da. Para viver juntos: geografia 8º ano. São Paulo: Edições SM, 2009.
SENE, Eustáquio de. A dimensão espacial: um enfoque geográfico da globalização. In: SENE, Eustáquio de. São Paulo: Contexto, 2003. Globalização e Espaço Geográfico.
Plano de aula 2
1) Tema da aula: Globalização: a transformação do espaço geográfico mundial. Estagiário responsável: Pedro Höfig data da aula: 3/06/2011
2) Objetivos específicos:
Identificar características atuais do capitalismo globalizado e reconhecer suas manifestações em nossa vida.
3) Conteúdos:
O período técnico-científico-informacional: novo tempo
4) Recursos didáticos:
Estudo dirigido, livros, mapa, quadro-de-giz, textos e charges.
5) Procedimentos metodológicos:
Chamada: 5 minutos.
Explanação sobre o meio técnico-científico-informacional (destacando-se o papel da internet) e apontando as vantagens e desvantagens do processo com exemplos próximos dos alunos: 15 minutos.
Entrega de charges e construção, em grupos, da relação entre os desenhos e a globalização: 25 minutos.
Para casa: os alunos devem pesquisar quais produtos entre os que consomem no dia a dia têm origem estrangeira. Quem os produziu? De onde é a empresa que os fabricou? Ao final, os alunos poderão descobrir que desde os tênis que calçam até o seu programa de televisão preferido podem sido produzidos em outra parte do mundo: 5 minutos.
6) Avaliação:
Trabalho escrito em grupo.
7) Auto-avaliação:
8) Referências:
ACADÊMICO GEO – Disponível em < http://academicogeo.blogspot.com/2011/04/globalizacao.html> Acesso em 12 de maio 2011
SAMPAIO, F. dos S.; SILVA, V. A. da. Para viver juntos: geografia 8º ano. São Paulo: Edições SM, 2009.
SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. Rio e Janeiro: Record, 2000.
SENE, Eustáquio de. A dimensão espacial: um enfoque geográfico da globalização. In: SENE, Eustáquio de. São Paulo: Contexto, 2003. Globalização e Espaço Geográfico.
SOCIOLOGIA – Disponível em < http://cadernosociologia.blogspot.com/2009/04/posicoes-sobre-globalizacao.html> Acesso em 12 de maio 2011
9) Anexo:
Fonte: < http://academicogeo.blogspot.com/2011/04/globalizacao.html>
Fonte: < http://cadernosociologia.blogspot.com/2009/04/posicoes-sobre-globalizacao.html>
Plano de aula 3
1) Tema da aula: Comércio: um conflito entre países ricos e pobres. Estagiário responsável: Pedro Höfig data da aula: 9/06/2011.
2) Objetivos específicos:
Compreender algumas características do capitalismo globalizado; identificar características atuais do capitalismo globalizado e reconhecer suas manifestações em nossa vida.
3) Conteúdos:
O comércio concentrado e novos atores (destaque para o BRIC); a Organização Mundial do Comércio (OMC), a preponderância dos países ricos e a Rodada do Milênio.
4) Recursos didáticos:
Estudo dirigido, livros, mapa, quadro-de-giz, textos.
5) Procedimentos metodológicos:
Chamada: 5 minutos;
Verificação e discussão da tarefa de casa: 20 minutos;
Aula expositiva sobre o conteúdo e retomada da aula anterior, destacando as barreiras alfandegárias mantidas pelos países ricos e relacionando com o cotidiano dos alunos (compras no Paraguai): 20 minutos;
Debate: pontos positivos x pontos negativos
6) Avaliação:
Debate: a sala se dividirá em dois grupos: um apoiará o processo de globalização, ao passo que o outro apontará as desvantagens. O professor será o mediador do debate.
7) Auto-avaliação:
8) Referências:
LUCCI, E. A.; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 8º ano. São Paulo: Saraiva, 2010.
SAMPAIO, F. dos S.; SILVA, V. A. da. Para viver juntos: geografia 8º ano. São Paulo: Edições SM, 2009.
SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. Rio e Janeiro: Record, 2000.
SENE, Eustáquio de. A dimensão espacial: um enfoque geográfico da globalização. In: SENE, Eustáquio de. São Paulo: Contexto, 2003. Globalização e Espaço Geográfico.
Plano de aula 4
1) Tema da aula: A crise econômica e financeira de 2008 estagiário responsável: Pedro Höfig data da aula: 10/06/2011
2) Objetivos específicos:
Conhecer os diversos aspectos do processo de globalização.
3) Conteúdos:
A não interferência do Estado no mercado e sua relação com a crise econômica e financeira nos EUA que, com o mundo globalizado, se espalhou espacialmente.
4) Recursos didáticos:
Estudo dirigido, livros, mapa, quadro-de-giz, textos.
5) Procedimentos metodológicos:
Chamada: 5 minutos.
Aula expositiva sobre o conteúdo e perguntar se alguém sofreu efeitos da crise. Exaltar que o Brasil não foi muito afetado por possuir um mercado interno aquecido e não depender tanto do mercado externo: 15 minutos.
Atividade: em grupos, selecionar textos de jornais e revistas, ou mesmo imagens, que apresentem algumas características marcantes da sociedade capitalista dos dias atuais. Marquem nos textos escolhidos os trechos que fazem referência a essas características e escrevem um pequeno comentário. Comentar também as imagens. Depois apresentar, o resultado do trabalho para os colegas e professores: 30 minutos.
6) Avaliação:
Atividade
7) Auto-avaliação:
8) Referências:
LUCCI, E. A.; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 8º ano. São Paulo: Saraiva, 2010.
SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. Rio e Janeiro: Record, 2000.
SENE, Eustáquio de. A dimensão espacial: um enfoque geográfico da globalização. In: SENE, Eustáquio de. São Paulo: Contexto, 2003. Globalização e Espaço Geográfico.
Plano de aula 5
1) Tema da aula:Organizações supranacionais estagiário responsável: Pedro Höfig data da aula: 16/06/2011
2) Objetivos específicos:
Conhecer os diversos aspectos do processo de globalização; o destaque das culturas locais.
3) Conteúdos:
Continuação crise 2008, neoliberalismo e globalização; blocos econômicos e reunião de países.
4) Recursos didáticos:
Quadro-de-giz, livros, TV pen-drive.
5) Procedimentos metodológicos:
Chamada: 5 minutos;
Explanação do conteúdo e retomada da aula anterior: 20 minutos;
Exercícios página 66 e 67 (execução e correção): 30 minutos;
Vídeo sobre os dois lados da globalização: 10 minutos;
Discussão sobre o vídeo: 30 minutos.
Conclusão: pontos mais importantes, sanar dúvidas e apontar a próxima aula: 5 minutos.
6) Avaliação:
Exercícios e discussão sobre o vídeo.
1- Por que foram criados os blocos econômicos e as associações comerciais?
4- Quais os principais blocos regionais da atualidade.
2- Leia o texto e responda às questões:
a) O que é o G8?
b) Que países compõem o G8?
4- O preço do algodão no mercado internacional vem caindo desde 1997. Nos últimos anos, os norte-americanos subsidiaram diretamente a sua produção de algodão com mais de 4 bilhões de dólares. Os EUA são o maior exportador de algodão do mundo. Em 2007, o custo do meio quilo de algodão colhido em Burkina Faso foi de US$ 0,21 e, nos EUA, US$ 0,73. O que justifica a liderança americana?
7) Auto-avaliação:
8) Referências:
Dois lados da Globalização – Disponível em < http://www.youtube.com/watch?v=7vneyJfWXSc> Acesso em 16 de maio 2011.
LUCCI, E. A.; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 8º ano. São Paulo: Saraiva, 2010.
SAMPAIO, F. dos S.; SILVA, V. A. da. Para viver juntos: geografia 8º ano. São Paulo: Edições SM, 2009.
SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. Rio e Janeiro: Record, 2000.
SENE, Eustáquio de. A dimensão espacial: um enfoque geográfico da globalização. In: SENE, Eustáquio de. São Paulo: Contexto, 2003. Globalização e Espaço Geográfico.
Plano de aula 6
1) Tema da aula: Efeitos da globalização Estagiário responsável: Pedro Höfig data da aula: 17/06/2011
2) Objetivos específicos:
Compreender que o espaço mundial, tal como está organizado nos dias atuais, é fruto de um longo processo histórico.
3) Conteúdos:
Diferença entre países; deslocamento industrial; desemprego; sociedade do consumo; os efeitos ambientais.
4) Recursos didáticos:
Quadro-de-giz e livros didáticos.
5) Procedimentos metodológicos:
Chamada: 5 minutos;
Reconhecimento do conhecimento dos alunos através de questões e provocações relacionadas ao cotidiano deles: 10 minutos;
Aula explanatória: 10 minutos;
Questões página 71 (execução e correção): 20 minutos.
Conclusão: pontos mais importantes, sanar dúvidas e apontar a próxima aula: 5 minutos.
6) Avaliação:
Questões página 71:
1) Cite duas conseqüências econômicas da globalização para os países pobres e duas para os países ricos.
2) O que é a internacionalização da produção?
3) Cite duas conseqüências ambientais da globalização.
7) Auto-avaliação:
8) Referências:
SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. Rio e Janeiro: Record, 2000.
SENE, Eustáquio de. A dimensão espacial: um enfoque geográfico da globalização. In: SENE, Eustáquio de. São Paulo: Contexto, 2003. Globalização e Espaço Geográfico.
LUCCI, E. A.; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 8º ano. São Paulo: Saraiva, 2010.
Plano de aula 7
1) Tema da aula: Revisão do conteúdo e avaliação Estagiário responsável: Pedro Höfig data da aula: 23/06/11
2) Objetivos específicos:
Compreender algumas características das fases do capitalismo; conhecer os diversos aspectos do processo de globalização; identificar características atuais do capitalismo globalizado e reconhecer suas manifestações em nossa vida.
3) Conteúdos:
Revisão de tudo que foi estudado.
4) Recursos didáticos:
Quadro-de-giz e livro didático.
5) Procedimentos metodológicos:
Revisão do conteúdo e sanação de dúvidas: 40 minutos;
Organização da sala, explicação dos procedimentos e aplicação da avaliação: 60minutos.
6) Avaliação:
Prova escrita.
7) Auto-avaliação:
8) Referências:
9) Anexo:
Prova escrita:
COLÉGIO ESTADUAL PROFESSOR PAULO FREIRE
AVALIAÇÃO 7ª série A
1) Analise a figura e responda:
Fonte: http://geonosdiasdehoje.blogspot.com/2010/06/os-dois-lados-da-globalizacao.html
A professora está sendo irônica? Por quê?
Leia o texto Disneylândia para responder as questões 2 e 3. (UFU, 2008)
1 - “Filho de imigrantes russos casado na Argentina com uma pintora judia, casou-se pela segunda vez com uma princesa africana no México.
2 - Lanternas japonesas e chicletes americanos nos bazares coreanos de São Paulo.
3 - Imagens de um vulcão nas Filipinas passam na rede de televisão em Moçambique.
4 - Multinacionais japonesas instalam empresas em Hong-Kong e produzem com matéria prima brasileira para competir no mercado americano.
5 - Literatura Grega adaptada para crianças chinesas da comunidade européia.
6 - Relógios suíços falsificados no Paraguai vendidos por camelôs no bairro mexicano de Los Angeles.
7 - Turista francesa fotografada seminua com o namorado árabe na baixada fluminense.
8 - Filmes italianos dublados em inglês com legendas em espanhol nos cinemas da Turquia.
9 - Crianças iraquianas fugidas da guerra não obtêm visto no consulado americano do Egito para entrarem na Disneylândia.”
Disneylândia, In TITÃS, Titanomaquia, WEA, 1993.
2) Marque a alternativa que apresenta características do espaço geográfico mundial no período atual da globalização e que podem ser identificadas nos versos enumerados acima.
A) Todos os versos tratam de características do espaço geográfico mundial na década de 1990, quando se intensificou a globalização do capitalismo, mas essas características não existem mais.
B) Os versos 3, 8, 6 e 9 referem-se à circulação de pessoas que buscam trabalho e melhores condições de vida, migrando dos países subdesenvolvidos para os países desenvolvidos. Os demais versos tratam todos da produção e circulação de bens materiais.
C) Os versos referem-se a um mundo em movimento intenso, com maior circulação de pessoas, informações, capitais e de mercadorias, tanto bens materiais como culturais, em diferentes lugares, países e regiões do globo. Porém o verso de número 9 contraria a idéia de “um mundo sem fronteiras”.
D) Os versos 2, 4, 6 e 9 não estão relacionados ao fim das fronteiras nacionais para a livre circulação de mercadorias e
Pessoas pelo mundo.
Com base no texto Disneylândia, responda a questão abaixo.
3) Na letra da música Disneylândia são citados vários países, cidades, lugares e nacionalidades que integram alguns dos principais blocos econômicos regionais existentes no mundo. Dentre as alternativas abaixo, marque aquela que contém apenas os números de versos em que são citados países ou cidades do MERCOSUL ou do Nafta.
A) 1, 2 e 6
B) 1, 2, 3 e 6
C) 1, 2, 4, 7 e 9
D) 3, 4, 5 e 8
4) Leia o texto abaixo e responda:
Fonte: http://geonaweb.blogspot.com/2010_04_01_archive.html
Qual a importância das empresas multinacionais na atual fase da economia mundial?
5) Cite exemplos dos aparelhos tecnológicos que estão provocando modificações na esfera do trabalho.
6) Por que o Brasil foi pouco afetado, se comparado com a maioria de países do mundo, na crise econômica e financeira de 2008?
7) Com base no vídeo assistido em classe, discorra sobre como a globalização te afeta positiva e negativamente.
Plano de aula 8
1) Tema da aula: América: aspectos naturais Estagiário responsável: Pedro Höfig data da aula: 24/06/11
2) Objetivos específicos:
Conhecer os tipos de clima do continente americano e os fatores que influem em sua ocorrência; identificar as paisagens vegetais encontradas no continente americano e sua relação com os tipos de clima.
3) Conteúdos:
A ação do relevo, as massas de ar e as correntes marítimas na configuração dos climas e paisagens vegetais no continente americano: clima polar e tundra, clima frio e taiga, clima frio de montanha e a vegetação de altitude, clima temperado e a floresta temperada, clima subtropical e a mata das araucárias, clima tropical e a floresta tropical, clima equatorial e a floresta tropical, clima semiárido e a caatinga, clima árido e o deserto. Destaque para o clima local e sua influência no cotidiano do aluno.
4) Recursos didáticos:
5) Estudo dirigido, livros, mapa, quadro-de-giz.
5) Procedimentos metodológicos:
Chamada: 5 minutos.
Questionamentos buscando saber o conhecimento prévio dos alunos sobre o tema e aula expositiva: 15 minutos.
Questões página 90 (execução e correção): 25 minutos.
Conclusão: pontos mais importantes, sanar dúvidas e apontar a próxima aula: 5 minutos.
6) Avaliação:
Questões página 90:
1) Uma característica marcante do continente americano é a diversidade climática. Aponte alguns dos fatores que possibilitam a existência dessa diversidade.
2) Observe o mapa e responda.
A) Qual o nome da região do continente americano que está representada no mapa?
b) Que países formam essa região do continente americano?
3) Observe o esquema a seguir.
a) Como a latitude e a altitude interferem nas características do clima de uma região?
b) Em quais níveis de altitude e de latitude são encontradas as condições mais adequadas para o desenvolvimento de florestas tropicais? Justifique sua resposta.
5) A maior bacia hidrográfica da América do Sul e do mundo é a do rio Amazonas. Entretanto, a bacia que concentra a maioria das usinas hidrelétricas é a bacia Platina. Apresente as razões que explicam esse fato.
7) Auto-avaliação:
8) Referências:
LUCCI, E. A.; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 8º ano. São Paulo: Saraiva, 2010.
MAGNOLI, D. Estudos de geografia: 8º ano. São Paulo: Atual, 2008.
SAMPAIO, F. dos S.; SILVA, V. A. da. Para viver juntos: geografia 8º ano. São Paulo: Edições SM, 2009.
Plano de aula 9
1) Tema da aula: América: aspectos naturais e economia Estagiário responsável: Pedro Höfig data da aula: 30/06/2011
2) Objetivos específicos:
Conhecer os tipos de clima do continente americano e os fatores que influem em sua ocorrência; identificar as paisagens vegetais encontradas no continente americano e sua relação com os tipos de clima. Destacar o clima local. Relacionar as condições físicas com a economia.
3) Conteúdos:
Continuação da aula anterior.
4) Recursos didáticos:
Quadro-de-giz, livros e TV pen-drive.
5) Procedimentos metodológicos:
Chamada: 5 minutos
Aula expositiva (continuação do conteúdo), destacando o clima e vegetação local: 20 minutos
Apresentação e análise de carta sinótica do dia anterior (INPE): 10 minutos.
Campo: sair no pátio da escola e analisar as condições meteorológicas, combinando ou não com a carta sinótica do dia anterior: 30 minutos.
Revisão para o provão: 35 minutos.
6) Avaliação: questionamento dos alunos.
7) Auto-avaliação:
8) Referências:
ARAUJO, R; GUIMARÃES, R. B; TERRA, L. Conexões: Estudos de Geografia geral e do Brasil. São Paulo: Ed. Moderna, 2008.
LUCCI, E. A.; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 8º ano. São Paulo: Saraiva, 2010.
MAGNOLI, D. Estudos de geografia: 8º ano. São Paulo: Atual, 2008.
SAMPAIO, F. dos S.; SILVA, V. A. da. Para viver juntos: geografia 8º ano. São Paulo: Edições SM, 2009.
MENDONÇA, F. ; DANNI-OLIVEIRA, I. M. Climatologia: noções básica e climas do Brasil. São Paulo: Oficina de textos, 2007
9) Anexo:
Figura 1- Exemplo de carta sinótica que será utilizada em aula.
Plano de aula 10
1) Tema da aula: Provão Estagiário responsável: Pedro Höfig data da aula: 01/07/2011
2) Objetivos específicos:
Recuperar todo o conteúdo do bimestre.
3) Conteúdos:
Conversar com professora Bete.
4) Recursos didáticos:
5) Procedimentos metodológicos:
6) Avaliação
7) Auto-avaliação:
8) Referências:
9) Anexo:
1) Tema da aula O universo, a via-láctea Estagiário Responsável Glauco Marighella Ferreira da Silva Data 01/06/2011
2) Objetivos específicos
Situar o aluno no espaço, dando introdução para entender o planeta Terra e a dinâmica do universo e do espaço vivido.
3) Conteúdo
Formação do universo,
Constituição do universo,
Formas universais.
4) Recursos didáticos
Lousa, livro didático, vídeos, imagens.
5) Procedimentos metodológicos
Apresentação do professor e contrato de trabalho: 10 min.
Introdução ao conteúdo: 5 min
Explicação sobre o início do universo, Big Bang e expansão: 5 min.
Vídeo sobre Big Bang 5 min
Explicação sobre a formação da Via-Láctea: 10 min
Vídeo e imagens. 5 min
Exercícios propostos no livro e pelo professor. 10 min
6) Avaliação
Exercícios do livro didático e exercícios propostos pelo professor.
Atividade para casa: Observação do céu à noite
Questões:
1) Segundo as teorias científicas, como o universo foi criado?
2) Se fossemos representar o Universo em um desenho, e quiséssemos desenhar o planeta Terra, de que tamanho ele seria?
3) Qual a diferença entre uma estrela e um planeta?
4) Quais são os principais corpos celestes?
5) Do que é constituído a Via-Láctea?
6) O homem pode viajar por toda a Via-Láctea? Por quê?
7) O que aconteceu no Big Bang?
8) Como você acha que o universo foi criado?
7) Auto-avaliação
8) Referências
SAMPAIO, F. S. Para viver juntos: Geografia, 6º ano: ensino fundamental. São Paulo: Edições SM, 2009.
LUCCI, E. A; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 6º ano. São Paulo: Saraiva, 2010. 22 ed.
DEMÉTRIO, M. Estudos de Geografia, 6º ano. São Paulo: Atual, 2008.
9) Anexos
Galáxias
Galáxias
Via Láctea
Cometa Halley
Estrelas cadentes
Queda de meteoro
Lua
Asteróides
Vídeo
http://www.youtube.com/watch?v=rfkyGKN39qo&feature=related
Vídeo demonstra o Big Bang e a expansão do universo e como ele foi comprovado pelos diversos cientistas que estudam essa expansão.
Plano de aula 2
1) Tema da aula o Sistema Solar, Estagiário Responsável Glauco Marighella Ferreira da Silva Data 01/06/2011
2) Objetivos específicos
Elaborar uma concepção de sistema solar para possibilitar o estudo do planeta Terra, que podem ser verificados no seu cotidiano.
3) Conteúdo
O sistema solar e os planetas,
Relativização com a Terra e a diferença deles com o nosso planeta.
4) Recursos didáticos
Lousa, livro didático, vídeos, imagens e atividade lúdica demonstrando os movimentos dos planetas em volta do Sol.
5) Procedimentos metodológicos
Chamada: 5 min
Retomada do tema sobre formação do universo para fazer a ponte com o sistema Solar e correção dos exercícios: 10 min
Formação do Sistema Solar: 5 min
Explicação sobre o Sistema Solar (quando e como se formou, além das disposição dos planetas) e os planetas que o compõem (destacando suas características): 5 min
Comparação do planeta Terra com os outros planetas: 5 min
Atividade interativa sobre o Sistema Solar : 10 min
Execução e correção dos exercícios do livro e propostos pelo professor: 10 min
Atividade para casa.
6) Avaliação
Exercícios
Atividade para casa
Questões:
1) Construa uma ilustração do sistema Solar.
2) O que é o Sistema Solar?
3) Qual o maior astro do sistema Solar? Qual sua importância para o ser humano?
4) O que são planetas interiores e exteriores?
5) A distância dos planetas em relação ao Sol interfere na temperatura dos planetas e a velocidade de rotação. Coloque em os planetas em ordem crescente de temperatura e de velocidade de rotação: Mercúrio; Terra; Netuno.
6) O que são satélites naturais? Cite 2 planetas que tem esses astros em órbita.
7) O que são anéis e quais planetas têm essas formações?
7) Auto-avaliação
8) Referências
SAMPAIO, F. S. Para viver juntos: Geografia, 6º ano: ensino fundamental. São Paulo: Edições SM, 2009.
LUCCI, E. A; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 6º ano. São Paulo: Saraiva, 2010. 22 ed.
DEMÉTRIO, M. Estudos de Geografia, 6º ano. São Paulo: Atual, 2008.
9) Anexos
Vídeos
http://www.youtube.com/watch?v=vvjMv6P78kA
Luas do Sistema
Sistema Solar
Escala
Plano de aula 3
1) Tema da aula Exploração do espaço e vida na Terra Estagiário Responsável Glauco Marighella Ferreira da Silva Data 02/06/2011
2) Objetivos específicos
Entender os fatores que possibilitam a vida na Terra como nós a conhecemos e demonstrar os avanços tecnológicos que possibilitaram a exploração do universo e da Terra e suas implicações para a vida cotidiana.
3) Conteúdo
Fatores para a vida em nosso planeta
Exploração espacial
Espaço
Lua
Marte
Vida extraterrestre
Avanços tecnológicos
4) Recursos didáticos
Sinésio, Vídeo, fotos, imagens espaciais.
5) Procedimentos metodológicos
Chamada: 5 min
Retomada do tema e correção dos exercícios: 10 min
Apresentação do Sinésio: 20 min
Vídeo para exemplificar as considerações Imagens obtidas do espaço:
5 min
Discussão sobre avanços tecnológicos gerados por essa exploração para a vida cotidiana: 5 min
Diferenciação dos planetas expostos por Sinésio e os fatores que possibilitam a vida na Terra: 5 min
Exercícios para casa.
6) Avaliação
Questões para ser recolhido semana para a próxima aula:
1. Que instrumentos podem ser utilizados para observação espacial?
2. Por que a vida na Terra é possível?
3. Por que Plutão é considerado um planeta anão?
4. O que é o sistema Solar?
5. É possível existir vida como nós conhecemos no sistema Solar? E No Universo?
6. Que avanços tecnológicos a Corrida Espacial possibilitou para o nosso dia a dia?
7. O que é a Estação Espacial Internacional?
8. O que o Brasil desenvolveu para explorar o espaço e a Terra?
9. Para quê servem os satélites artificiais?
7) Auto-avaliação
8) Referências
SAMPAIO, F. S. Para viver juntos: Geografia, 6º ano: ensino fundamental. São Paulo: Edições SM, 2009.
LUCCI, E. A; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 6º ano. São Paulo: Saraiva, 2010. 22 ed.
DEMÉTRIO, M. Estudos de Geografia, 6º ano. São Paulo: Atual, 2008.
9) Anexos
Estação Espacial Internacional
Filme
Alienígena
OVINI
GPS
Plano de Aula 4
1) Tema da aula Os movimentos do planeta Terra e a Lua Estagiário Responsável Glauco Marighella Ferreira da Silva Data 08/06/2011
2) Objetivos Específicos
Construir com o aluno as concepções de movimentos do planeta Terra e da Lua, demonstrando a importância da interação entre os dois corpos para a vida na Terra.
3) Conteúdo
Inclinação do eixo,
Rotação e translação da Terra e da Lua,
Eclipse,
Movimento aparente do Sol
Sucessão de dias e noites,
Influência da Lua no planeta Terra e sua influência na vida cotidiana.
4) Recursos didáticos
Lousa, livro didático, vídeos, imagens e atividade em grupo.
5) Procedimentos metodológicos
Chamada e Recolhimento da atividade da aula anterior: 5 min.
Retomada do tema anterior como base para a próxima aula e correção dos exercícios: 10 min.
Apresentação do conteúdo e do objetivo da aula: 5 min.
Exposição sobre os movimentos do planeta e da Lua, eclipse e sua influência na vida: 10 min.
Vídeo: 5 min.
Sucessão de dias e noites e movimento aparente do sol: 5 min.
Atividade em grupo sobre os movimentos demonstrados e avaliação da aprendizagem: 10 min.
Atividade para casa.
6) Avaliação
Participação da atividade em grupo
Atividade para casa
Questões:
1. O que são os movimentos de Rotação e Translação da Terra e como eles influenciam no tempo e no clima?
2. Qual a influência da Lua no planeta?
3. O que são os eclipses?
4. Por que acontecem os dias e as noites?
5. Explique o movimento aparente do Sol.
7) Auto-avaliação
8) Referências
SAMPAIO, F. S. Para viver juntos: Geografia, 6º ano: ensino fundamental. São Paulo: Edições SM, 2009.
LUCCI, E. A; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 6º ano. São Paulo: Saraiva, 2010. 22 ed.
DEMÉTRIO, M. Estudos de Geografia, 6º ano. São Paulo: Atual, 2008.
9) Anexos
Movimentos da Terra
http://www.youtube.com/watch?v=qc1rzryczdw
Vídeo demonstrando os movimentos da Terra de rotação e translação
Eclipse Hawaii 2007
http://www.youtube.com/watch?v=2dk--lPAi04&feature=related
Eclipse Austrália, 2002.
http://www.youtube.com/watch?v=VGMotGL875M&feature=related
Fases da Lua
http://www.youtube.com/watch?v=gM0RIZDZ7e8&feature=related
Como se dá as diferentes fases da Lua.
Marés
http://www.youtube.com/watch?v=clZnxlzGv-4
Os efeitos das marés no planeta Terra.
Barco Encalhado
Plano de aula 5
1) Tema da aula Incidência solar e clima terrestre Estagiário Responsável Glauco Marighella Ferreira da Silva Data 08/06/2011
2) Objetivos específicos
Demonstrar como as incidências dos raios solares causam efeitos diferentes em cada região e como isso influência nas paisagens e no clima do globo. Relacionando com o dia a dia dos alunos através de exemplos por eles expostos.
3) Conteúdo
Zonas térmicas,
Estações do ano
Paisagens
4) Recursos didáticos
Lousa, livro didático, vídeos, imagens.
5) Procedimentos metodológicos
Chamada: 5 min
Retomada do tema e correção dos exercícios: 10 min
Incidência solar (como se dá devido a inclinação do eixo e exposição direta nas estações do ano): 5 min
Zonas térmicas: 5 min
Influência no dia a dia: 5 min
Diferenciação das paisagens: 5 min
Exercícios propostos no livro e pelo professor: 15 min
Propostas de trabalho para casa
6) Avaliação
Exercícios
Avaliação para casa: trazer uma imagem de cada estação do ano.
Questões:
1. Por que ocorrem diferentes zonas térmicas no planeta Terra?
2. Como se caracteriza cada estação do ano?
3. Como as estações influenciam na sua vida cotidiana?
4. Quais os melhores meses para ir à praia?
5. Quais são as zonas térmicas do planeta Terra? Em qual Londrina está situada?
6. Por que as áreas próximas a linha do Equador o clima não é bem definido? E por que os pólos são predominantemente mais frios?
7. Segundo o estudado, em qual cidade estaria mais frio em julho: Londrina ou Manaus?
7) Auto-avaliação
8) Referências
SAMPAIO, F. S. Para viver juntos: Geografia, 6º ano: ensino fundamental. São Paulo: Edições SM, 2009.
LUCCI, E. A; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 6º ano. São Paulo: Saraiva, 2010. 22 ed.
DEMÉTRIO, M. Estudos de Geografia, 6º ano. São Paulo: Atual, 2008.
9) Anexos
Estações do ano
http://www.youtube.com/watch?v=6K0oUtBkJpk
http://blogmail.com.br/estacoes-do-ano-no-brasil/
Estações
http://www.escolakids.com/estacoes-do-ano.htm
Estações do ano
http://geografiam.wordpress.com/posts/
Zonas Térmicas
Plano de aula 6
1) Tema da aula Avaliação dos conteúdos sobre o universo e o planeta Terra Estagiário Responsável Glauco Marighella Ferreira da Silva Data 09/06/2011
2) Objetivos específicos
Avaliar a aprendizagem dos alunos
3) Conteúdo
O universo, a via-láctea
o Sistema Solar
Exploração do espaço e vida na Terra
Os movimentos do planeta Terra e a Lua
Incidência solar e clima terrestre
4) Recursos didáticos
Lousa.
5) Procedimentos metodológicos
Chamada: 5 min
Entrega da avaliação para os presentes: 3 min
Explicação da avaliação: 2 min
Tempo para responderem as questões: 35 min
Conforme forem terminando os alunos devem copiar um mapa que acharem interessante.
Recolhimento da avaliação: 5 min
6) Avaliação
7) Auto-avaliação
8) Referências
SAMPAIO, F. S. Para viver juntos: Geografia, 6º ano: ensino fundamental. São Paulo: Edições SM, 2009.
LUCCI, E. A; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 6º ano. São Paulo: Saraiva, 2010. 22 ed.
DEMÉTRIO, M. Estudos de Geografia, 6º ano. São Paulo: Atual, 2008.
9) Anexos
Plano de aula 7
1) Tema da aula Fuso-horário Estagiário Responsável Glauco Marighella Ferreira da Silva Data 15/06/2011
2) Objetivos específicos
Compreender a divisão do planeta em fuso e como isso se reflete no dia a dia.
3) Conteúdo
Fuso-horário
4) Recursos didáticos
Lousa, livro didático, vídeos, imagens, globo
5) Procedimentos metodológicos
Chamada: 5 min
Entrega da Avaliação e correção: 15 min
Introdução sobre fuso horário: 5 min
Discussão sobre a implicação no dia a dia...: 5 min
Explicação sobre fuso-horário (como ele elaborado e sua distribuição no mundo e no Brasil): 10 min
Exercícios propostos no livro e pelo professor: 10 min
Proposta de trabalhos para casa
Entrega de projeto de trabalho valendo nota
6) Avaliação
Exercícios
Questões:
Trabalho para casa:
• Elaborar um Mapa-Múndi localizando um país de cada continente e estabelecer o horário em cada um deles utilizando o fuso-horário.
7) Auto-avaliação
8) Referências
SAMPAIO, F. S. Para viver juntos: Geografia, 6º ano: ensino fundamental. São Paulo: Edições SM, 2009.
LUCCI, E. A; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 6º ano. São Paulo: Saraiva, 2010. 22 ed.
DEMÉTRIO, M. Estudos de Geografia, 6º ano. São Paulo: Atual, 2008.
9) Anexos
Notícia:
http://www.youtube.com/watch?v=e4HpBjJrvdc
O vídeo demonstra um problema gerado pelo fuso horário, ilustrando para os alunos como se dá o fuso horário em uma região diferente.
Plano de aula 8
1) Tema da aula O planeta Terra: litosfera e estrutura Estagiário Responsável Glauco Marighella Ferreira da Silva Data 15/06/2011
2) Objetivos específicos
Construir com o aluno os diferentes ambientes encontrados na litosfera terrestre, interligando os meios bióticos e abióticos.
3) Conteúdo
A Terra e seus ambientes
A estrutura da Terra
A litosfera e biosfera
4) Recursos didáticos
Lousa, livro didático, vídeos, imagens.
5) Procedimentos metodológicos
Chamada: 5 min
Explicação sobre a constituição interna da Terra: 5 min
As diferentes esferas do planeta: 10 min
Atividade: jogo sobre as esferas: 15 min
Recolhimento da atividade: 5 min
Exercícios propostos no livro e pelo professor: 10 min
Exercícios para casa
6) Avaliação
Exercícios
Atividade em sala.
Atividade para casa
Questões:
1. O que é a litosfera? Para quais esferas a litosfera dá sustentação?
2. Explique cada uma das esferas. Qual a importância delas para a vida na Terra?
3. Por que o limite exterior da atmosfera não pode ser precisamente determinado?
4. Existe alguma interação entre as diferentes esferas?
5. Qual são as camadas estruturantes da Terra?
6. Em qual camada nós vivemos?
7. Desenhe em seu caderno as diferentes esferas junto com as camadas do planeta Terra.
8. Como o ser humano tem alterado cada uma dessas esferas?
7) Auto-avaliação
8) Referências
SAMPAIO, F. S. Para viver juntos: Geografia, 6º ano: ensino fundamental. São Paulo: Edições SM, 2009.
LUCCI, E. A; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 6º ano. São Paulo: Saraiva, 2010. 22 ed.
DEMÉTRIO, M. Estudos de Geografia, 6º ano. São Paulo: Atual, 2008.
9) Anexos
Estrutura do Planeta Terra
Esferas
Todas juntas.
Plano de aula 9
1) Tema da aula As rochas e os recursos naturais Estagiário Responsável Glauco Marighella Ferreira da Silva Data 16/09/2011
2) Objetivos específicos
Construir as noções de tipos de rochas e recursos naturais essenciais para a humanidade.
3) Conteúdo
Tipos de rochas
Definição de recurso natural
Recursos renováveis
Recursos não-renováveis
4) Recursos didáticos
Lousa, livro didático, vídeos, imagens, amostras.
5) Procedimentos metodológicos
Chamada: 5 min
Retomada do tema litosfera e correção dos exercícios: 10 min
Explanação sobre os tipos de rochas (rochas sedimentares, magmáticas e metamórficas e onde são encontradas): 10 min
Visualização de amostras dos tipos de rochas: 5 min
Definindo recursos naturais: 5 min
Atividade: separação de recursos renováveis e não renováveis: 15 min
Exercícios para casa
6) Avaliação
Atividade em sala de aula
Lição para casa
Questões:
1. Quais são os tipos de rocha? Cite um exemplo de cada e diga o seu uso no dia a dia.
2. O que são recursos naturais?
3. O que são recursos renováveis e não renováveis? Cite dois exemplos de cada e como são usados no dia a dia.
4. Como é formado o petróleo? Cite um derivado utilizado no dia a dia.
5. Onde estão as principais reservas de petróleo?
6. Por que a mídia nos diz que é importante utilizar recursos renováveis?
7. Qual a diferença entre elementos da natureza e recursos naturais?
8. Qual a rocha mais comum na região de Londrina?
9. Complete as frases com o tipo de rocha adequado:
• As rochas _______ formam-se pela acumulação de sedimentos.
• Os arenito são tipos de rochas _______
• As _____ foram as primeiras rochas a se formarem no planeta Terra.
• O granito é uma rocha magmática transformada em rocha ______.
7) Auto-avaliação
8) Referências
SAMPAIO, F. S. Para viver juntos: Geografia, 6º ano: ensino fundamental. São Paulo: Edições SM, 2009.
LUCCI, E. A; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 6º ano. São Paulo: Saraiva, 2010. 22 ed.
DEMÉTRIO, M. Estudos de Geografia, 6º ano. São Paulo: Atual, 2008.
9) Anexos
Energias renováveis e não renováveis
http://www.youtube.com/watch?v=H2xdqm-pa7M&feature=related
Plano de aula 10
1) Tema da aula Recursos naturais: distribuição e uso Estagiário Responsável Glauco Marighella Ferreira da Silva Data 22/06/2011
2) Objetivos específicos
Demonstrar a desigualdade de distribuição dos recursos e sua importância para a sociedade.
3) Conteúdo
Distribuição dos recursos
Exploração
Uso dos recursos e sua importância
4) Recursos didáticos
Lousa, livro didático, vídeos, imagens.
5) Procedimentos metodológicos
Chamada: 5 min
Retomada da aula anterior e correção dos exercícios: 10 min
Distribuição dos diversos recursos minerais pelo mundo (concentração e importância): 10 min
Mapas e vídeos: 5 min
Exploração dos recursos: 5 min
Usos dos recursos: 10 min
Exercícios propostos pelo livro e pelo professor: 5 min
Atividade para casa
6) Avaliação
Atividade em sala de aula
Lição para casa
Exercícios
Questões:
1. Como se distribuem os recursos pelo mundo?
2. Por que é vantagem ter muitos recursos no território?
3. Como e para que são explorados os recursos naturais?
4. Exemplifique um conflito gerado pelo controle dos recursos naturais.
5. Cite um problema gerado pela exploração dos recursos naturais.
6. Qual são os principais recursos do Brasil? Onde eles se localizam?
7. Cite um recurso essencial para toda a vida na Terra e que não é valorizado como os minérios e combustíveis.
8. Qual a importância da reciclagem?
9. Em sua opinião, como deveríamos obter os recursos necessários para nossa sociedade?
7) Auto-avaliação
8) Referências
SAMPAIO, F. S. Para viver juntos: Geografia, 6º ano: ensino fundamental. São Paulo: Edições SM, 2009.
LUCCI, E. A; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 6º ano. São Paulo: Saraiva, 2010. 22 ed.
DEMÉTRIO, M. Estudos de Geografia, 6º ano. São Paulo: Atual, 2008.
9) Anexos
Mina de diamante- África do Sul
http://fomedemundo.blogspot.com/2008_06_01_archive.html
Mina de diamante – África do Sul
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=28424
Recursos Minerais
http://www.educativa.org.br/servicos/mad-a5-14.htm
Distribuição mundial dos recursos minerais
http://www.brasilescola.com/geografia/recursos-energeticos-fosseis.htm
Exploração de petróleo
Plano de aula 11
1) Tema da aula Solos e Erosão Estagiário Responsável Glauco Marighella Ferreira da Silva Data 22/06/2011
2) Objetivos específicos
Construir as noções de solo, seu uso e como o mau uso causa sua destruição.
3) Conteúdo
Solo
Erosão
Processos erosivos no Brasil
4) Recursos didáticos
Lousa, livro didático, vídeos, imagens, amostras.
5) Procedimentos metodológicos
Chamada: 5 min
Correção dos exercícios: 5 min
Os tipos de solo: 5 min
Exibição de amostras: 5 min
Erosão no Brasil e Londrina: 5 min
Mau uso do Solo: 5 min
Diagnóstico do Brasil de mau uso do solo: 5 min
Discussão sobre erosão em Londrina: 5 min
Exercícios do livro e propostos pelo professor: 10 min
Atividade para casa
6) Avaliação
Exercícios em sala
Questões:
1. Quais são os principais tipos de solo?
2. Qual é o tipo predominante na cidade de Londrina?
3. Por que existem diferentes tipos de solo? Por que o mesmo material de origem pode gerar solos diferentes?
4. Como podemos melhorar a produtividade do solo?
5. Como são formados os solos?
6. O que é a fertilidade natural dos solos?
7. Qual solo é mais suscetível a erosão: argiloso ou arenoso. Por quê?
8. Como podemos evitar a erosão?
9. Por que a erosão é prejudicial?
10. No Brasil, qual região é a mais suscetível a erosão?
Atividade para casa
7) Auto-avaliação
8) Referências
SAMPAIO, F. S. Para viver juntos: Geografia, 6º ano: ensino fundamental. São Paulo: Edições SM, 2009.
LUCCI, E. A; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 6º ano. São Paulo: Saraiva, 2010. 22 ed.
DEMÉTRIO, M. Estudos de Geografia, 6º ano. São Paulo: Atual, 2008.
9) Anexos
http://educar.sc.usp.br/ciencias/recursos/solo.html
Evolução dos solos
http://mundogeo.com/blog/2009/05/15/instituto-agronomico-e-embrapa-lancam-novos-mapas-de-solos-do-parana/
Solos do Paraná
http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Algodao/AlgodaoIrrigado_2ed/solos.html
Perfis do solo
http://www.uel.br/revistas/atlasambiental/NATURAL/SOLOS.htm
Solos Londrina
Tabela 12 - Tipos de solo em Km2
Tipo de Solo km2
Nitossolos 140,50
Latossolos 97,92
Chernossolos e Neossolos 7,10
Total das Classes 245,52
Área Londrina
http://blogdosargentotavares.blogspot.com/2010_09_01_archive.html
Erosão no interior de São Paulo
http://360graus.terra.com.br/extremoss/default.asp?did=10552&action=galeria
Erosão no rio Paraná
http://canaldaqui.com.br/noticias/?tag=erosao
Destruição da pista pela erosão
http://www.rc.unesp.br/igce/aplicada/ead/introducao/pag02a.html
Contenção de erosão
http://ondas3.blogs.sapo.pt/1030677.html
Erosão pelo mar no Rio de Janeiro.
Plano de aula 12
1) Tema da aula Experiência com Solo Estagiário Responsável Glauco Marighella Ferreira da Silva Data 29/06/2011
2) Objetivos específicos
Ilustrar as erosões e permitir a reflexão sobre o tema
3) Conteúdo
Erosão e seus efeitos para o meio
4) Recursos didáticos
Experiência do Projeto Solos na escola
5) Procedimentos metodológicos
Chamada: 5 min
Correção dos exercícios: 5 min
Construção e execução do experimento: 10 min
Discussão sobre o experimento: 15 min
Exercícios propostos pelo livro e pelo professor: 15 min
Atividade para casa
6) Avaliação
Exercícios
Atividade para casa
7) Auto-avaliação
8) Referências
SAMPAIO, F. S. Para viver juntos: Geografia, 6º ano: ensino fundamental. São Paulo: Edições SM, 2009.
LUCCI, E. A; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 6º ano. São Paulo: Saraiva, 2010. 22 ed.
DEMÉTRIO, M. Estudos de Geografia, 6º ano. São Paulo: Atual, 2008.
9) Anexos
EXPERIMENTOTECA DE SOLOS
EROSÃO EÓLICA E HÍDRICA DO SOLO
1) Maria Harumi Yoshioka (Acadêmica do Curso de Engenharia Florestal/UFPR)
2) Marcelo Ricardo de Lima (Prof. Doutor do DSEA/UFPR)
3) ATENÇÃO: Copyright © 2005 - Departamento de Solos e Engenharia Agrícola. Esta experiência foi organizada no
4) âmbito Projeto de Extensão Universitária Solo na Escola. Não é permitida a reprodução parcial ou total deste material
5) para fins comerciais sem a autorização expressa do Departamento de Solos e Engenharia Agrícola da UFPR. Esta
6) experiência pode ser livremente utilizada pelo professor em sala de aula para auxiliar o ensino de solos nos níveis
7) fundamental e médio. Os alunos também podem utilizar estas experiências em feiras de ciências com a orientação de
8) seus respectivos professores. As experiências são bem ilustradas para facilitar a execução. No entanto, caso tenha
9) dúvidas, entre em contato com a equipe do Projeto Solo na Escola. Caso você tenha utilizado alguma destas
10) experiências por gentileza nos informe. Críticas e sugestões também são bem vindas. Entre em contato através do site
11) www.escola.agrarias.ufpr.br ou do e-mail solonaescola@ufpr.br.
12) Informações sobre as licenças de uso das obras disponibilizadas pelo Projeto Solo na Escola/UFPR: É permitido:
13) COPIAR, DISTRIBUIR, EXIBIR, e EXECUTAR as obras. Sob as seguintes condições: Você deve dar crédito ao autor
14) original da forma especificada pelo autor ou licenciante. Você não pode utilizar esta obra com finalidades comerciais.
15) Para cada novo uso ou distribuição, você deve deixar clara para outros os termos da licença desta obra.
16) 1. PÚBLICO ALVO: à partir do terceiro ciclo do ensino fundamental.
17) 2. OBJETIVOS
18) * Demonstrar alguns tipos de erosão (eólica e hídrica);
19) * Discutir os fatores que causam a erosão;
20) * Discutir os efeitos da erosão do solo;
21) * Discutir algumas práticas de controle e combate da erosão e sua importância para as atividades
22) agrosilvipastoris.
23) 3. MATERIAIS
24) * Duas bandejas plásticas pequenas;
25) * Duas bandejas média ou grande;
26) * Faca;
27) * Pá de jardinagem;
28) * Pá cortadeira;
29) * Amostra de solo seca e o mínimo de torrões possível (o suficiente para preencher a bandeja);
30) * Água;
31) * Borrifa dor de água;
32) * Canudinho de refrigerante;
33) * Regador.
34) ? Materiais para uma bandeja alternativa
35) * Caixa de leite;
36) * Tesoura;
37) * Fita crepe.
38) Experimentoteca de Solos – Projeto Solo na Escola – Departamento de Solos e Engenharia Agrícola da UFPR
39) ? Procedimentos para a montagem
40) 1. Soltar as quatro pontas da caixa de leite;
41) 2. Cortar a bandeja com o auxílio da tesoura em sentido longitudinal; ATENÇÃO: sempre com a
42) supervisão de um adulto quando os alunos estiverem manuseando este ou outros instrumentos de
43) corte);
44) 3. Colar com a fita crepe todas as pontas cortadas (pois fazem uma dobradura) e montar a caixa.
45) Experimentoteca de Solos – Projeto Solo na Escola – Departamento de Solos e Engenharia Agrícola da UFPR
46) 4. PROCEDIMENTOS
47) 1. Coletar um quadrado de grama com o solo do tamanho da bandeja que será utilizada com o auxílio
48) da faca, da pá de jardinagem e da pá cortadeira (pode ser um pouco trabalhoso);
49) 2. Colocar em uma bandeja plástica pequena ou na bandeja alternativa;
50) 3. Preencher a outra bandeja plástica pequena ou bandeja alternativa com a amostra de solo seca
51) (evite usá-lo com muitos torrões pois poderá interferir nos resultados);
52) 4. Pegar o canudinho (manter a outra extremidade do canudinho distante do solo em cerca de 5 cm) e
53) assoprar sobre o solo seco da bandeja sem a cobertura vegetal. Observar o que acontece e discutir;
54) Experimentoteca de Solos – Projeto Solo na Escola – Departamento de Solos e Engenharia Agrícola da UFPR
55) 5. Pegar o canudinho (manter a outra extremidade do canudinho distante do solo cerca de 5 cm) e
56) assoprar sobre a bandeja que possui a cobertura vegetal (grama). Observar o que acontece e
57) discutir;
58) 6. Encher o regador com água;
59) 7. Inclinar (cerca de 30 à 45º) ambas as bandejas, apoiando em algum objeto ou solicitando o auxílio
60) de algum aluno (FIGURA 01); (antes de inclinar a bandeja com o solo seco sem a cobertura vegetal,
61) borrife um pouco de água para que se umedeça este solo e evite de ser derramado);
62) 8. Colocar uma bandeja média ou grande embaixo de cada uma das bandejas ou caixa de leite com o
63) solo (para que receba a água escorrida) (FIGURA 01);
64) 9. Regar a água com o regador na bandeja ou caixa de leite com cobertura vegetal (grama) até que
65) comece a escorrer na outra bandeja (média ou grande) (FIGURA 01). Observar a cor da água
66) escorrida;
67) Canudinho
68) Experimentoteca de Solos – Projeto Solo na Escola – Departamento de Solos e Engenharia Agrícola da UFPR
69) Aspecto
70) da água
71) escorrida
72) Experimentoteca de Solos – Projeto Solo na Escola – Departamento de Solos e Engenharia Agrícola da UFPR
73) 10. Regar a água com o regador na bandeja ou caixa de leite sem a cobertura vegetal (somente com o
74) solo) até que comece a escorrer na outra bandeja (média ou grande) (FIGURA 01). Observar a cor
75) da água escorrida;
76) Experimentoteca de Solos – Projeto Solo na Escola – Departamento de Solos e Engenharia Agrícola da UFPR
77) 11. Anotar e discutir todos os resultados.
78) FIGURA 01 – Montagem do experimento (para ambas as amostras)
79) 5. QUESTÕES E SUGESTÕES DE ATIVIDADES
80) Sugere-se a utilização das perguntas abaixo antes de se iniciar o experimento, para que os alunos
81) possam formular hipóteses do que irá acontecer, para depois, confrontar com os resultados obtidos após o
82) experimento.
83) a) Quando se assoprar através do canudinho sobre ambos os solos, o que irá acontecer com cada
84) uma das amostras? Tente explicar o que poderá acontecer.
85) b) Quando se regar com água a amostra com cobertura vegetal, qual será aspecto e coloração da
86) água escorrida? Tente explicar o que poderá acontecer.
87) c) Quando se regar com água a amostra sem a cobertura vegetal, qual será o aspecto e coloração da
88) água escorrida? Tente explicar o que poderá acontecer.
89) Aspecto
90) da água
91) escorrida
92) Experimentoteca de Solos – Projeto Solo na Escola – Departamento de Solos e Engenharia Agrícola da UFPR
93) d) A cobertura vegetal será benéfica ou não para se evitar perdas por erosão? Tente explicar sua
94) resposta.
95) e) O que se poderá fazer para controlar a erosão? Tente explicar a resposta.
96) f) O que se poderá fazer para combater a erosão? Tente explicar a resposta.
97) As perguntas sugeridas para os alunos responderem após a obtenção dos resultados são:
98) a) O que aconteceu quando se assoprou através do canudinho sobre ambas as amostras de solo?
99) Tente explicar o que houve.
100) b) Após regar com água a amostra com cobertura vegetal, qual é o aspecto e coloração da água
101) escorrida? Tente explicar o que houve.
102) c) Após regar com água a amostra sem a cobertura vegetal, qual é o aspecto e coloração da água
103) escorrida? Tente explicar o que houve.
104) d) A cobertura vegetal é benéfica ou não para se evitar perdas por erosão? Explique sua resposta.
105) e) O que se pode fazer para controlar a erosão? Tente explicar a resposta.
106) f) O que se pode fazer para combater a erosão? Tente explicar a resposta.
Plano de aula 13
1) Tema da aula Provão Estagiário Responsável Glauco Marighella Ferreira da Silva Data 29/06/2011
2) Objetivos específicos
Recuperação de nota dos alunos
3) Conteúdo
Todo o primeiro bimestre
4) Recursos didáticos
Lousa
5) Procedimentos metodológicos
Chamada
Aplicação
Recolhimento
6) Avaliação
Prova
7) Auto-avaliação
8) Referências
SAMPAIO, F. S. Para viver juntos: Geografia, 6º ano: ensino fundamental. São Paulo: Edições SM, 2009.
LUCCI, E. A; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 6º ano. São Paulo: Saraiva, 2010. 22 ed.
DEMÉTRIO, M. Estudos de Geografia, 6º ano. São Paulo: Atual, 2008.
9) Anexos
Plano de aula 14
1) Tema da aula Avaliação do desempenho Estagiário Responsável Glauco Marighella Ferreira da Silva Data 30/06/2011
2) Objetivos específicos
Verificar o que os alunos acharam das aulas lecionadas
3) Conteúdo
Tudo o que foi discutido em sala
4) Recursos didáticos
5) Procedimentos metodológicos
Chamada
Explanação sobre a experiência
Abertura para a fala dos alunos
Conclusão
6) Avaliação
7) Auto-avaliação
8) Referências
9) Anexos
PLANOS DE AULA 7ª SÉRIE A – COLÉGIO ESTADUAL PROFESSOR PAULO FREIRE
Plano de aula 1
1) Tema da aula:
Globalização a transformação do espaço geográfico mundial. Estagiário responsável: Pedro Höfig data da aula: 2/06/2011
2) Objetivos específicos:
Identificar características das fases do capitalismo e conhecer algumas das características do capitalismo globalizado, destacando a influência de tal processo no cotidiano dos alunos.
3) Conteúdos:
O que é globalização: o neoliberalismo econômico e os organismos reguladores; tecnologia e conhecimento na globalização: a primeira e a segunda revolução industrial.
4) Recursos didáticos:
Estudo dirigido, livros, mapa, quadro-de-giz, textos e TV pen-drive.
5) Procedimentos metodológicos:
Apresentação aos alunos e chamada: 5 min.
Atividade para conhecer os alunos: escrever em uma folha separada que cidade gostaria de conhecer e o por que: 15 min.
Exposição do tema da aula e averiguação do conhecimento prévio dos alunos através de perguntas orais a respeito do tema, como por exemplo: o que eles entendem por globalização e o que já ouviram falar ou leram a respeito do tema (conversa): 10 min.
Vídeo de duração de 7 minutos e questionamentos sobre a relação com a globalização: 15 minutos.
Aula expositiva relacionando tudo que foi abordado até então, baseando-se no livro didático, explicando o que é a globalização e a tecnologia MTCI e conhecimento na globalização através de exemplos próximos dos alunos: 20 minutos.
Exercícios página 57: 15 minutos.
Correção dos exercícios, síntese da aula e apontamentos da próxima aula: 20 minutos.
6) Avaliação:
Participação na aula nos questionamentos realizados e execução dos exercícios propostos:
1) Você já viu contêineres semelhantes aos da fotografia?
2) Que tipo de mercadoria você supões que os contêineres carregam?
3) Você conhece algum porto que receba grandes navios cargueiros? Qual?
4) Você já reparou que consumimos bens e mercadorias produzidas em outros países? Você pode citar exemplos?
7) Auto-avaliação:
8) Referências:
PISSEON IMPOSSIBLE – VÍDEO – Disponível em < http://geografiaparatodos.com.br/index.php?pag=videos> Acesso 12 maio 2011.
SAMPAIO, F. dos S.; SILVA, V. A. da. Para viver juntos: geografia 8º ano. São Paulo: Edições SM, 2009.
SENE, Eustáquio de. A dimensão espacial: um enfoque geográfico da globalização. In: SENE, Eustáquio de. São Paulo: Contexto, 2003. Globalização e Espaço Geográfico.
Plano de aula 2
1) Tema da aula: Globalização: a transformação do espaço geográfico mundial. Estagiário responsável: Pedro Höfig data da aula: 3/06/2011
2) Objetivos específicos:
Identificar características atuais do capitalismo globalizado e reconhecer suas manifestações em nossa vida.
3) Conteúdos:
O período técnico-científico-informacional: novo tempo
4) Recursos didáticos:
Estudo dirigido, livros, mapa, quadro-de-giz, textos e charges.
5) Procedimentos metodológicos:
Chamada: 5 minutos.
Explanação sobre o meio técnico-científico-informacional (destacando-se o papel da internet) e apontando as vantagens e desvantagens do processo com exemplos próximos dos alunos: 15 minutos.
Entrega de charges e construção, em grupos, da relação entre os desenhos e a globalização: 25 minutos.
Para casa: os alunos devem pesquisar quais produtos entre os que consomem no dia a dia têm origem estrangeira. Quem os produziu? De onde é a empresa que os fabricou? Ao final, os alunos poderão descobrir que desde os tênis que calçam até o seu programa de televisão preferido podem sido produzidos em outra parte do mundo: 5 minutos.
6) Avaliação:
Trabalho escrito em grupo.
7) Auto-avaliação:
8) Referências:
ACADÊMICO GEO – Disponível em < http://academicogeo.blogspot.com/2011/04/globalizacao.html> Acesso em 12 de maio 2011
SAMPAIO, F. dos S.; SILVA, V. A. da. Para viver juntos: geografia 8º ano. São Paulo: Edições SM, 2009.
SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. Rio e Janeiro: Record, 2000.
SENE, Eustáquio de. A dimensão espacial: um enfoque geográfico da globalização. In: SENE, Eustáquio de. São Paulo: Contexto, 2003. Globalização e Espaço Geográfico.
SOCIOLOGIA – Disponível em < http://cadernosociologia.blogspot.com/2009/04/posicoes-sobre-globalizacao.html> Acesso em 12 de maio 2011
9) Anexo:
Fonte: < http://academicogeo.blogspot.com/2011/04/globalizacao.html>
Fonte: < http://cadernosociologia.blogspot.com/2009/04/posicoes-sobre-globalizacao.html>
Plano de aula 3
1) Tema da aula: Comércio: um conflito entre países ricos e pobres. Estagiário responsável: Pedro Höfig data da aula: 9/06/2011.
2) Objetivos específicos:
Compreender algumas características do capitalismo globalizado; identificar características atuais do capitalismo globalizado e reconhecer suas manifestações em nossa vida.
3) Conteúdos:
O comércio concentrado e novos atores (destaque para o BRIC); a Organização Mundial do Comércio (OMC), a preponderância dos países ricos e a Rodada do Milênio.
4) Recursos didáticos:
Estudo dirigido, livros, mapa, quadro-de-giz, textos.
5) Procedimentos metodológicos:
Chamada: 5 minutos;
Verificação e discussão da tarefa de casa: 20 minutos;
Aula expositiva sobre o conteúdo e retomada da aula anterior, destacando as barreiras alfandegárias mantidas pelos países ricos e relacionando com o cotidiano dos alunos (compras no Paraguai): 20 minutos;
Debate: pontos positivos x pontos negativos
6) Avaliação:
Debate: a sala se dividirá em dois grupos: um apoiará o processo de globalização, ao passo que o outro apontará as desvantagens. O professor será o mediador do debate.
7) Auto-avaliação:
8) Referências:
LUCCI, E. A.; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 8º ano. São Paulo: Saraiva, 2010.
SAMPAIO, F. dos S.; SILVA, V. A. da. Para viver juntos: geografia 8º ano. São Paulo: Edições SM, 2009.
SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. Rio e Janeiro: Record, 2000.
SENE, Eustáquio de. A dimensão espacial: um enfoque geográfico da globalização. In: SENE, Eustáquio de. São Paulo: Contexto, 2003. Globalização e Espaço Geográfico.
Plano de aula 4
1) Tema da aula: A crise econômica e financeira de 2008 estagiário responsável: Pedro Höfig data da aula: 10/06/2011
2) Objetivos específicos:
Conhecer os diversos aspectos do processo de globalização.
3) Conteúdos:
A não interferência do Estado no mercado e sua relação com a crise econômica e financeira nos EUA que, com o mundo globalizado, se espalhou espacialmente.
4) Recursos didáticos:
Estudo dirigido, livros, mapa, quadro-de-giz, textos.
5) Procedimentos metodológicos:
Chamada: 5 minutos.
Aula expositiva sobre o conteúdo e perguntar se alguém sofreu efeitos da crise. Exaltar que o Brasil não foi muito afetado por possuir um mercado interno aquecido e não depender tanto do mercado externo: 15 minutos.
Atividade: em grupos, selecionar textos de jornais e revistas, ou mesmo imagens, que apresentem algumas características marcantes da sociedade capitalista dos dias atuais. Marquem nos textos escolhidos os trechos que fazem referência a essas características e escrevem um pequeno comentário. Comentar também as imagens. Depois apresentar, o resultado do trabalho para os colegas e professores: 30 minutos.
6) Avaliação:
Atividade
7) Auto-avaliação:
8) Referências:
LUCCI, E. A.; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 8º ano. São Paulo: Saraiva, 2010.
SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. Rio e Janeiro: Record, 2000.
SENE, Eustáquio de. A dimensão espacial: um enfoque geográfico da globalização. In: SENE, Eustáquio de. São Paulo: Contexto, 2003. Globalização e Espaço Geográfico.
Plano de aula 5
1) Tema da aula:Organizações supranacionais estagiário responsável: Pedro Höfig data da aula: 16/06/2011
2) Objetivos específicos:
Conhecer os diversos aspectos do processo de globalização; o destaque das culturas locais.
3) Conteúdos:
Continuação crise 2008, neoliberalismo e globalização; blocos econômicos e reunião de países.
4) Recursos didáticos:
Quadro-de-giz, livros, TV pen-drive.
5) Procedimentos metodológicos:
Chamada: 5 minutos;
Explanação do conteúdo e retomada da aula anterior: 20 minutos;
Exercícios página 66 e 67 (execução e correção): 30 minutos;
Vídeo sobre os dois lados da globalização: 10 minutos;
Discussão sobre o vídeo: 30 minutos.
Conclusão: pontos mais importantes, sanar dúvidas e apontar a próxima aula: 5 minutos.
6) Avaliação:
Exercícios e discussão sobre o vídeo.
1- Por que foram criados os blocos econômicos e as associações comerciais?
4- Quais os principais blocos regionais da atualidade.
2- Leia o texto e responda às questões:
a) O que é o G8?
b) Que países compõem o G8?
4- O preço do algodão no mercado internacional vem caindo desde 1997. Nos últimos anos, os norte-americanos subsidiaram diretamente a sua produção de algodão com mais de 4 bilhões de dólares. Os EUA são o maior exportador de algodão do mundo. Em 2007, o custo do meio quilo de algodão colhido em Burkina Faso foi de US$ 0,21 e, nos EUA, US$ 0,73. O que justifica a liderança americana?
7) Auto-avaliação:
8) Referências:
Dois lados da Globalização – Disponível em < http://www.youtube.com/watch?v=7vneyJfWXSc> Acesso em 16 de maio 2011.
LUCCI, E. A.; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 8º ano. São Paulo: Saraiva, 2010.
SAMPAIO, F. dos S.; SILVA, V. A. da. Para viver juntos: geografia 8º ano. São Paulo: Edições SM, 2009.
SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. Rio e Janeiro: Record, 2000.
SENE, Eustáquio de. A dimensão espacial: um enfoque geográfico da globalização. In: SENE, Eustáquio de. São Paulo: Contexto, 2003. Globalização e Espaço Geográfico.
Plano de aula 6
1) Tema da aula: Efeitos da globalização Estagiário responsável: Pedro Höfig data da aula: 17/06/2011
2) Objetivos específicos:
Compreender que o espaço mundial, tal como está organizado nos dias atuais, é fruto de um longo processo histórico.
3) Conteúdos:
Diferença entre países; deslocamento industrial; desemprego; sociedade do consumo; os efeitos ambientais.
4) Recursos didáticos:
Quadro-de-giz e livros didáticos.
5) Procedimentos metodológicos:
Chamada: 5 minutos;
Reconhecimento do conhecimento dos alunos através de questões e provocações relacionadas ao cotidiano deles: 10 minutos;
Aula explanatória: 10 minutos;
Questões página 71 (execução e correção): 20 minutos.
Conclusão: pontos mais importantes, sanar dúvidas e apontar a próxima aula: 5 minutos.
6) Avaliação:
Questões página 71:
1) Cite duas conseqüências econômicas da globalização para os países pobres e duas para os países ricos.
2) O que é a internacionalização da produção?
3) Cite duas conseqüências ambientais da globalização.
7) Auto-avaliação:
8) Referências:
SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. Rio e Janeiro: Record, 2000.
SENE, Eustáquio de. A dimensão espacial: um enfoque geográfico da globalização. In: SENE, Eustáquio de. São Paulo: Contexto, 2003. Globalização e Espaço Geográfico.
LUCCI, E. A.; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 8º ano. São Paulo: Saraiva, 2010.
Plano de aula 7
1) Tema da aula: Revisão do conteúdo e avaliação Estagiário responsável: Pedro Höfig data da aula: 23/06/11
2) Objetivos específicos:
Compreender algumas características das fases do capitalismo; conhecer os diversos aspectos do processo de globalização; identificar características atuais do capitalismo globalizado e reconhecer suas manifestações em nossa vida.
3) Conteúdos:
Revisão de tudo que foi estudado.
4) Recursos didáticos:
Quadro-de-giz e livro didático.
5) Procedimentos metodológicos:
Revisão do conteúdo e sanação de dúvidas: 40 minutos;
Organização da sala, explicação dos procedimentos e aplicação da avaliação: 60minutos.
6) Avaliação:
Prova escrita.
7) Auto-avaliação:
8) Referências:
9) Anexo:
Prova escrita:
COLÉGIO ESTADUAL PROFESSOR PAULO FREIRE
AVALIAÇÃO 7ª série A
1) Analise a figura e responda:
Fonte: http://geonosdiasdehoje.blogspot.com/2010/06/os-dois-lados-da-globalizacao.html
A professora está sendo irônica? Por quê?
Leia o texto Disneylândia para responder as questões 2 e 3. (UFU, 2008)
1 - “Filho de imigrantes russos casado na Argentina com uma pintora judia, casou-se pela segunda vez com uma princesa africana no México.
2 - Lanternas japonesas e chicletes americanos nos bazares coreanos de São Paulo.
3 - Imagens de um vulcão nas Filipinas passam na rede de televisão em Moçambique.
4 - Multinacionais japonesas instalam empresas em Hong-Kong e produzem com matéria prima brasileira para competir no mercado americano.
5 - Literatura Grega adaptada para crianças chinesas da comunidade européia.
6 - Relógios suíços falsificados no Paraguai vendidos por camelôs no bairro mexicano de Los Angeles.
7 - Turista francesa fotografada seminua com o namorado árabe na baixada fluminense.
8 - Filmes italianos dublados em inglês com legendas em espanhol nos cinemas da Turquia.
9 - Crianças iraquianas fugidas da guerra não obtêm visto no consulado americano do Egito para entrarem na Disneylândia.”
Disneylândia, In TITÃS, Titanomaquia, WEA, 1993.
2) Marque a alternativa que apresenta características do espaço geográfico mundial no período atual da globalização e que podem ser identificadas nos versos enumerados acima.
A) Todos os versos tratam de características do espaço geográfico mundial na década de 1990, quando se intensificou a globalização do capitalismo, mas essas características não existem mais.
B) Os versos 3, 8, 6 e 9 referem-se à circulação de pessoas que buscam trabalho e melhores condições de vida, migrando dos países subdesenvolvidos para os países desenvolvidos. Os demais versos tratam todos da produção e circulação de bens materiais.
C) Os versos referem-se a um mundo em movimento intenso, com maior circulação de pessoas, informações, capitais e de mercadorias, tanto bens materiais como culturais, em diferentes lugares, países e regiões do globo. Porém o verso de número 9 contraria a idéia de “um mundo sem fronteiras”.
D) Os versos 2, 4, 6 e 9 não estão relacionados ao fim das fronteiras nacionais para a livre circulação de mercadorias e
Pessoas pelo mundo.
Com base no texto Disneylândia, responda a questão abaixo.
3) Na letra da música Disneylândia são citados vários países, cidades, lugares e nacionalidades que integram alguns dos principais blocos econômicos regionais existentes no mundo. Dentre as alternativas abaixo, marque aquela que contém apenas os números de versos em que são citados países ou cidades do MERCOSUL ou do Nafta.
A) 1, 2 e 6
B) 1, 2, 3 e 6
C) 1, 2, 4, 7 e 9
D) 3, 4, 5 e 8
4) Leia o texto abaixo e responda:
Fonte: http://geonaweb.blogspot.com/2010_04_01_archive.html
Qual a importância das empresas multinacionais na atual fase da economia mundial?
5) Cite exemplos dos aparelhos tecnológicos que estão provocando modificações na esfera do trabalho.
6) Por que o Brasil foi pouco afetado, se comparado com a maioria de países do mundo, na crise econômica e financeira de 2008?
7) Com base no vídeo assistido em classe, discorra sobre como a globalização te afeta positiva e negativamente.
Plano de aula 8
1) Tema da aula: América: aspectos naturais Estagiário responsável: Pedro Höfig data da aula: 24/06/11
2) Objetivos específicos:
Conhecer os tipos de clima do continente americano e os fatores que influem em sua ocorrência; identificar as paisagens vegetais encontradas no continente americano e sua relação com os tipos de clima.
3) Conteúdos:
A ação do relevo, as massas de ar e as correntes marítimas na configuração dos climas e paisagens vegetais no continente americano: clima polar e tundra, clima frio e taiga, clima frio de montanha e a vegetação de altitude, clima temperado e a floresta temperada, clima subtropical e a mata das araucárias, clima tropical e a floresta tropical, clima equatorial e a floresta tropical, clima semiárido e a caatinga, clima árido e o deserto. Destaque para o clima local e sua influência no cotidiano do aluno.
4) Recursos didáticos:
5) Estudo dirigido, livros, mapa, quadro-de-giz.
5) Procedimentos metodológicos:
Chamada: 5 minutos.
Questionamentos buscando saber o conhecimento prévio dos alunos sobre o tema e aula expositiva: 15 minutos.
Questões página 90 (execução e correção): 25 minutos.
Conclusão: pontos mais importantes, sanar dúvidas e apontar a próxima aula: 5 minutos.
6) Avaliação:
Questões página 90:
1) Uma característica marcante do continente americano é a diversidade climática. Aponte alguns dos fatores que possibilitam a existência dessa diversidade.
2) Observe o mapa e responda.
A) Qual o nome da região do continente americano que está representada no mapa?
b) Que países formam essa região do continente americano?
3) Observe o esquema a seguir.
a) Como a latitude e a altitude interferem nas características do clima de uma região?
b) Em quais níveis de altitude e de latitude são encontradas as condições mais adequadas para o desenvolvimento de florestas tropicais? Justifique sua resposta.
5) A maior bacia hidrográfica da América do Sul e do mundo é a do rio Amazonas. Entretanto, a bacia que concentra a maioria das usinas hidrelétricas é a bacia Platina. Apresente as razões que explicam esse fato.
7) Auto-avaliação:
8) Referências:
LUCCI, E. A.; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 8º ano. São Paulo: Saraiva, 2010.
MAGNOLI, D. Estudos de geografia: 8º ano. São Paulo: Atual, 2008.
SAMPAIO, F. dos S.; SILVA, V. A. da. Para viver juntos: geografia 8º ano. São Paulo: Edições SM, 2009.
Plano de aula 9
1) Tema da aula: América: aspectos naturais e economia Estagiário responsável: Pedro Höfig data da aula: 30/06/2011
2) Objetivos específicos:
Conhecer os tipos de clima do continente americano e os fatores que influem em sua ocorrência; identificar as paisagens vegetais encontradas no continente americano e sua relação com os tipos de clima. Destacar o clima local. Relacionar as condições físicas com a economia.
3) Conteúdos:
Continuação da aula anterior.
4) Recursos didáticos:
Quadro-de-giz, livros e TV pen-drive.
5) Procedimentos metodológicos:
Chamada: 5 minutos
Aula expositiva (continuação do conteúdo), destacando o clima e vegetação local: 20 minutos
Apresentação e análise de carta sinótica do dia anterior (INPE): 10 minutos.
Campo: sair no pátio da escola e analisar as condições meteorológicas, combinando ou não com a carta sinótica do dia anterior: 30 minutos.
Revisão para o provão: 35 minutos.
6) Avaliação: questionamento dos alunos.
7) Auto-avaliação:
8) Referências:
ARAUJO, R; GUIMARÃES, R. B; TERRA, L. Conexões: Estudos de Geografia geral e do Brasil. São Paulo: Ed. Moderna, 2008.
LUCCI, E. A.; BRANCO, A. L. Geografia: homem e espaço, 8º ano. São Paulo: Saraiva, 2010.
MAGNOLI, D. Estudos de geografia: 8º ano. São Paulo: Atual, 2008.
SAMPAIO, F. dos S.; SILVA, V. A. da. Para viver juntos: geografia 8º ano. São Paulo: Edições SM, 2009.
MENDONÇA, F. ; DANNI-OLIVEIRA, I. M. Climatologia: noções básica e climas do Brasil. São Paulo: Oficina de textos, 2007
9) Anexo:
Figura 1- Exemplo de carta sinótica que será utilizada em aula.
Plano de aula 10
1) Tema da aula: Provão Estagiário responsável: Pedro Höfig data da aula: 01/07/2011
2) Objetivos específicos:
Recuperar todo o conteúdo do bimestre.
3) Conteúdos:
Conversar com professora Bete.
4) Recursos didáticos:
5) Procedimentos metodológicos:
6) Avaliação
7) Auto-avaliação:
8) Referências:
9) Anexo:
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Planos de aulas para o 3º ano do Ensino Médio
Blocos Econômicos/ BRICS
Aula 1
Aula 1
2- Objetivos Específicos:
• Relembrar o conteúdo anterior, destacando juntamente aos alunos as principais características do Velho Mundo (bipolar), do Novo Mundo (multipolar) e do conceito de globalização, para que eles tenham melhor compreensão do novo conteúdo (Blocos econômicos) à ser iniciado na aula;
• Entender os conceitos sobre as principais formas de integração econômica;
• Analisar cada tipo de integração econômica;
• Identificar as principais diferenças entre cada forma de integração econômica.
3- Conteúdos:
• As principais características do Velho Mundo (Guerra-Fria) e do Novo Mundo (globalização);
• As principais formas de integração econômica;
• As principais formas de integração econômica: Zonas de Livre Comércio, União Aduaneira, Mercado Comum e União econômica e monetária.
4- Recursos Didáticos:
• Utilização do quadro negro;
• Aplicação de atividade (questionamento sobre o conteúdo trabalhado na aula) de forma escrita para ser entregue.
5- Procedimentos Metodológicos:
• Abertura (5% - 2,5 min.): apresentação das estagiárias, e a apresentação dos alunos, de acordo com a ordem de chamada, para maior integração com os alunos.
• Introdução (10% - 5 min.): realizar através de uma aula expositiva dialogada, uma revisão do conteúdo anteriormente estudado, sobre o fim da Guerra-Fria (Velho-Mundo, capitalismo x socialismo) que marca o início da Nova Ordem Mundial, algumas caracteristicas da globalização para que seja possível um melhor entendimento sobre o tema da aula.
• Interpretação (30% - 15 min.): será realizada através de uma aula expositiva, a abordagem sobre os conceitos de blocos econômicos, de acordo com o grau de integração dos países e caracterizá-los e diferenciá-los entre si.
• Aplicação (40% - 20 min.): para que o conteúdo seja melhor compreendido pelos alunos, será realizada uma atividade, em que os alunos deverão copiar algumas perguntas do quadro e posteriormente, respondê-las em uma folha do caderno para ser entregue.
- Quais são as formas de integração econômica? Ou seja, quais os tipos de blocos econômicos existentes?
- Quais as principais características de cada forma de integração econômica?
- Por que houve a formação de blocos econômicos? Cite, de acordo com seus conhecimentos alguns blocos econômicos existentes no mundo.
• Conclusão (15% - 7,5 min.): recapitular o conteúdo referente à aula dada, ressaltando juntamente aos alunos, os principais tipos de blocos econômicos e os elementos que os caracterizam. E para chamar a atenção dos alunos para o conteúdo da próxima aula, exemplificar relacionando-os aos nomes dos blocos econômicos existentes.
6- Avaliação: será realizada durante a aula, de acordo com a contribuição (participação) dos alunos em relação ao que já foi abordado em conteúdos anteriores, e também de acordo com a atividade aplicada (questões) e duvidas que surgirem.
7- Referências:
SENE, E. de; MOREIRA, J. C.Os principais blocos econômicos regionais. In:__ Espaço geográfico mundial e globalização. São Paulo: Scipione, 2000, 8ª série, p. 131-134.
Aula 2
2- Objetivos Específicos:
• Identificar os blocos econômicos;
• Reconhecer os blocos que estão presentes no continente americano (NAFTA, Mercosul, Alca), e quais o Brasil faz parte;
• Identificar os países formadores desses blocos;
• Analisar a importância desses blocos para os países membros e no cenário internacional.
3- Conteúdos:
• Os principais blocos econômicos existentes no mundo;
• Os blocos econômicos mais importantes do continente americano (NAFTA, Mercosul, Alca);
• As principais características desses blocos.
4- Recursos Didáticos:
• Utilização do quadro negro, para elencar os blocos econômicos existentes
• Utilização do mapa-mindi, para que os alunos identifiquem a localização dos continentes, dos países que pertencem a cada bloco econômico
• Aplicação de uma atividade, onde será entregue a cada aluno uma folha com um mapa-mundi em branco, para que eles identifiquem esses elementos demarcando a região abrangente de cada bloco, fazendo uma legenda, para ser entregue no fim da aula.
5- Procedimentos Metodológicos:
• Abertura (5% - 2,5 min.): cumprimento e chamada
• Introdução (10% - 5 min.): relembrar por meio de uma aula expositiva, os blocos econômicos citados na aula anterior, com a participação dos alunos, elencando esses blocos no quadro.
• Interpretação (30% - 15 min.): enfatizar o continente americano, destacar os blocos que fazem parte desse continente e suas principais características (quando foi formado, quais países fazem parte, etc.), abordar a importância desses blocos no contexto mundial.
• Aplicação (40% - 20): será realizada uma atividade onde será entregue aos alunos um mapa com os continentes, com o objetivo de que eles identifiquem os blocos econômicos e em seguida enumerem os países que fazem parte de cada bloco econômico americano, para ser entregue no fim da aula.
• Conclusão (15% - 7,5 min.): recapitular os blocos econômicos e as características de cada um, como visto durante a aula.
6- Avaliação: será realizada através da participação dos alunos, de modo que esses podem contribuir com o conhecimento que possuem em relação ao conteúdo da aula anterior, fazendo ligações com os blocos econômicos existentes, e também por meio da atividade aplicada, onde será possível analisar a compreensão do aluno sobre o que foi abordado na aula.
7- Referências:
SENE, E. de; MOREIRA, J. C.Os principais blocos econômicos regionais. In:__ Espaço geográfico mundial e globalização. São Paulo: Scipione, 2000, 8ª série, p. 131-134.
Aula 3
2- Objetivos Específicos:
• Localizar o continente europeu;
• Identificar o principal bloco econômico do continente europeu;
• Identificar e localizar os países que formam a União Européia;
• Compreender o processo de formação desse bloco e suas principais características.
3- Conteúdos:
• Destacar o continente europeu;
• O principal bloco econômico existente no continente;
• As principais características desse bloco.
• Relação entre a União Européia e o Mercosul.
4- Recursos Didáticos:
• Utilização do quadro negro, para expor os principais países pertencentes a esse bloco econômico (U.E);
• Utilização do mapa-mindi, para identificar esses países e o continente no mapa.
5- Procedimentos Metodológicos:
• Abertura (5% - 2,5 min.): cumprimento e chamada
• Introdução (10% - 5 min.): iniciar a aula com a visualização do mapa-mundi, para que seja identificada a localização do continente europeu, chamando a atenção do aluno para o que será abordado na aula, enfatizando o bloco econômico europeu, União Européia.
• Interpretação (30% - 15 min.): caracterização da União Européia, bem como seu processo de formação, os países formadores desse bloco, expor os objetivos e as funções desse bloco no contexto mundial.
• Aplicação (40% - 20 min.): será realizada uma atividade, em que um questionário deve ser respondido pelos alunos, sobre os relevantes elementos abordados na aula.
- O que é União Européia e quais são seus objetivos?
- Como e quando esse bloco foi oficialmente formado?
- Quais países fazem parte desse bloco atualmente?
• Conclusão (15% - 7,5 min.): revisar os principais pontos destacados durante a aula, como as principais características da União Européia.
6- Avaliação: observar a participação dos alunos no decorrer da aula e também, durante a realização da atividade aplicada de acordo com as respostas do questionário.
7- Referências:
SENE, E. de; MOREIRA, J. C.Os principais blocos econômicos regionais. In:__ Espaço geográfico mundial e globalização. São Paulo: Scipione, 2000, 8ª série, p. 131-134.
Aula 4
2- Objetivos Específicos:
• Localizar o continente asiático e africano;
• Identificar os blocos econômicos que estão presentes nesses continentes;
• Identificar os países que fazem parte desses blocos, enfatizando os principais como os Tigre Asiáticos;
• Compreender o processo de formação desses blocos e também suas principais características.
3- Conteúdos:
• O continente asiático (ASEAN, APEC, CEI e Tigres Asiáticos) e africano (SADC), e os blocos econômicos que pertencem à esses continentes;
• As principais características desses blocos.
4- Recursos Didáticos:
• Utilização do quadro negro, para elencar os blocos e suas características;
• Utilização do mapa-mundi para demonstração dos continentes e a abrangência de seus blocos econômicos;
5- Procedimentos Metodológicos:
• Abertura (5% - 2,5 min.): cumprimento e chamada.
• Introdução (10% - 5 min.): abordagem do tema da aula, identificar no mapa a localização da Ásia e da África, juntamente aos alunos.
• Interpretação (30% - 15 min.): será exposto o processo de formação dos blocos desses continentes, os países que estão pertencem à esses blocos, quais suas funções.
• Aplicação (40% - 20 min.): para que haja melhor compreensão do conteúdo, haverá a aplicação de alguns exercícios à serem respondidos pelos alunos no caderno.
- Quais os blocos econômicos existentes no continente asiático? E quais blocos estão presentes no continente africano?
- Quais as principais funções de cada bloco econômico do continente asiático? Cite algumas diferenças entre eles.
- Quais os principais objetivos do principal bloco econômico do continente africano?
- Qual a relação desses blocos com o Brasil?
• Conclusão (15% - 7,5 min.): para finalizar o tema da aula, será repassado, junto aos alunos, as peculiaridades de cada bloco econômico abordado durante a aula.
6- Avaliação: será realizada através da participação dos alunos no decorrer da aula, e por meio do resultado dos exercícios aplicados.
7- Referências:
SENE, E. de; MOREIRA, J. C.Os principais blocos econômicos regionais. In:__ Espaço geográfico mundial e globalização. São Paulo: Scipione, 2000, 8ª série, p. 131-134.
Aula 5
2- Objetivos Específicos:
• Ilustrar os conteúdos sobre os principais blocos econômicos abordados nas aulas anteriores.
• Relacionar as informações propostas no vídeo sobre cada bloco econômico com o conteúdo já abordado.
3- Conteúdos:
• A formação dos blocos econômicos mais importantes do mundo: União Européia, Nafta, Mercosul e Alca.
• Como esses blocos interferem nas relações internacionais.
4- Recursos Didáticos:
• Vídeo sobre os Blocos Econômicos.
• Atividade sobre o que foi abordado no vídeo.
5- Procedimentos Metodológicos:
• Abertura (5% - 2,5 min.): cumprimento e chamada.
• Introdução (10% - 5 min.): abordagem do tema da aula, esclarecer o que será exibido no vídeo.
• Interpretação (30% - 15 min.): destacar que será exposto de forma ilustrativa o processo de formação dos principais blocos econômicos do mundo, e suas influências no cenário mundial.
• Aplicação (40% - 20 min.): exibição do vídeo e aplicação da atividade onde os alunos deverão responder uma questão sobre o vídeo, de forma escrita para ser entregue.
- Quais os Blocos Econômicos abordados no vídeo? E como esses blocos interferem nas relações internacionais?
• Conclusão (15% - 7,5 min.): para finalizar o tema da aula, destacar os principais elementos do vídeo e relacioná-los ao que foi visto durante as aulas anteriores.
6- Avaliação: será realizada de acordo com o resultado da atividade aplicada sobre o que os alunos compreenderam do conteúdo.
7- Referências:
Video sobre os principais Blocos econômicos. Disponível em: < http://www.senado.gov.br/sf/senado/ilb/asp/AV_VideosEducacionais_ConexaoMundo.asp>.
Aula 6
2- Objetivos Específicos:
• Identificar os progressos e dificuldades dos alunos em relação aos conteúdos abordados nas aulas;
• Analisar a aprendizagem dos alunos, para uma possível orientação sobre o trabalho docente, permitindo um avanço ou uma revisão dos conteúdos já ministrados;
• Verificar se os objetivos das aulas foram alcançados, como mecanismo de feedback do professor.
3- Conteúdos:
• Referente ao livro Por uma outra Globalização do autor Milton Santos.
4- Recursos Didáticos:
• Avaliação.
5- Procedimentos Metodológicos:
• Cumprimento e chamada.
• Entregar a Avaliação aos alunos.
• Ler e esclarecer o enunciado das questões.
• Recolher as Avaliações quando os alunos terminarem.
6- Avaliação:
• Observar o comportamento dos alunos, durante a realização da avaliação.
7- Referências:
SANTOS, M. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. São Paulo: Record, 2000.
Aula 7
2- Objetivos Específicos:
• Compreender o que são BRIC;
• Identificar quais países fazem parte desse grupo;
• Localizar esses países e em que continentes estão inseridos;
3- Conteúdos:
• O significado dos BRIC;
• Os países que pertencem à esse grupo;
• Onde esses países estão localizados;
4- Recursos Didáticos:
• Utilização do quadro negro;
• Utilização do mapa-mundi para localizar os países
• Aplicação de atividade em grupos em média de 3 à 4 pessoas.
5- Procedimentos Metodológicos:
• Abertura (5% - 2,5 min.): cumprimento e chamada.
• Introdução (10% - 5 min.): iniciar o tema da aula explicitando o que significado dos BRIC, demonstrar a localização dos países pertencentes (Brasil, Rússia, Índia e China) no mapa-mundi.
• Interpretação (30% - 15 min.): destacar o processo de formação desse grupo.
• Aplicação (40% - 20 min.): para que a aula se torne mais dinâmica, será realizada uma atividade em que os alunos se reunirão em trios ou quartetos, para que eles elaborem em conjunto questões pertinentes à aula, e que posteriormente, deverão entregar, para que estas sejam expostas no quadro para toda a turma de modo que todos deverão copiá-las e respondê-las no caderno.
• Conclusão (15% - 7,5 min.): será revisto os principais pontos sobre o tema da aula.
6- Avaliação: será analisado o comportamento dos alunos diante do trabalho em grupo, da participação dos mesmos durante a aula e no próprio grupo.
7- Referências:
ALMEIDA, P. R. de. O papel dos Brics na economia mundial. In:__ Cebri-Icone-Embaixada Britânica Brasília: Comércio e Negociações Internacionais para Jornalistas. Rio de Janeiro, 2009, p. 57-65.
Aula 8
2- Objetivos Específicos:
• Possibilitar aos alunos sanar as dificuldades especificas do conteúdo já estudado, com a finalidade de atingir os objetivos não alcançados.
3- Conteúdos:
• Todo o conteúdo trabalhado no 1º e 2º bimestre: Processo histórico e aplicabilidade da Geografia, modelos de capitalismo e Globalização.
4- Recursos Didáticos:
• Avaliação.
5- Procedimentos Metodológicos:
• Cumprimento e chamada.
• Entregar a Avaliação aos alunos.
• Ler e esclarecer o enunciado das questões.
• Recolher as Avaliações quando os alunos terminarem
6- Avaliação:
• Observar o comportamento dos alunos, durante a realização da avaliação.
7- Referências:
Aula 9
2- Objetivos Específicos:
• Relembrar alguns pontos importantes da aula anterior (antes das férias de julho) como: o que são BRIC e quais países fazem parte desse grupo.
• Identificar características relevantes de cada país em relação á economia internacional, e a integração de outros países à esse grupo como a África do Sul (BRICs) e México (BRICM);
• Compreender a relação dos BRICs com a economia mundial.
3- Conteúdos:
• Como se apresentam as relações dos BRIC com a economia mundial.
• A função dos países pertencentes a esse grupo no cenário internacional.
• As diferenças econômicas do México e da África do Sul em relação aos países que formam o BRIC;
• Qual o impacto dos BRICs na economia mundial.
4- Recursos Didáticos:
• Utilização do quadro negro, para elencar alguns pontos importantes sobre o BRICs durante a aula
• Utilização do mapa-mindi, para identificar esses países que integram esse grupo.
5- Procedimentos Metodológicos:
• Abertura (5% - 2,5 min.) : cumprimento e chamada.
• Introdução (10% - 5 min.): iniciar a aula relembrando o conteúdo da aula passada, para que o tema da aula se torne mais claro, identificar os países que fazem parte do BRICs no mapa-mundí.
• Interpretação (30% - 15 min.) : expor as principais características desses países em relação à economia mundial, elencar as funções de cada país desse grupo nesse contexto, destacar as diferenças do México e da África do Sul em comparação aos países do grupo BRIC.
• Aplicação (40% - 20 min.): propor uma atividade em que os alunos respondam as questões referentes à temática da aula, como:
- Como se apresentam as relações dos BRICs com a economia mundial?
- Qual o impacto desse grupo na economia mundial?
- As principais características econômicas que distinguem o México e a África do Sul do BRIC.
• Conclusão (15% - 7,5 min.): revisar os principais pontos destacados durante a aula, realizando a correção dos exercícios.
6- Avaliação: observar a participação dos alunos no decorrer da aula e também, durante a realização da atividade aplicada de acordo com as respostas do questionário.
7- Referências:
ALMEIDA, P. R. de. O papel dos Brics na economia mundial. In:__ Cebri-Icone-Embaixada Britânica Brasília: Comércio e Negociações Internacionais para Jornalistas. Rio de Janeiro, 2009, p. 57-65.
Aula 10
2- Objetivos Específicos:
• Proporcionar aos alunos um maior contato com informações atuais sobre o BRIC e seus países formadores.
• Abordar de forma mais dinâmica aspectos econômicos dos países desse grupo.
• Desenvolver a capacidade do aluno de trabalhar em grupo.
3- Conteúdos:
• Atualidades sobre o BRIC, México e África do Sul.
4- Recursos Didáticos:
• Utilização de textos contendo reportagens atuais sobre o BRIC, o México e a África do Sul.
5- Procedimentos Metodológicos:
• Abertura (5% - 2,5 min.): cumprimento e chamada.
• Introdução (10% - 5 min.): anunciar a realização do trabalho em grupo e organizar a separação dos grupos de aproximadamente 4 alunos cada um.
• Interpretação (30% - 15 min.): explicar como deverá ser realizado o trabalho em grupo, ou seja, os procedimentos que os alunos deverão seguir, como: ler e interpretar as diferentes reportagens, destacar os pontos mais importantes para que em seguida seja possível relacioná-la ao conteúdo abordado nas aulas anteriores, construindo idéias para que na próxima aula sejam expostas e compartilhadas com os colegas.
• Aplicação (40% - 20 min.): auxiliar os alunos na realização do trabalho em grupo.
• Conclusão (15% - 7,5 min.): para finalizar a aula, enfatizar o que será realizado na próxima aula como continuação do trabalho em grupo, que no caso, será a exposição (apresentação) das reportagens aos colegas.
6- Avaliação: será através do comportamento dos alunos em relação ao trabalho em grupo, a participação e contribuição que tiverem durante a realização do trabalho.
7- Referências:
Reportagens: anexo
Aula 11
2- Objetivos Específicos:
• Analisar a capacidade dos alunos de interpretação dos textos;
• Avaliar a condição dos alunos de relacionar os conteúdos abordados nas aulas com os acontecimentos atuais.
• Avaliar a compreensão dos alunos sobre o BRIC.
3- Conteúdos:
• Atualidades sobre o BRIC, o México e a África do Sul
• Todo o conteúdo abordado nas aulas anteriores sobre os BRIC.
4- Recursos Didáticos:
• Textos sobre acontecimentos atuais relacionado ao BRIC.
5- Procedimentos Metodológicos:
• Abertura (5% - 2,5 min.): cumprimento e chamada.
• Introdução (10% - 5 min.): a aula será iniciada com a organização dos grupos, de forma que eles se reúnam para a exposição e apresentação das reportagens.
• Interpretação (30% - 15 min.): desenvolvimento do trabalho em grupo, exposição das idéias construídas e dos pensamentos elaborados de com base nas reportagens e nos conteúdos compreendidos pelos alunos sobre o BRIC.
• Aplicação (40% - 20 min.): auxiliar os grupos no momento das apresentações para que o conteúdo fique claro a todos.
6- Avaliação: será feita durante toda a aula, de acordo com a participação e contribuição dos alunos no grupo ao qual pertence e com os outros grupos.
7- Referências:
Reportagens: anexo
Aula 12
2- Objetivos Específicos:
• Entender a relação entre consumismo e capitalismo;
• Diferenciar os conceitos de consumo e consumismo;
• Descrever as características da sociedade de consumo no mundo capitalista.
• Abordar os exemplos cotidianos sobre a sociedade de consumo
3- Conteúdos:
• O conceito de consumismo no mundo capitalista;
• As disparidades entre os conceitos de consumo e consumismo;
• As características da sociedade de consumo;
• Exemplificar o consumismo da sociedade no mundo capitalista.
4- Recursos Didáticos:
• Utilização do quadro negro.
• Vídeo “Ilha das Flores”.
5- Procedimentos Metodológicos:
• Abertura (5% - 2,5 min.): cumprimento e chamada.
• Introdução (10% - 5 min.): abordagem do tema da aula, como ocorre a relação entre consumismo e capitalismo.
• Interpretação (30% - 15 min.): abordar a o consumismo descrevendo algumas características da sociedade atual, e exemplificando esse consumismo.
• Aplicação (40% - 20 min.): questionamentos durante a aula sobre fatos do cotidiano, exibir o vídeo “Ilha das Flores” para que em seguida seja realizada uma atividade em que os alunos deverão fazer uma relação, de forma escrita, do vídeo com o consumismo da sociedade capitalista.
• Conclusão (15% - 7,5 min.0: abordar resumidamente as principais caracteristicas do consumismo na sociedade vistas durante a aula.
6- Avaliação: será realizada através da participação dos alunos no decorrer da aula e da atividade aplicada.
7- Referências: Vídeo “Ilha das Flores”. Disponível em: .
Aula 13
2- Objetivos Específicos:
• Compreender as características do consumismo na saciedade atual.
3- Conteúdos:
• A relação entre capitalismo e consumismo;
• As características e as conseqüências do consumismo para a sociedade;
• Exemplificar essas abordagens.
4- Recursos Didáticos:
• Imagens ilustrativas na TV pen drive.
5- Procedimentos Metodológicos:
• Abertura (5% - 2,5 min.): cumprimento e chamada.
• Introdução (10% - 5 min.): expor de forma dialogada com os alunos algumas carcteristicas do consumismo.
• Interpretação (30% - 15 min.): exemplificar as caracteristicas desse consumismo atraves de fatos cotidianos, aproximando o conteúdo da realidade.
• Aplicação (40% - 20 min.): aplicar uma atividade em que os alunos observem algumas imagens na Tv pen drive, e façam uma associação com o que foi visto sobre o tema durante as aulas, e redija um texto expondo sua compreensão sobre o tema.
• Conclusão (15% - 7,5 min.): recapitular alguns pontos importantes sobre o que foi visto durante a aula.
6- Avaliação: será realizada através da participação dos alunos no decorrer da aula, e por meio do resultado do exercício aplicado.
7- Referências:
Imagens em anexo.
ANEXOS
ATIVIDADES 3º ANO DO ENSINO MÉDIO
2ª AULA
Localize o continente americano, identifique os principais Blocos Econômicos presentes nesse continente e os seus países membros, fazendo uma legenda para distingui-los
10ª E 11ª AULAS
Reportagens para realização do trabalho em grupo.
Brasil tem menor crescimento que Rússia, Índia e China
Cíntia Cardoso
Da Folha de S.Paulo
Apesar de o termo Bric colocar o Brasil ao lado da Rússia, da Índia e da China, o desempenho da economia brasileira ficou aquém daquele observado entre os seus pares. Na comparação com outros países emergentes, o Brasil também sai perdendo.
No primeiro trimestre deste ano, enquanto o PIB brasileiro cresceu 3,4% antes, no mesmo período de 2005, o russo teve uma expansão de 4,6%. Já as economias indianas e chinesas cresceram 9,3% e 10,3%, respectivamente.
Na lista de obstáculos à frente do Brasil, economistas ouvidos pela Folha apontam as taxas de juros mais elevadas que a dos demais países em desenvolvimento, a carga tributária pesada, que leva 38% do PIB, e arcabouços regulatórios considerados confusos pelos investidores internacionais.
A economista-chefe do BES Investimento, Sandra Utsumi, argumenta também que o perfil da economia brasileira reúne algumas características negativas dos países desenvolvidos -legislação trabalhista pouco flexível e o fardo da Previdência Social nas contas públicas, por exemplo- e ineficiências típicas de países em fase de desenvolvimento. Diante disso, diz Utsumi: "Para o histórico recente brasileiro, o resultado foi bom, mas acabou evidenciando as restrições ao crescimento brasileiro em relação a outros emergentes".
Ao fazer uma análise da economia brasileira, o autor do termo Bric (Brasil, Rússia, Índia e China), o economista do Goldman Sachs Jim O'Neill, destacou alguns elementos que atravancam a economia brasileira. "A dívida externa, a corrupção, a regulamentação e a estabilidade política são itens nos quais o Brasil precisa trabalhar mais", disse. Mesmo com a ressalva, O'Neill enfatiza que o país ainda merece pertencer ao grupo Bric.
Setor externo
Uma dificuldade conjuntural também ajuda a explicar o desempenho mais modesto ante os demais emergentes. Na comparação pontual com países asiáticos como a Malásia, a Indonésia e a Coréia do Sul, dá para observar que a taxa de câmbio desvalorizada ajuda as exportações desses países. Com isso, eles conseguem se beneficiar mais do crescimento da economia mundial e acelerar o crescimento do PIB.
No caso da Índia, foi o dinamismo do setor de manufaturados e o impulso das exportações que alavancaram o PIB do primeiro trimestre deste ano.
Já o Brasil, mesmo com as recentes altas da cotação do dólar, ainda sente o efeito da apreciação cambial. "Neste ano, não são as exportações que vão comandar o crescimento do Brasil. No segundo trimestre, o câmbio causará um efeito de baixa mais forte nas vendas externas", afirmou Alex Agostini, da consultoria Austin Rating.
Sem inveja
A comparação com países de porte semelhante ao do Brasil suscita o debate sobre a possibilidade de a economia brasileira conseguir acompanhar o ritmo das economias asiáticas. Os economistas afirmam que, como o Brasil começou a crescer bem antes desses países, a tendência natural é a de ter hoje taxas de crescimento menores.
Para O'Neill, uma meta desejável para o Brasil é manter uma média anual constante de 3,7% pelas próximas décadas.
A avaliação da economista do BES Investimento é semelhante: "Não adianta o Brasil ter surtos de alto crescimento que não conseguirão se sustentar".
Fonte: http://educacao.uol.com.br/atualidades/ult1685u244.jhtm.
Educação, ciências e o futuro dos Bric
12/7/2010
Foi notícia no Estadão: a produção científica brasileira ultrapassou a da Rússia e pode superar também a da Índia, consolidando-se como a segunda maior no Bric (grupo de economias emergentes que reúne Brasil, Rússia, Índia e China).
Em produção científica no bloco, em relativamente pouco tempo, o Brasil ficará atrás apenas da China, segundo levantamento da divisão de pesquisas da Agência Thomson Reuters, que analisou as 10.500 mais importantes revistas científicas do mundo.
A notícia, sem dúvida, merece celebração, mas também dá margem a ponderações. Primeiro, a celebração. A produção científica brasileira deu salto de 3.665 para 30.021 artigos publicados entre 1990 e 2008, aponta a pesquisa.
No mesmo período, a produção russa, considerada por muito tempo uma das mais avançadas do mundo, permaneceu estável, com 27.603 artigos em 1990 e 27.605 em 2008.
O avanço brasileiro impressiona e, mantido esse ritmo de crescimento na produção científica em todos os países do bloco, o Brasil poderá superar a Índia nos próximos anos. Trata-se de um ótimo indicador do desenvolvimento do País.
Outro indicador positivo: segundo o Ministério da Ciência e Tecnologia, o Brasil está investindo em 2010 o equivalente a 1,5% do produto interno bruto (PIB) em pesquisa e desenvolvimento, o maior nível de investimento dos últimos 11 anos nesse setor.
Agora, as ponderações. Se, por um lado, é positivo o fato de o Brasil se destacar em produção científica no Bric e aumentar investimentos na área, por outro, convém observar que o País ainda não é um player de primeira linha nesse campo.
A média brasileira de 0,92 pesquisador por grupo de mil trabalhadores está muito abaixo da média de 6 a 8 do G-7, o seleto clube dos países mais industrializados. Dentro do próprio Bric, o Brasil ainda perde para a China.
O levantamento da Reuters indica que a produção científica chinesa saltou de 8.581 artigos em 1990 para 112.318 em 2008! Também cabe lembrar que o Brasil ainda forma menos doutores que os colegas de Bric, Índia, Rússia e China.
É evidente que nenhum membro do Bric quer ficar para trás, seja em relação aos parceiros do bloco ou às demais nações. Assim é que a educação vem conquistando cada vez maior espaço na agenda governamental desses países.
E não necessariamente a educação superior, a maior responsável pela produção científica, mas, sobretudo, a fundamental, onde tudo começa. Para a maioria dos integrantes do Bric, o gargalo está justamente nos primeiros anos escolares.
A China, por exemplo, acaba de aprovar seu Plano Nacional de Desenvolvimento e Reforma Educacional de Médio e Longo Prazo (2010-2020), que estabelece, entre outras metas, chegar a 2012 investindo 4% do PIB em educação (em 2008 essa média era de 3,48% e no Brasil já supera os 4%). O plano também prevê qualidade em educação como "política fundamental", acompanhada de mais recursos para áreas carentes.
As reformas no país comunista pretendem estimular até organizações privadas e indivíduos a desempenhar maior papel no sistema educacional. Na China, como se sabe, as decisões políticas do poder central são efetivamente cumpridas.
Na Índia, a Lei do Direito à Educação, recém-promulgada, inclui o país no grupo das 135 nações onde a educação fundamental gratuita e compulsória tem garantias legais.
Espera-se que a iniciativa alavanque a formação das crianças indianas, uma vez que milhões delas ainda não têm acesso a uma educação adequada.
O Ministério do esenvolvimento indiano, que engloba o Departamento de Educação e Alfabetização, deflagrou processo de consulta pública para desenhar um modelo de parceria público-privada para a área educacional.
Disposto também a garantir equidade e inclusão, lançou no final de 2009 o Programa Saakshar Bharat, que prevê a alfabetização de 70 milhões de indianos, 60 milhões deles mulheres.
A Rússia, por sua vez, apesar do elevado nível educacional de expressiva parcela de sua população (a taxa de alfabetização no país é de 99%, segundo a ONU), está preocupada com a qualidade de seus professores.
No início deste ano, reunião do conselho do Ministério da Educação e da Ciência russo debateu questões como o nível das aulas, ações para atrair jovens para o magistério (só de 8% a 12% dos professores têm menos de 30 anos de idade no país) e a capacitação dos docentes em geral.
O governo está disposto a elevar o nível de seus educadores para lidar com os novos padrões que o ensino russo vem adotando desde o Plano Nacional de Prioridades para a Educação, de 2006, o qual inclui, entre suas prioridades, a inovação e a modernização na formação dos estudantes daquele país.
É a partir de ações fundamentais, esboçadas em planos e metas, que os países do Bric esperam elevar seu padrão educacional e se tornar mais competitivos entre si e na arena global. Afinal, as disparidades persistem dentro e fora do bloco.
Nessa corrida contra o relógio para lançar a educação a patamares desejáveis no século 21 e incrementar a produção científica, o Brasil já deu a largada, como o comprova a pesquisa da Reuters, graças à implementação de programas de incentivo à educação.
Agora o País necessitará de novo fôlego, ou seja, uma política consistente e sustentável, acima dos interesses partidários momentâneos, para alcançar e se manter entre os primeiros lugares.
É preciso também que a proposta de uma política de Estado para a ciência e a tecnologia, a principal proposta da 4.ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, realizada em Brasília no final de maio, se concretize e estimule o mesmo para a área de educação.
Com isso o Brasil garantirá mais facilmente o tal almejado espaço entre as grandes potências do planeta.
FÍSICO, É PRESIDENTE DA SANGARI BRASIL E DO INSTITUTO SANGARI
Por Ben Sangari - O Estado de S.Paulo
Fonte: .
BRASIL - O BRIC DA AMÉRICA LATINA
Publicado em: 27/06/2010
Autor: Ivan Santiago Silva.
Nesta nova organização do espaço internacional que se configura, observamos, conforme citado em artigos anteriores, que os BRIcs ( Brasil, Rússia, China e Índia) são novos protagonistas do planeta e que serão pólos de poder em um futuro próximo.
Esta idéia é científica, não sendo vinculada a nenhuma filosofia, partido político ou ainda ao ufanismo tipicamente brasileiro : os Brics iniciaram o irreversível processo de transformar o mundo em pluripolar, substituindo o mundo multipolar do neoliberalismo ( Estados Unidos, Japão e Europa – entre 1989 e 2008).
Afinal, os Brics são poderosos. Populosos, industrializados e com muito capital circulando dentro destes países, possuem no capitalismo intervencionista ( até mesmo a China, que jura que é comunista/socialista é um capitalismo intervencionista em maior grau) sua maior característica comum.
Todos os Brics são necessariamente potências geopolíticas regionais e com o enfraquecimento do poder central , ou seja, dos países ricos desenvolvidos, afetados pela crise de 2008, ganharam relevância mundial.
O Brasil é a grande potência geopolítica da América do Sul, pelo simples fato de possuir quase 50 % do PIB regional, da população e do território, sendo que este poder centraliza-se em uma única capital, Brasília.
A vizinhança contudo é frágil, pois apresenta-se de forma desarticulada, possui muitos conflitos entre eles, como disputas por ilhas e saídas para o mar e a crise de identidade, pois não se firmam como capitalistas nem socialistas, permanecendo uma grande divisão no interior destes.
Além disso surgem os ícones do bolivarianismo do século XXI, agora na versão socialista populista, nas personagens de Lugo, Chávez, Evo dentre outros, substituindo o famigerado Fidel Castro.
Este quadro, associado a fragilidade econômica, com menores graus de industrialização, possibilita ao Brasil liderar a América do Sul, ocupando o vácuo de poder deixado pelos Estados Unidos, que se transformou em estado mínimo após a queda do muro de Berlin, do final da URSS e Guerra Fria na década de noventa do século XX.
A História nos mostra que o Brasil sempre apresentou pretensões imperialistas, sendo a grande expansão do seu território um grande exemplo deste pensamento. Além de ocupar parte dos territórios,,criou guerras e manipulou governantes dos países fronteiriços.
O Brasil , na História recente , concede empréstimos e investe nos países sul americanos, como para Paraguai, Uruguai, Argentina Equador dentre outros, sendo que nem sempre o retorno deste dinheiro é amigável e ou garantido. Contudo, para exercer a liderança continental (ou sub-continental) torna-se necessário oferecer, crédito, ainda que incipiente ao padrões mundiais e um amplo mercado consumidor.
O presidente Lula possui ainda mais o ímpeto de transformar o Brasil em uma potência planetária, o que é próprio do antigo sovietismo, que permeia o imaginário da esquerda latino americana, e em função disso, exerce ainda mais a influência sobre a sua região vizinha. É exatamente esta região que concede o status do Brasil pertencer ao seleto grupo dos BRics, as novas potências.
Contudo, a presença do Luis Inácio na presidência da potência regional, criou brechas para que a esquerda da vizinhança também atingisse o poder e questionasse a "influência" do Brasil. Evo e Lugo são bons exemplos, ao questionarem a presença da Petrobrás e a dívida da Itaipú.
Apesar dos pesares, a região da América do Sul é pacifica e o Brasil, inquestionavelmente é seu líder, reconhecido mundo afora. Resta saber, se ao atingir um elevado grau de poder internacional, o Brasil contribuirá para o desenvolvimento regional ou se continuará a criar discórdias e divisões em seus vizinhos, tumultuando ainda mais a conturbada histórias deles.
Fonte: .
África do Sul entra para o Bric em abril
26/02/2011
Exame.com/Agência Brasil
A primeira viagem da presidenta Dilma Rousseff à Ásia, em abril, vai marcar a ampliação do Bric, grupo de países formado pelo Brasil, pela Rússia, Índia e China. Em 14 de abril, a África do Sul será formalmente integrada ao Bric. O ingresso dos sul-africanos será celebrado em sessões que contarão com as presenças dos presidentes dos cinco países, na cidade de Sanya, província de Hainan, na China. As informações foram confirmadas por diplomatas que acompanham o assunto.
No entanto, para o governo brasileiro, a África do Sul já é considerada integrante do Bric. Em 31 de dezembro de 2010, o Brasil divulgou nota oficial dando boas vindas aos sul-africanos. A África do Sul e o Brasil ao lado da Índia são parceiros no Ibas, cujo objetivo é o desenvolvimento regional a partir de projetos comuns.
A viagem da presidenta Dilma Rousseff à China, nos dias 13, 14 e 15 de abril, também tem o objetivo de ampliar o mercado brasileiro na região, atendendo aos apelos do empresariado nacional. O setor quer evitar que os produtos chineses prejudiquem o mercado interno nacional. O aumento das exportações de minério de ferro e aço do Brasil para a China também está na pauta das negociações.
O ministro das Relações Exteriores, Antonio de Aguiar Patriota, afirmou que serão feitos esforços para reduzir o “desequilíbrio” dos efeitos das importações chinesas no mercado nacional. Segundo ele, há um superávit de mais de US$ 5 bilhões em favor do Brasil no comércio com a China.
O chanceler disse, ainda, que a visita da presidenta à China incluirá uma série de temas. “Será uma visita de Estado, que abordará questões bilaterais como comércio e investimentos, segurança e [questões] ambientais e globais”, afirmou.
A presidenta cumprirá a agenda por etapas: inicialmente com autoridades chinesas, depois com executivos chineses e, em seguida, com os integrantes do Bric.
Fonte: .
China ofusca demais países que integram Brics, diz Ipea
Agência Estado
Apesar de ganhar cada vez mais importância no fluxo global de riquezas, o grupo das maiores economias emergentes do mundo - os Brics, grupo composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul - ainda mantém relações assimétricas entre os seus membros, tanto em termos comerciais como de investimentos, com forte preponderância dos chineses sobre os demais países. A conclusão é de um estudo apresentado hoje pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que alerta para o risco de o caráter multilateral do grupo ser enfraquecido pela força chinesa nessas relações.
Maior economia entre os Brics, a China influencia o desenho da integração que o Brasil tem construído com o grupo, segundo o Ipea. O gigante asiático já é o maior parceiro comercial brasileiro, mas a pauta de exportações do País se concentra em produtos primários e commodities, assim como ocorre nos embarques para Índia e Rússia. Apenas nas vendas para a África do Sul a participação de manufaturados é maior que a de básicos.
Apesar de manter superávit comercial com os Brics, ressalta o estudo, o Brasil em geral tem exportado bens primários e intermediários para o grupo e importado manufaturados mais sofisticados. "A questão é que isso pode, no médio e longo prazo, dificultar, ou até bloquear, os anseios brasileiros por integrar-se ao mundo industrializado desenvolvido", afirma o documento.
Por isso, o Ipea alerta que o Brasil precisa buscar alternativas para ampliar as exportações de bens industrializados para o grupo, ainda que a demanda chinesa continue concentrada mais em alimentos, infraestrutura e energia. Além disso, como os preços das commodities variam conforme o cenário econômico mundial, seria arriscado continuar dependendo preponderantemente das vendas desses produtos.
"O aprofundamento das relações do Brasil com os outros países do grupo pode ser uma forma de equalizar e melhorar o poder de barganha do Brasil com a China", afirmou o analista do Ipea, André Calixtre.
Segundo o Ipea, os fluxos de investimentos entre os países também revelam a forte assimetria do grupo. Mas apesar de os investimentos brasileiros nos Brics ainda serem modestos, um terço das empresas brasileiras já estariam pensando em buscar oportunidades nesses países, principalmente nos setores de infraestrutura na China e na Índia.
"O tema a considerar, neste caso, são as barreiras comerciais existentes para tanto, inclusive barreiras institucionais, como o elevado custo de negociação industrial no caso da Índia, que possui mais de uma entidade representativa para esse fim", destaca o estudo.
O documento também ressalta a possibilidade de maiores parcerias no âmbito da segurança alimentar e energética, além de destacar os que os orçamentos militares dos países do grupo estão entre os maiores do mundo, gerando oportunidades para empresas brasileiras desses setores.
Também foi lembrada a competitividade do País nos setores automobilístico e farmacêutico. "Apesar de não ter a pretensão de se tornar um bloco econômico, o Brasil deveria aproveitar o espaço privilegiado do grupo para incrementar suas relações com esses países", acrescentou Calixtre.
Da mesma forma, o Ipea também alerta para o avanço crescente dos investimentos chineses na América do Sul e na África, tomando um espaço que poderia ser melhor aproveitado pelo Brasil.
Fonte: .
Brics ajudaram países mais pobres
19/03/2010
BBC Brasil
Uma matéria publicada na edição desta sexta-feira da revista britânica “The Economist” afirma que os BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) ajudaram países mais pobres durante a crise econômica mundial.
Citando uma pesquisa da organização britânica Instituto de Desenvolvimento Internacional (ODI, na sigla em inglês), a revista destaca a contribuição crescente dos BRICs a países pobres e o impacto dessas contribuições à perspectiva de crescimento econômico dessas nações.
“Com os países pobres saindo da recessão e o mundo rico se debatendo, países grandes de rendimento médio estão vendo uma oportunidade única para ganhar amigos e influenciar pessoas”, afirma a revista.
Segundo a revista, a pesquisa destaca que o processo de ajuda dos Brics pode ser direto – através de comércio, remessas, investimentos – ou indireto, com influência nos preços das commodities, por exemplo.
O texto cita que a China é o maior doador do Camboja e Sri Lanka. De acordo com a Economist, o Sudão procurou o governo chinês e também a Índia quando precisou de ajuda e o Brasil já teria investido US$ 10 bilhões no continente africano desde 2003.
“Desde 2009, os negócios dos BRICs na África se tornaram uma enchente”, diz o texto.
A matéria destaca ainda que as exportações dos países pobres para nações ricas caíram mais rapidamente – 17% entre 2008 e 2009, do que para os mercados emergentes, com queda de apenas 7% no mesmo período.
Mas, segundo a revista, essas ajudas não têm efeitos apenas positivos para as economias pobres.
Segundo a Economist, os novos negócios podem diminuir os valores das trocas comerciais, já que os BRICs importam mais algodão e cobre, enquanto as nações ricas tendem a importar mais produtos manufaturados. Além disso, a revista alerta que o interesse da Índia e da China na importação de matéria-prima pode ajudar a diversificar os mercados de exportação, mas prejudicaria a diversidade da indústria das economias mais pobres.
A Economist avalia, no entanto, que os países pobres teriam sofrido muito mais com a crise não fossem as ajudas vindas dos Brics. De acordo com a revista, no entanto, apenas a ajuda financeira não ajudará a África, por exemplo, já que “a busca por bons governantes continua”.
Fonte:http://tudoglobal.com/blog/editorias/economia/35793/brics-ajudaram-paises-mais-pobres.html
SUMMIT-México: outro Bric à vista?
29/03/2011
Por Dave Graham
CIDADE DO MÉXICO (Reuters) - Embora exporte mais que o Brasil e a Índia e tenha um crescimento populacional com o qual apenas a Rússia pode sonhar, o México há muito tempo tem estado à sombra das nações mais dinâmicas do mundo emergente.
Atualmente o México tem um crescente número de apoiadores que acreditam que o país está acabando com a diferença que o separa das nações do Bric, grupo de países considerado motor do crescimento mundial, fortalecido pelo aumento da competitividade e com disposição para investir recursos financeiros intocados.
O Bric --acrônimo criado pelo economista do Goldman Sachs Jim O'Neill em 2011 e que conta com Brasil, Rússia, Índia e China-- tem ganhado mais espaço no ranking das maiores economias do mundo, e previsões recentes sugerem que o México pode em breve crescer a um ritmo similar.
O Goldman Sachs estima que até 2020 as nações do Bric responderão por quase metade do crescimento global, superando a fraqueza de economias desenvolvidas cansadas e endividadas, principalmente na Europa.
O México, descrito nesta semana por seu presidente, Felipe Calderón, como uma "sociedade predominantemente de classe média", deve oferecer o maior impulso para aproximar-se da lista das maiores economias, disse o banco.
Apesar do conflito em curso de Calderón com cartéis de drogas que custaram 36 mil vidas nos últimos quatro anos, investidores mantêm-se confiantes no México, injetando dinheiro no mercado de ações do país, que em janeiro atingiu a máxima histórica.
"O presidente mexicano não entende por que (o acrônimo) não se chama 'BRICM'", disse Johannes Hauser, diretor-geral da Câmara de Comércio México-Alemanha (Camexa).
Persistem temores de que o México possa ser prejudicado por problemas políticos, pela dependência das receitas com petróleo e por temores de que poder excessivo esteja concentrado nas mãos de apenas alguns poucos.
Mas agora há um crescente otimismo e os industriais mexicanos têm um futuro brilhante, tendo contraído apenas uma fração da dívida de seus rivais do Bric, em particular da China.
Após a recessão global de 2009, a economia mexicana cresceu 5,5 por cento no ano passado, ritmo mais rápido em uma década. O ministro de Finanças do país disse que 2011 pode ser ainda melhor.
Sergio Martín, economista-chefe do HSBC no México, acredita que uma das vantagens do México sobre o BRIC é ser vizinho dos Estados Unidos, destino de 80 por cento de suas exportações, que no ano passado totalizaram 300 bilhões de dólares.
"É como o leste da Europa, que está se beneficiando da Europa ocidental", disse Martín.
(Reportagem adicional de Jason Lange)
Fonte: .
Criador do Bric quer incluir no grupo México e mais 3 países
Sílvio Guedes Crespo // Radar Econômico
O economista Jim O’Neill, criador do termo ‘Bric’, sigla para Brasil, Rússia, Índia e China, quer acrescentar mais quatro países nesse grupo que ele considera ser o das principais nações emergentes do mundo.
Em entrevista ao jornal “Financial Times”, ele adiantou informações que divulgará aos clientes com mais detalhes em fevereiro. O economista disse que quer incluir na lista o México, a Coreia do Sul, Turquia e Indonésia.
O’Neill quer juntar aos Brics economias que correspondam a pelo menos 1% do PIB (produto interno bruto) mundial, tenham potencial de aumentar essa fatia e reúnam as condições de “serem levados a sério”.
Ele marcou para fevereiro um evento para explicar os detalhes da redefinição do conceito de Brics aos clientes da instituição que preside, a Goldman Sachs Asset Management.
O termo ‘Bric’, que poderia ser simplesmente mais uma das várias siglas que tentam explicar a transformação da economia internacional, acabou se tornando uma marca importante a ponto de influenciar chefes de Estado.
Neste ano, por exemplo, haverá uma reunião de cúpula dos Brics na China. Só que o termo já saiu do controle de O’Neill. A China convidou a África do Sul – país que não integra o grupo – para participar do encontro.
Fonte:
Os Bric: Pensando o Futuro
Enquanto alguns dos principais países deixavam prosperar excessos especulativos, os Bric promoveram crescimento focado no trabalho e na prudência
Luiz Inácio Lula da Silva - O Estado de S.Paulo
O grupo Bric nasceu há dez anos como uma mera sigla. Identificava um grupo de países que começava a transformar a realidade global.
Essas mudanças começam pelo fato de que, juntos, Brasil, Rússia, Índia e China já contribuem com 15% do PIB mundial. Somos países onde tudo é em grande escala. Representamos quase metade da população mundial, 20% da superfície terrestre e possuímos recursos naturais abundantes.
Somos, sobretudo, nações conscientes de nosso potencial como agentes de renovação. Por isso, os Bric já não são apenas um conjunto de letras. São uma referência incontornável na tomada das principais decisões internacionais. Estamos unindo esforços e coordenando posições para propor uma discussão mais transparente e democrática dos desafios que defrontam a humanidade como um todo.
É esta a mensagem que o Brasil levará à segunda reunião em nível presidencial dos Bric, que se realiza, no próximo dia 16 de abril, em Brasília. Apostamos numa articulação diplomática criativa e pragmática.
Já demonstramos nosso compromisso com o enfrentamento de desafios globais como os da segurança alimentar e da produção de energia no contexto das ameaças da mudança climática.
Mas o verdadeiro batismo de fogo do grupo ocorreu durante a crise global. A sólida reação dos quatro países à derrocada econômica do mundo desenvolvido abriu alternativas, por distintos caminhos, aos surrados dogmas herdados de ontem.
A recessão global não diminuiu o peso dos Bric - muito pelo contrário.
Propusemos estratégias coletivas para superar a crise e dar aos países em desenvolvimento um peso compatível na agenda internacional.
O colapso dos mercados financeiros é sintomático da falência de paradigmas antes tidos como inquestionáveis. Desabaram as verdades sobre a desregulamentação dos mercados. Ruiu o ideal do Estado mínimo.
A flexibilização dos direitos trabalhistas deixou de ser um mantra para combater o desemprego. Quando despencaram todas essas ortodoxias, foi a mão visível do Estado que protegeu o sistema econômico do colapso criado pela mão invisível do mercado.
Enquanto alguns dos principais países deixavam prosperar excessos especulativos, os Bric promoveram crescimento focado no trabalho e na prudência. No Brasil, nunca perdemos de vista o imperativo de enfrentar a desigualdade social. Como resultado, desde 2003, 20 milhões de brasileiros deixaram a pobreza e ganharam os direitos da cidadania plena.
No G-20, propomos saídas para a crise apoiadas em políticas anticíclicas, regulação dos mercados, combate aos paraísos fiscais e renovação das instituições de Bretton Woods.
Não podemos deixar que os sinais incipientes de recuperação da economia mundial sirvam de pretexto para abandonar os compromissos de reforma dessas organizações. Os membros do Bric não injetaram quase US$ 100 bilhões no FMI para que tudo ficasse como antes.
Seguiremos defendendo a democratização do processo multilateral de tomada de decisão. Os países pobres e em desenvolvimento têm o direito de serem ouvidos. Reduzir o fosso que os separa dos países ricos não é só questão de justiça. Disso depende a estabilidade econômica, social e política mundial. É nossa melhor contribuição para a paz.
Os recursos necessários para superar a fome e a pobreza são volumosos, mas modestos, quando comparados ao custo de resgatar bancos falidos e instituições financeiras vítimas de sua ganância especulativa. Não adianta oferecer alimentos e caridade, se não ajudarmos os países a realizar seu potencial econômico e agrícola.
Mesmo esses esforços estruturantes serão insuficientes para reverter a insegurança alimentar que aflige centenas de milhões enquanto persistir a distorção do comércio agrícola mundial. Os subsídios abusivos dos países ricos desestimulam a produção local, fomentam a dependência e desviam recursos melhor aplicados em programas de desenvolvimento. Por isso, é inadiável a conclusão da Rodada Doha.
Em nenhum tema o impasse negociador é tão grave quanto na questão ambiental. Por isso, os Bric estão empenhados em ajudar a fechar o acordo que faltou em Copenhague. Reduzir os gases de efeito estufa e manter o crescimento robusto nos países em desenvolvimento requer que todos façam sua parte, como vêm demonstrando os Bric com iniciativas ambiciosas para mitigar suas emissões.
Por isso, os grandes poluidores históricos têm um encargo especial. O equilíbrio que o Protocolo de Kyoto estabelece é indispensável para podermos avançar juntos.
O cenário internacional está repleto de antigos problemas, ao mesmo tempo em que despontam novas ameaças. Nem os membros do Bric, nem qualquer outro país, tem condições de enfrentá-los isoladamente. O unilateralismo nos levou no passado a impasses, quando não a catástrofes humanas, como a do Iraque.
Dependemos cada vez mais uns dos outros. É imprescindível forjar uma governança global mais representativa e transparente, capaz de inspirar unidade de propósito e revitalizar a vontade coletiva em busca de soluções consensuais. Os Bric cumprirão com suas responsabilidades nessa caminhada.
É PRESIDENTE DA REPÚBLICA E PREPAROU ESSE ARTIGO ANTES DA ABERTURA DA REUNIÃO DE CÚPULA DOS BRIC - CUJA AGENDA ACABOU SENDO ABREVIADA PARA APENAS UM DIA, A PEDIDO DO GOVERNO CHINÊS - PARA O SERVIÇO DE NOTÍCIAS GLOBAL VIEW POINT NETWORK, QUE É PUBLICADO COM EXCLUSIVIDADE NO BRASIL PELO ESTADO.
Fonte: < http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100416/not_imp539012,0.php>.
Brasil: Um Bric de muito potencial
Tiago Sandim
Sérgio Carvalho Machado
Muito tem se falado sobre a importância dos Brics (expressão criada pelo Banco Goldman Sachs para designar os quatro países emergentes com maior potencial de crescimento do mundo: Brasil, Rússia, Índia e China). Estudos e projeções demonstram que, até 2050, esse grupo terá o mesmo peso dos países desenvolvidos (G6) na economia mundial. Alguns dizem que o Brasil está ficando para trás em relação aos demais Brics, e a prova disso seria o seu crescimento menor, em comparação ao dos outros três.
O Brasil, efetivamente, é o último em matéria de avanço do Produto Interno Bruto (PIB), com crescimento à taxa média de 3% ao ano, enquanto China e Índia chegam a 10%. Mas é importante perceber que, como o Brasil começou a crescer antes dos outros Brics, é natural que no momento evolua a taxas menores. O próprio Jim O’Neil, economista da Goldman Sachs e criador do acrônimo Brics, em sua recente passagem pelo País, foi categórico em afirmar que o PIB brasileiro não precisa crescer muito mais que 3% para o Brasil se tornar uma potência econômica. O controle da inflação, segundo O’Neil, é muito mais importante. E o Brasil vem conseguindo manter esse índice em cerca de 3% há algum tempo. Com a redução da inflação, os juros tendem a baixar, o dinheiro fica mais acessível ao setor produtivo e as empresas produzem mais, gerando mais consumo e emprego, e elevando o PIB.
A vantagem do Brasil, a longo prazo, é que os outros Brics sofrem de problemas estruturais já enfrentados pelo País. A China vem passando por uma grande reforma econômica e deverá fazer importantes mudanças políticas nos próximos anos. É incerto se uma autocracia feudal e com fraca tradição democrática conseguirá instituir uma democracia constitucional. O Brasil, ao contrário, tem mais experiência democrática e instituições fortes. A prova disso é que empresas como a CVRD e a Petrobras receberam selo de investment grade, em grande parte porque operam em uma economia com ambientes político, econômico e jurídico estáveis. Na verdade, o Brasil parece ser o único dos Brics com instituições jurídicas bem definidas, seguido de longe pela Índia. No mercado financeiro, o Brasil tem procedimentos de Primeiro Mundo. O mercado de valores mobiliários conta com as melhores práticas de governança corporativa. A Índia não apresenta qualquer sofisticação em termos de mercado de capitais, e a China e a Rússia são descritas pelos administradores de fundos de investimento como países que engatinham nessa matéria.
Diferentemente do que muitos pensam, a abertura de mercado também é um ponto forte do Brasil. Apesar de perder em números absolutos para outros do grupo, o País é o Bric com mais investimentos externos diretos se analisado proporcionalmente ao seu PIB. Levando em consideração os principais ingredientes para um país se tornar uma potência econômica, o Brasil ganha ou empata com os outros Brics em todos os quesitos. O País tem construído um ambiente macroeconômico estável; é de longe o que apresenta instituições políticas e legais mais avançadas; e, em termos de inclusão social e educação, apesar de existir ainda um longo caminho a ser percorrido, perde apenas para a Rússia.
Então, por que o Brasil é muitas vezes visto como o patinho feio dos Brics? Essencialmente porque ele passa por um momento delicado, em que “se vende” mal ao mercado. Suas instituições são vistas como pouco confiáveis, mas seus números não são sequer comparáveis aos da corrupção em outros países. A imagem negativa chega à imprensa internacional justamente porque o Brasil começa a combater esses problemas. Os outros Brics se beneficiaram de um rápido crescimento, mas sua sustentabilidade dependerá de reformas substanciais. O Brasil, nesse sentido, é o Bric com maior potencial de crescimento e que, em alguns aspectos, apresenta o menor risco ao investidor.
Fonte: .
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